domingo 14 de outubro de 2018

Laura Lavieri

Laura Lavieri

Foto: Daryan Dornelles

A cantora Laura Lavieri sobe ao palco, acompanhada por sua banda – formada por Guilherme Lírio (baixo), Lux Ferreira (teclados), Marcelo Callado (percussão), Paulo Emmery (guitarra) e Pedro Fonte (bateria) – e contando com a participação especial de Rodrigo Campos, para fazer o show de lançamento de Desastre Solar, primeiro disco de sua carreira solo (slap/SomLivre). No espetáculo, Laura assume o papel da intérprete com autoralidade, ora ressignificando canções resgatadas, ora dando vida a inéditas de autores contemporâneos.

“Por ser um show de lançamento, ele tem o compromisso de transmitir o recado do álbum, que tem a proposta de trabalhar certas nuances – de dinâmica, de arranjos, de interpretação, de instrumentação, além das próprias composições – por meio da linguagem musical”, explica Laura. “Ele conta uma espécie de história, com começo, meio e fim, como qualquer ciclo tem, trazendo à tona as sensações de cada um desses processos”.

Composto de 11 faixas, assinadas por diferentes compositores e com produção de Diogo Strausz, Desastre Solar é, segundo a intérprete, um trabalho intenso, de explosão sentimental, que mostra choque de opostos complementares e a mistura de diversas sonoridades.

“É um disco onde você sente ora alívio, ora dor. Fizemos uma busca pelo ‘solar’, por algo mais quente e explosivo, tanto na sonoridade quanto nos arranjos, e que foi um movimento real meu”, conta Laura. “Nós nos pautamos por referências mais oitentistas, além de rock e axé, e por um som mais tecnológico, futurista, mais pulsante”, diz. “Tenho muita dificuldade para falar sobre gênero musical. Por isso optamos por uma ‘mistureba’ dentro de uma coisa só. E ele tem ainda esse choque de opostos complementares, do começo e do fim, do sol e da lua, de muita dor e de muito prazer. É intenso nesse sentido”.

A cantora, que integrou por anos a banda de apoio do cantor Marcelo Jeneci, acrescenta que o mais importante não é o gênero que se canta, mas a história que a composição conta e a sensação que passa ao ouvinte, o que independe de a música ser autoral ou não. E que com seu Desastre Solar, além dessas questões, tenta resgatar o papel de intérprete.

A apresentação conta com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Compre aqui o seu ingresso.

  • Dia:

    domingo 14 de outubro de 2018

  • Horários:

    às 19h | Abertura da casa: 90 minutos antes do espetáculo

  • Duração:

    90 minutos (aproximadamente)

  • Ingressos:

    R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)

  • Classificação Indicativa:

    livre para todos os públicos

  • bilheteria

2018 Auditório Ibirapuera - Alguns direitos reservados