Como é feita a técnica de PCR?

Perguntado por: nteles . Última atualização: 22 de maio de 2023
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Consiste na replicação de sequências específicas de DNA utilizando equipamentos termocicladores. Para realizar a reação acrescentam-se às amostras de material genético sequências iniciadoras complementares (também conhecidas como primers), desoxirribonucleotídeos e DNA-polimerase termo resistente.

A PCR Real Time baseia-se na detecção da fluorescência emitida por uma molécula repórter que aumenta à medida que a reação avança. O aumento da fluorescência ocorre devido ao acúmulo do produto de PCR (fragmento alvo) a cada ciclo de amplificação.

A grosso modo, existem dois tipos de PCR: a Qualitativa e a Quantitativa. O enfoque qualitativo fornece como resultado final um conceito novo sobre a amostra utilizada, baseado na presença ou não do produto amplificado no gel. Portanto, existem apenas dois resultados, o positivo e o negativo.

Após o choque, reiniciar RCP: 5 ciclos de 30 compressões e 2 ventilações. Lembrar de trocar a posição dos socorristas a cada 2 minutos!

Para ajudar uma vítima de PCR, é essencial se atentar aos fundamentos básicos do Suporte Básico de Vida que, de acordo com o protocolo, são:

  • identificação imediata da parada cardiorrespiratória;
  • acionamento do serviço de atendimento móvel de emergência;
  • início da RCP de alta qualidade;
  • uso do DEA assim que disponível.

Depois, são seguidas estas etapas: 1) “Melting”ou desnaturação: consiste na separação da dupla fita do DNA a ser amplificado; 2) “Annealing” ou anelamento ou hibridização: ligação do iniciador ou “primer” ao DNA a ser amplificado; 3) “Extension” ou extensão: polimerização propriamente dita.

O procedimento de PCR envolve três etapas, cada uma repetida muitas vezes.

  1. 1 – Desnaturação. O DNA genômico contendo a sequência a ser amplificada é desnaturado por aquecimento a cerca de 95°C por cerca de 30 segundos. ...
  2. 2 – Anelamento ou hibridização. ...
  3. 3 – Extensão ou polimerização.

A PCR encontra sua principal aplicação em situações onde a quantidade de DNA disponível é pequena. Uma das principais aplicações da PCR é na medicina forense, em que pequenas amostras de DNA retiradas da cena de um crime são amplificadas para serem analisadas.

A parada cardiorrespiratória (PCR) é considerada uma das mais importantes emergências no setor médico, já que a sobrevida está ligada ao tempo e à qualidade do atendimento realizado. Isso exige atuação rápida, eficaz e objetiva por parte da equipe de saúde, ainda mais nos cuidados de enfermagem.

A dosagem da PCR pode ser feita através de um simples exame de sangue rotineiro em unidades de saúde. Com isso, observa-se que: < 0,3 mg/dL: Normal; 0,3 a 1 mg/dL: Pode ser normal, ou uma pequena elevação.

Tipicamente, o objetivo da PCR é fabricar quantidade suficiente da região de interesse do DNA, de modo que essa possa ser analisada e utilizada de alguma outra maneira.

A PCR é um processo que requer diversos reagentes e consumíveis. Os principais reagentes para PCR são a enzima de transcriptase reversa, dNTPs, buffer, MgCl2 e primer. Além disso, também é necessário o uso de um template de DNA, que pode ser obtido a partir de amostras biológicas.

Os iniciadores (os primers) ligam-se às extremidades da sequência alvo, marcando onde deverá ocorrer a amplificação do DNA. Numa reação de PCR são incluídos dois primers, um para cada cadeia simples de DNA que foi produzida durante o passo de desnaturação.

Os quatro tipos de parada cardiorrespiratória são: fibrilação ventricular, taquicardia ventricular, assistolia e atividade elétrica sem pulso. Na sequência, entramos em mais detalhes sobre cada um dos quatro tipos de parada cardiorrespiratória. Acompanhe!

A parada cardíaca pode ser causada por quatro ritmos: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP), Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e Assistolia.

A técnica de PCR (ou Reação em Cadeia da Polimerase) é uma tecnologia que consiste na amplificação de uma região específica de DNA. Ou seja, com essa metodologia é possível produzir uma quantidade enorme de cópias de pequenas porções do DNA que se deseja estudar.