Como fechar diagnóstico de epilepsia?

Perguntado por: imarinho . Última atualização: 23 de maio de 2023
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Na maioria dos casos, o diagnóstico de uma crise epiléptica pode ser feito clinicamente por meio de um exame físico geral, com ênfase nas áreas neurológica e psiquiátrica e de um histórico detalhado pelo paciente. Muitas vezes, o auxílio de uma testemunha ocular é importante para que a crise seja descrita em detalhes.

Os médicos suspeitam do diagnóstico com base em sintomas, mas imagens do cérebro, exames de sangue e eletroencefalografia (para registrar a atividade elétrica do cérebro) são geralmente necessários para identificar a causa. Se necessário, medicamentos podem geralmente ajudar a evitar convulsões.

Classificação das Epilepsias
Se observarmos no registro do EEG, podemos notar que as descargas anormais acontecem simultaneamente em todas as linhas. Em outras palavras, suas crises são primariamente generalizadas porque acontecem em todo o cérebro ao mesmo tempo.

Como laudar o eletroencefalograma para epilepsia? O laudo do EEG é de responsabilidade do neurofisiologista clínico, também chamado de eletroencefalografista. Esse é o médico apto a interpretar o traçado do exame, identificando as ondas e ritmos anormais que sinalizam epilepsia.

Toda convulsão é uma crise epiléptica, mas além da convulsão existem várias formas de crises epilépticas. Na convulsão o paciente apresenta movimentos grosseiros de membros, desvio dos olhos, liberação de esfíncteres e perda de consciência. E um exemplo comum de crise epiléptica não convulsiva é a crise de ausência.

Os sintomas das crises parciais podem ser confundidos com outros distúrbios neurológicos, como enxaqueca ou doença mental.

A diferença entre as crises parciais e generalizadas é o tipo de descarga elétrica excessiva no cérebro. Quando a descarga elétrica está limitada só a uma área cerebral, diz-se que a crise é parcial, se está em todo o cérebro, é generalizada. Ao todo há em torno de 30 tipos diferentes tipos de crises epilépticas.

Foi apresentado no Senado pelo senador Paulo Paim (PT-RS) o PL 2.472/2022, que inclui o lúpus e a epilepsia na lista de doenças dispensadas do prazo de carência para concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por incapacidade, concedidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Os exames laboratoriais de sangue devem ser seguidos pelo EEG (eletroencefalograma), que é um exame eletrofisiológico. Portanto, o EEG vai analisar a função elétrica cortical cerebral e poderá detectar e localizar a área com atividade anormal capaz de provocar as crises convulsivas.

Acompanhe, agora, crises generalizadas motoras:

  • Tônico-clônica.
  • Clônica.
  • Tônica.
  • Mioclônica.
  • Mioclônica-tônica-clônica.
  • Atônica.
  • Espasmos epiléticos.

A crise convulsiva é a forma mais conhecida pelas pessoas e é identificada como “ataque epiléptico”. Nesse tipo de crise a pessoa pode cair ao chão, apresentar contrações musculares em todo o corpo, mordedura da língua, salivação intensa, respiração ofegante e, às vezes, até urinar.

A epilepsia é mais um sintoma do que a causa da disfunção cerebral e sua característica mais comum é a convulsão. As crises epilépticas podem causar alterações no cérebro, bem como alterações cognitivas e neuropsicológicas. As funções cognitivas mais afetadas pela epilepsia incluem memória, aprendizagem e linguagem.

3: Epilepsia e síndromes epilépticas generalizadas idiopáticas.

Investigações a serem consideradas

  1. monitoramento de longa duração por vídeo/eletroencefalograma (EEG)
  2. tomografia por emissão de pósitrons (PET)
  3. tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPECT)
  4. RNM funcional.
  5. exame de magnetoencefalografia (MEG)
  6. exame neuropsicológico.
  7. teste de Wada.

Assim, um paciente, independentemente de seu diagnósitco específico, só será classificado como pessoa com deficiência quando seu quadro clínico assim o justificar. Tal regra vige para qualquer doença, incluindo a epilepsia.

Confira-os abaixo.

  • Evite o consumo de álcool.
  • Evite baladas ou festas com luzes piscantes.
  • Evite ficar estressado.

Em primeiro lugar, é importante que você considere sua epilepsia ao escolher onde morar. Se as suas convulsões são frequentes, recomenda-se uma casa térrea ou, se optar por viver num apartamento, que tenha elevador. As convulsões frequentes também terão um efeito negativo na sua mobilidade.

  • nunca segure a pessoa ou tente impedir seus movimentos;
  • não coloque nada em sua boca, isso poderá lesionar seus dentes e/ou a mandíbula. Uma pessoa em convulsão não irá engolir a própria língua;
  • não tente fazer procedimentos de respiração boca-a-boca;
  • não ofereça água ou comida até que ela esteja totalmente consciente.

O corpo sofre contrações musculares intensas e involuntárias. A pessoa se debate, pode ficar arroxeada, lábios e dentes ficam cerrados e há salivação excessiva. Na maioria das vezes, ocorre perda de consciência. Essa é a descrição feita por quem já presenciou uma crise convulsiva, condição que ocorre repentinamente.

Pode iniciar com sintomas focais, que evoluem para sintomas generalizados. Alguns sintomas como a confusão mental, dor de cabeça, indisposição podem permanecer por algum tempo após o fim da convulsão generalizada.