sexta 20 de outubro de 2017

Maritaca 20 anos

Maritaca 20 anos

Foto: Anita Kalikies

Na sexta-feira 20 de outubro, às 21h, um time de grandes nomes da música instrumental brasileira sobe ao palco do Auditório Ibirapuera para apresentar o espetáculo Maritaca 20 Anos, que comemora as duas décadas de existência do selo criado pela flautista, compositora, arranjadora e produtora Léa Freire.

Durante a apresentação, além de Léa, revezam-se no palco Amilton Godoy, Arismar do Espírito Santo, Câmaranóva, Edu Ribeiro, Felipe Senna, Fernando Demarco, Filó Machado, Silvia Goes, Teco Cardoso, Thibault Delor, Tiago Costa e Vento em Madeira com participação de Mônica Salmaso. A cantora Cibele Codonho será a mestre de cerimônias.

“Nós vamos apresentar os lançamentos e as parcerias mais antigas do Maritaca”, conta Léa Freire. “O Thibault, o Arismar, o Filó Machado e a Silvia foram os primeiros artistas a gravar CDs conosco”, diz. “O show é meio cronológico, mas como todos os instrumentistas se conhecem eles vão se entrelaçando, entremeando. No final, todos tocam juntos a música “Mamulengo”, de minha autoria, com arranjo de Felipe Senna.”

Segundo Léa Freire, o Maritaca foi criado num momento em que a tecnologia estava mudando, possibilitando que pessoas tivessem seus selos independentes. “Então, resolvi juntar as minhas duas carreiras (música e administração) e criá-lo”, explica. “Nesse processo, caiu um filhote de maritaca no meu quintal que ficou lá por 15 dias. Ele acabou sendo a inspiração para o nome, já que músicos são como maritacas: andam em bando, estão em todo lugar e são barulhentos.”

A artista acrescenta que a escolha dos instrumentistas, dos arranjadores, dos compositores e dos cantores que compõem o elenco do selo seguiu um critério pessoal. “Eu já vivia no meio e tocava com a maioria deles”, conta Léa. “Então, aos poucos, fui selecionando aqueles que deveriam fazer primeiro os discos, depois os livros”, diz. ” O Maritaca (que conta com mais de 60 álbuns lançados, além de livros de partituras) é um selo de música instrumental – e voz também é instrumento – de São Paulo, do Brasil e do mundo. Meu sonho era registrar essa música que eu adoro. Nesse quesito, posso dizer que fui –  e sou – muito feliz.”

Léa Freire observa ainda que decorridos estes 20 anos, sente que a música instrumental brasileira nunca esteve tão rica no sentido da qualidade musical. “Estamos em um momento de profusão de músicos, de big bands e de trabalhos autorais de pessoas realmente apaixonadas, que se dedicam mesmo à arte”, fala. “Tem muita coisa interessante surgindo por aí.”

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  • Dia:

    sexta 20 de outubro de 2017

  • Horários:

    às 21h

  • Duração:

    90 minutos (aproximadamente)

  • Ingressos:

    R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

  • Classificação Indicativa:

    livre para todos os públicos

  • bilheteria

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