LUCAS SANTTANA APRESENTA PELA PRIMEIRA VEZ EM SÃO PAULO MÚSICAS DO NOVO TRABALHO, "SEM NOSTALGIA", NO AUDITÓRIO IBIRAPUERA
Desde os tempos de Dorival Caymmi e João Gilberto o consagrado voz e violão é mais do que um formato, é praticamente um gênero musical no Brasil.
Neste show do último trabalho "Sem nostalgia", seu quarto disco, Lucas Santtana entorta as supostas regras e convenções do estilo, e se prepara para mostrar que é possível ir além de simplesmente sentar no famoso banquinho, dedilhar as cordas e cantar.
Nessa versão do show, acústica, Lucas Santtana toca violão e monome. E será acompanhado de Regis Damasceno (Cidadão Instigado e Mr Spaceman) nos violões, Bruno Buarque (Céu e Barbatuques) na mpc e percussões leves e Gustavo Lenza na mesa de som e nas ambiências que tão caracterizaram a sonoridade do disco.
A iluminação fica sob responsabilidade de Moisés Vasconcelos ("Ópera ça ira" de Roger Waters e "Colóquio dentro de um ser" do alemão James Festenseifer).
No repertório: músicas de Sem Nostalgia, com arranjos bem próximos do disco, versões acústicas de músicas dos trabalhos anteriores, Eletro Ben Dodô, Parada de Lucas e 3 sessions in a greenhouse. Além de outras canções de autoria de Lucas como Abololô (gravada por Marisa Monte), jamais tocadas ao vivo.
FOLHA DE SÃO PAULO
."É uma declaração de amor às avessas. Não à tradição, simplesmente - mas ao caráter subversivo que ela carregava em seus tempos iniciais, antes de se chamar "tradição". E uma declaração desse quilate só funcionaria dessa maneira, com boas doses de subversão."
Marcus Preto, Folha São Paulo, dia 31 de agosto de 2009.
ESTADÃO
"..É arriscado falar em originalidade a essa altura da História, mas já em seus certeiros 3 álbuns anteriores - Parada de Lucas e 3 sessions in a greenhouse - Lucas estabeleceu seu território. Embora varie as experiências de um trabalho para o outro, a essência de sua originalidade, seja no formato da composição, na pegada rítmica ou no canto, tem sua impressão digital. Sua musicalidade é inconfudível e sempre prazerosa de descobertas para quem acompanha. Naturalmente com Sem Nostalgia não é diferente."
Lauro Lisboa Garcia, Estadão, 1 de agosto de 2009.