Como ficou a nova ortografia?

Perguntado por: loliveira . Última atualização: 31 de maio de 2023
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- Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas. - Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo. - O (i) ou (u) tônicos dos hiatos, não antecedidos de ditongos também continuarão acentuados.

Entre as principais mudanças, está a ampliação do alfabeto oficial para 26 letras, com o acréscimo do k, w e y. As letras já são usadas em várias palavras do idioma, como nomes indígenas e abreviações de medidas, mas estavam fora do vocábulo oficial.

Desde 1º de janeiro de 2016, o novo acordo ortográfico é o único formato da língua reconhecido no Brasil. O acordo vigora desde 2009, quando o trema da linguiça, o acento das europeias e o hífen do dia a dia desapareceram.

Vejamos: 1. Nos ditongos abertos éi e ói das paroxítonas o acento caiu. Assim, termos como: colméia, estréia, geléia, idéia, jibóia, heróico, platéia, jóia, apóio (de apoiar), dentre outras, ficam: colmeia, estreia, geleia, ideia, jiboia, heroico, plateia, joia, apoio.

Use hífen quando a palavra seguinte começar com h ou com vogal igual à última do prefixo: anti-inflamatório, micro-ondas, auto-observação, anti-herói, anti-higiênico, super-homem, mini-hotel, neo-helênico, co-herdeiro, sobre-humano, pré-história, sub-hepático, auto-hipnose, neo-humanismo, semi-hospitalar, proto- ...

Esta distinção já não aparece no Vocabulário da Academia Brasileira de Letras de 1998. No futuro, o acordo de 1990 deixa o acento nesta palavra à opção.

Resposta: a forma correta, com o acordo ortográfico, será "pera", sem o acento circunflexo. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa eliminou os acentos diferenciais em palavras paroxítonas que haviam sido preservados na reforma ortográfica de 1971.

Não são raros os vocábulos que com o tempo sofreram alteração de significado.

  • Almofadinha. Além do diminutivo de almofada, a palavra passou a designar pejorativamente o homem que se veste com muito requinte. ...
  • Aquário e piscina. ...
  • Armário. ...
  • Autópsia. ...
  • Barbeiro. ...
  • Brigadeiro. ...
  • Emboscada.

Por exemplo: anéis, fiéis, papéis, pastéis, céu, chapéu, troféu, véu, destrói, herói, faróis e sóis. O acento também desaparece nas paroxítonas com “i” e “u” tônicos que formam hiato (sequência de duas vogais que pertencem a sílabas diferentes) com a vogal anterior, que, por sua vez, faz parte de um ditongo.

O hífen é um sinal gráfico representado por um traço curto (-). Serve para unir elementos que, juntos, formam um novo termo. Ocorre principalmente na formação de palavras compostas por justaposição ou que contam com afixos.

Pela mesma regra, palavras como anti-inflamatório, micro-ônibus, micro-organismo, que antes do Acordo Ortográfico não levavam hífen, atualmente devem ser hifenizadas.

Regras de ortografia

  • Geralmente, depois dos ditongos: caixa, deixa, peixe.
  • Depois da sílaba -me: mexer, mexido, mexicano.
  • Palavras com origem indígena ou africana: xará, xavante, xingar.
  • Depois da sílaba inicial -en: enxofre, enxada, enxame.

Segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa , emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade semântica e mantêm acento próprio, podendo o primeiro elemento ser reduzido: arco- ...

A lógica nos manda a não acentuar graficamente aquelas palavras cuja pronúncia está de acordo com a expectativa dos falantes. Só precisamos pôr o acento gráfico naquelas palavras cuja pronúncia foge do normal, não segue a maioria.

Palavras paroxítonas terminadas em 'em' ou 'ens' não recebem acento.

Em contrapartida, os ditongos abertos em palavras paroxítonas NÃO são acentuados. Exemplos: boia, estreia, heroico, ideia, jiboia, paranoia, plateia, etc.

7ª - Não se separam as vogais dos ditongos - crescentes e decrescentes - nem as dos tritongos: ai-ro-so, a-ni-mais, au-ro-ra, a-ve-ri-güeis, ca-iu, cru-éis, en-jei-tar, fo-ga-réu, fu-giu, gló-ria, guai-ar, i-guais, ja-mais, jói-as, ó-dio, quais, sá-bio, sa-guão, sa-guões, su-bor-nou, ta-fuis, vá-rio, etc.

Atualmente, é ponto pacífico que a forma “mandachuva”, sem hífen, é a correta.