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Textos
Do acalentar e de acalantos
Leandro de Lajonquière, professor titular da Universidade de São Paulo
Costumamos dizer com relação a certas coisas que as mesmas são tão antigas quanto o homem. Outras vezes, sobre essas, ou outras coisas, afirmamos que são tão naturais como o andar para frente. Ambas as afirmações integram nosso repertório corriqueiro. A sua maneira, dizem algo da verdade como também a mascaram, a sua maneira. (Veja mais +)
A esquina das crianças
Marcelo Bratke, pianista
"Preguiçoso, levanta que o galo canta"... era um dos versos que minha mãe cantava na hora de me tirar da cama para ir a escola. Até hoje, quando me lembro disso, uma sensação de leveza me invade a alma. (Veja mais +)
Entrevista com Cascia Frade
Profª adjunta de cultura popular na UERJ
IAI: O que você pensa sobre a iniciativa do Instituto Auditório Ibirapuera de criar o Projeto Acalanto?
CF: Na verdade achei interessante e parece-me uma iniciativa inédita, pelo menos no Brasil. Embora no dicionário de folclore brasileiro Câmara Cascudo faça inúmeras referências à obras e textos sobre o tema, não tenho percebido interesses mais recentes. (Veja mais +)
O acalanto da alma
Livia Deodato, jornalista
Como é que não nos esquecemos das canções de ninar que nossas mães cantavam, se tínhamos bem menos que 2 anos e ainda não decifrávamos o signo da linguagem? Será que chegamos a sentir medo do bicho-papão que estava em cima do telhado, à espreita de uma má-criação? (Veja mais +)
Cantar e encantar
Paulo Tatit, músico e produtor
A mãe conversa o tempo todo com seu neném, mas o que fica de suas mensagens é principalmente a melodia. Quando nos comunicamos com uma criança nosso tom de voz sempre se eleva, fica mais agudo, e as palavras mais alongadas. Quanto menor a criança, mais estendemos as vogais, tornando nossa fala mais próxima de um canto. Um canto com melodias bem soltas e livres como o canto atonal de um bebê. (Veja mais +)
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