Como aparece o câncer de pulmão?

Perguntado por: sgomes4 . Última atualização: 27 de maio de 2023
4.9 / 5 9 votos

O câncer de pulmão é um dos tumores malignos mais recorrentes e possui sintomas como tosse, dispneia (falta de ar), dor torácica, perda de peso, cansaço e presença de sangue no escarro.

O câncer de pulmão leva muitos anos para se desenvolver. Após a exposição umas poucas células anormais aparecem no revestimento dos brônquios, e vão aumentando com a continuação da exposição. Com o tempo algumas se transformam em células cancerosas e formam o tumor. Isto pode demorar vários anos.

O câncer é causado por mutações, que são alterações da estrutura genética (DNA) das células. Cada célula sadia possui instruções de como devem crescer e se dividir. Na presença de qualquer erro nestas instruções (mutação), pode surgir uma célula doente que, ao se proliferar, causará um câncer.

Cansaço inexplicável e perda de energia. Hematomas frequentes. Sangramento anormal. Dor contínua.

É percebida no meio do peito, costas ou no pescoço, podendo irradiar até para os braços, com duração entre 1 e 5 minutos. Outra dor característica é a da pneumonia, reconhecida por ser localizada, sentida em apenas um dos lados do peito (unilateral) e que aumenta diante de tosse e respiração.

Quais os sintomas de problemas no pulmão?

  • Falta de ar. Esforços físicos costumam exigir mais dos pulmões, dificultando um pouco a respiração. ...
  • Tosse persistente. Está aí mais um sintoma popular entre os males respiratórios. ...
  • Sibilo ou chiado. ...
  • Dor no peito. ...
  • Tosse com sangue ou catarro. ...
  • Cianose. ...
  • Febre alta.

Tumores restritos ao pulmão, nos estágios I e II, devem ser operados e removidos. Nestes casos, a chance de cura é de até 70%. Nos outros estágios, uma associação de quimio e radioterapia, com eventual resgate cirúrgico, é a alternativa que melhor mostra resultados, porém, não ultrapassando 30% de índice de cura.

Dores no peito, ombros ou na zona lombar sem razão alguma, pode ser um alerta do seu corpo que está se debilitando com o tumor. É provável que o câncer de pulmão possa ter se espalhado para os ossos, gerando dor nos locais afetados.

O antígeno carcinoembrionário (CEA) pode contribuir no diagnóstico de diversos tipos de câncer, como câncer de intestino, pâncreas, pulmão, fígado, tireoide, entre outros. O valor de referência normal é de até 3 ng/mL em pessoas não fumantes e de até 5 ng/mL em pessoas fumantes.

Confira a seguir os sete tipos de câncer com maior chance de êxito nos tratamentos, de acordo com a American Cancer Society:

  • Câncer de mama. ...
  • Câncer de próstata. ...
  • Câncer testicular. ...
  • Câncer de tireoide. ...
  • Melanoma. ...
  • Câncer do colo do útero. ...
  • Linfoma de Hodgkin.

Nódulos com formatos regulares, lisos e arredondados tendem a ser benignos. Outro fator que favorece o caráter benigno é a calcificação. Quanto mais calcificado, maior a probabilidade de ser benigno. Já nódulos com bordas irregulares, também chamados de espiculados, têm uma chance maior de serem malignos.

Os sintomas geralmente surgem quando o câncerestá em estágio avançado e incluem:

  1. Tosse ou mudança no padrão da tosse do fumante;
  2. Dispneia (falta de ar);
  3. Dor torácica;
  4. Perda de peso;
  5. Cansaço;
  6. Presença de sangue no escarro.

As causas mais comuns de morte por câncer são os cânceres de: pulmão (1,76 milhão de mortes) colorretal (862 mil mortes) estômago (783 mil mortes)

Não existe nenhum exame de sangue para detectar câncer no corpo inteiro. O que existe, além do hemograma completo, são exames de sangue específicos, que ajudam no rastreamento de determinados tipos de neoplasias. É o caso de uma série de marcadores tumorais circulantes.

Assim como ocorre com outros cânceres, a doença pode ser assintomática no início. No entanto, a grande maioria dos pacientes vai apresentar algum tipo de sintoma. Daí a importância de se realizar os exames periódicos para rastreio precoce da doença.

Para identificar o câncer podem ser solicitados pelo médico a realização da dosagem de marcadores tumorais, que são substâncias produzidas pelas células ou pelo próprio tumor, como o AFP e o PSA, que se encontram elevados no sangue na presença de determinados tipos de câncer.