Orquestra Contemporânea de Olinda faz show no Auditório Ibirapuera
Destaque no cenário nacional da música como um dos grupos pernambucanos que mais circulou pelo país (com cerca de 80 shows em 2008) e mais formou público no último ano, a Orquestra Contemporânea de Olinda já é dona de uma trajetória marcante na história da música de Pernambuco e agora Mundial.
- Indicada ao Grammy Latino 2009, na categoria de 'Melhor Álbum de Música Regional Brasileira;
- Finalista da categoria regional do Prêmio da Música Brasileira 2009 ;
- Indicada pela crítica musical do New York Times ;
- Mais de 5 mil discos vendidos em menos de um ano;
- Show considerado um dos melhores de 2008, pelo jornal O Globo.
A Orquestra Contemporânea de Olinda é o símbolo da intensidade e inventividade que o Brasil e o Mundo aprenderam a admirar na música pernambucana.
Idealizada pelo Gilú (percussionista) a Orquestra é a reunião de alguns dos melhores músicos pernambucanos, com trabalhos conhecidos em todo o Mundo, que não se contentam com a formação tradicional de uma banda, com baixo, guitarra e bateria, com a junção de músicos da Orquestra de frevo com mais de 50 anos de existência.
A primeira metade responde pela base criativa: Gilú, Hugo Gila, Tiné, Maciel Salú, Rapha B. e Juliano Holanda quem vem afinada de trabalhos anteriores como Bonsucesso Samba Clube, Academia da Berlinda, Variant, DJ Dolores e Orchestra Santa Massa e Terno do Terreiro entre outros vários projetos.
A outra metade vem do Grêmio Musical Henrique Dias, comandado pelo Maestro Ivan do Espírito Santo (flauta, sax alto, barítono e tenor), José Roque (trompete), Ibraim Genuíno (trombone) e Alex Santana (Tuba), músicos formados pela primeira escola profissionalizante de músicos de Olinda sem fins lucrativos que iniciou suas atividades em 1954 e realiza, até hoje, programas educacionais, culturais e de desenvolvimento comunitário na cidade Alta de Olinda/PE.
Daí por diante, foi questão de poucos meses para a "big band" olindense se tornar conhecida do público e recomendada pela crítica mundial. Entre shows em todo o Brasil a banda preparou um repertório que faz parte do seu primeiro álbum, lançado em 2008 e distribuído pela Som Livre (Orquestra Contemporânea de Olinda - 2008, Som Livre).
Entre grooves latinos, afro beats e ritmos pernambucanos, a Orquestra Contemporânea de Olinda construiu identidade própria, concisa, bem definida. Mérito compartilhado por um elenco de dez músicos com diferentes origens e a mesma intenção de fazer uma música nova, em todos os sentidos. Desde releituras de clássicos em ambientes vanguardistas até a doçura de linhas melódicas primorosas, pontuadas por arranjos de uma orquestra de sopro incrivelmente "encaixada" no som.