05 de fevereiro de 2012

Furiosa do Auditóriobilheteria

Furiosa do Auditório homenageia São Paulo
e seus ilustres compositores

A orquestra Furiosa faz uma homenagem a São Paulo, e aos compositores paulistas e paulistanos. A regência é dos maestros e arranjadores Nailor Azevedo (Proveta) e José Roberto Branco.

O concerto segue o repertório da orquestra com músicas escolhidas entre as melhores criações de compositores ilustres e até do próprio Proveta que assina Furiosa no Coreto, criada especialmente para a Furiosa. O público ouvirá, entre outras, Estelar, composição de Edson José Alves, Sururu na Cidade e Não me Toques, ambas de Zequinha de Abreu, nascido em Santa Rita de Passa Quatro, interior do estado de São Paulo; Tiro ao Álvaro e Samba no Bexiga, de Adoniran Barbosa, figura maior do samba paulistano nascido João Rubinatto em Valinhos, e Oswaldo Molles, seu principal produtor e parceiro nascido em Santos.

Também poderá conferir a execução de Na Boca da Noite, assinada por Toquinho – que muitos pensam ser carioca, mas é paulistano da gema – e Paulo Vanzolini, sambista de quadra e de mesa, boêmio de fôlego com outros como Osvaldinho da Cuíca e Vila Esperança, mais uma de Adoniran dessa vez composta com Marcos César. Além dos homenageados, o também compositor, maestro e pianista gaúcho, Radamés Gnattali, é lembrado no espetáculo, durante a exibição de Suíte Retratos – Quarto Movimento.

Os arranjos das músicas são de José Roberto Branco, (arranjador residente), Edson José Alves (professor), Nailor Azevedo Proveta (diretor artístico e maestro), e Laércio de Freitas (pianista, compositor, arranjador e professor), todos integrantes da Escola do Auditório.

A Furiosa
Formada em meados de 2010 por 40 alunos da Escola do Auditório, a Furiosa do Auditório tem como diretor artístico e regente o maestro e arranjador Nailor Azevedo, o Proveta. O princípio é tocar e estudar música popular brasileira mesclada à tradição clássica de escrita e interpretação. A formação original e única da Furiosa foge de rótulos e classificações. Pode soar como uma big band em uma música ou como um regional de choro em outra. É formada por metais, madeiras, percussão e violão, cavaquinho e bandolim. O seu repertório navega entre bambas como Lamartine Babo, Pixinguinha, Guinga, Radamés Gnattali, Villa-Lobos, Adoniran Barbosa, entre outros, arranjados por José Roberto Branco, Edson Alves, Laércio de Freitas e Proveta.

Os maestros
Nailor Azevedo Proveta aprendeu as primeiras notas musicais antes das letras do alfabeto. Depois passou a tocar com o conjunto liderado pelo tecladista e acordeonista Geraldo Azevedo – seu pai. Em São Paulo integrou a orquestra do Maestro Sylvio Mazzucca, famosa em todo o Brasil. Foi convidado para acompanhar artistas brasileiros, como Milton Nascimento, Gal Costa, Edu Lobo, Raul Seixas, Guinga, Jane Duboc, Joyce, César Camargo Mariano, Maurício Carrilho, Yamandu Costa, além de internacionais como Joe Wiliams, Anita O’Day, Bobby Short, Benny Carter, Natalie Cole, Ray Conniff, Sadao Watanabe, entre outros.

José Roberto Branco é instrumentista, regente, compositor a arranjador. Desenvolveu pesquisa sobre a música indígena, as raízes africanas, a música dos jesuítas e a influência européia na música brasileira. Atuou como arranjador e diretor musical do cantor Wilson Simonal, da casa O Beco e da TV TUPI. Escreveu arranjos e gravou discos com diversos artistas, dentre eles Jair Rodrigues. Dirigiu as orquestras dos seguintes programas de televisão: Festival dos Festivais, na TV GLOBO, Festival de Música, na TV RECORD e a orquestra do Cassino Bells; na cidade de San Remo (EUA). Gravou dois discos com a Banda Savana, da qual foi seu criador. Atualmente, leciona no Conservatório de Música e Danças Villa- Lobos e atua como arranjador para diversos artistas na cidade.

  • Dia:

    5 de fevereiro

  • Horários:

    Domingo, às 11h

  • Duração:

    90 minutos aproximadamente

  • Ingressos:

    GRATUITO. Entrada por ordem de chegada até completar a capacidade de 800 lugares.

  • Classificação Indicativa:

    Livre para todos os públicos

  • bilheteria

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