Como a China vê os uigures?

Perguntado por: acardoso4 . Última atualização: 19 de maio de 2023
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De acordo com o governo chinês, os uigures teriam sido doutrinados por extremistas do Estado Islâmico e aqueles estariam tentando incitar uma revolta armada para independencia da região (BBC, 2009).

Xinjiang

Os uigures, uma minoria étnico-religiosa de fé islâmica que vive principalmente na região de Xinjiang, é alvo de perseguição por parte do governo da China, com alegações de genocídio partindo de governos estrangeiros e entidades humanitárias.

Estima-se que mais de 1 milhão de uigures já tenham passado pelos campos, cuja construção foi acelerada em 2014, quando dois atentados terroristas, em maio e junho, deixaram 134 mortos e centenas de feridos em Xinjiang.

Veja alguns desafios que a China terá que enfrentar:

  1. Impulsionar o consumo interno. A China vem tentando deslocar o seu eixo de crescimento dos investimentos e da exportação para o consumo interno. ...
  2. Transição política. ...
  3. Desenvolvimento do interior. ...
  4. Poluição. ...
  5. Produtos de maior valor agregado. ...
  6. Bancos.

Resposta verificada por especialistas
Entretanto, sabe-se que o mesmo não pode ser considerado desenvolvido, em decorrência de grandes entraves sociais que podem ser observados na região, com grandes índices de pobreza. Sendo assim, o mesmo é considerado subdesenvolvido emergente, assim como o Brasil.

Segundo o tribunal, o PCC pôs em prática “um sistema abrangente de medidas para 'otimizar' a população de Xinjiang” por meio da redução da taxa de natalidade de uigures, incluindo a prática de esterilização forçada, controle de natalidade e aborto.

Seu nome significa literalmente "a fronteira nova", um nome dado durante a dinastia Chingue da China manchu. O nome é considerado ofensivo por muitos defensores da independência, que preferem usar nomes históricos ou étnicos tais como Turquestão chinês, Turquestão Oriental ou Uiguristão.

Mais de 8.000 chineses moram no nordeste do país, e metade deles vivem em Pernambuco e principalmente no Recife. Eles levam adiante as virtudes de diligência e sabedoria, dedicam-se no comércio de mercadorias, restaurantes, medicina tradicional chinesa e outros setores, contribuindo para sua "segunda terra natal".

Conforme as projeções, o país "provavelmente intenciona ter pelo menos mil ogivas até 2030". A imprensa estatal chinesa classificou a afirmação como "especulação descabida e tendenciosa", acrescentando que as forças nucleares do país têm sido mantidas em um "nível mínimo".

Além do Ceará, o Brasil também contou com campos de concentração espalhados pelo país na época da Segunda Guerra Mundial. Após o rompimento de relações com os países do Eixo, os campos brasileiros serviram como uma forma de mostrar que o governo estava comprometido com os Aliados.

Já o exército permanente chinês tem cerca de dois milhões de soldados, maior que o de qualquer outra nação. A Índia é a segunda maior força do tipo no mundo, com cerca de 1,4 milhão de tropas, contra 1,35 milhão dos EUA, de acordo com o site World Atlas.

A desvalorização relativa do Real, o certo grau de desenvolvimento da indústria nacional, o mercado consumidor emergente e a escala da economia brasileira na conjuntura regional contribuem para que o interesse da China na América Latina seja direcionado principalmente para o Brasil.

A China considera Taiwan como uma província dissidente, já que a ilha é considerada como parte de seu território. Até hoje, o conflito entre as duas partes não foi resolvido.

Crise nos domicílios
No centro dos problemas econômicos da China está o seu mercado imobiliário. Até recentemente, esse setor representava um terço de toda a riqueza do país. Durante duas décadas, o setor cresceu à medida que as incorporadoras aproveitavam uma onda de privatizações. Mas uma crise eclodiu em 2020.

Bairro de Lima abriga maior comunidade chinesa da AL.

Dongguan já foi a cidade com o maior número de brasileiros na China”, frisa o carioca. “Quando eu cheguei aqui, o país não tinha inflação”, comenta Elcio Diamantino, que chama a atenção para uma mudança de paradigma econômico que contribuiu para o êxodo dos brasileiros.

Calcula-se haver cerca de 35 milhões de chineses ultramarinos vivendo em quase 150 países. O Brasil é o lar de cerca de 200.000.