Como foi a morte da Pomba Gira Maria Padilha?

Perguntado por: npacheco . Última atualização: 18 de maio de 2023
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Ao tentar prever o futuro nas cartas, a cigana é avisada sobre um triste presságio: a morte. Enquanto o toureiro é ovacionado pela multidão, Carmen despreza o amor de Don José e joga violentamente o anel que lhe oferecera. Tomado pela paixão, Don José desfere o golpe fatal e mata sua amada com uma facada na barriga.

Entrega-se suas oferendas nas encruzilhadas. Rosa vermelha, rosa vermelha encarnada é da pomba-gira da 7 Encruzilhada. Enviada pelo Cacique Surupira. Nasceu no ano de 1671 e faleceu no ano de 1708.

Seu nome era Vilma Trujillo García e morreu depois de ter sido queimada numa fogueira.

Dom Pedro I de Castela

Foi assim que Maria Padilha sagrou-se como a única esposa de Dom Pedro I de Castela, tornando-se a legítima rainha e exercendo seu poder e influência mesmo depois de morta.

Casada com o empresário Brenno Souza Meneguel, de 34 anos, e mãe de Manoel, de 9 anos (ela adotou o menino quando ele era bebê), Maria, de 61, derrete-se ao falar sobre o filho.

Trabalha com os Exus da Linha das Almas, e é uma das grandes associadas do Exu Tranca Ruas das Almas. A visão que se tem de Maria Padilha é na forma de uma linda mulher de estatura mediano-alta, magra, de cabelos e olhos negros, cabelos longos e lisos, com roupas muito curtas e sensuais.

Maria Padilha, também conhecida por dama da madrugada, rainha da encruzilhada, senhora da magia, é uma falange/ou agrupamento de pomba-gira/ou inzilas (em quimbundo: pambu ia-njila , lit. "encruzilhada") pertencente ao sincretismo das religiões afro-brasileiros umbanda e da quimbanda.

Maria Padilha, Cigana, Sete Saias, Maria Mulambo, Maria da Praia, Princesa Malvada e Rosa Vermelha são as mais conhecidas e marcam presença na Festa da Moça.

Segundo alguns sacerdotes, a Pomba Gira é constituída de espíritos de mulheres que tiveram vidas insubmissas, "fora das normas". Ao morrer, segundo a Umbanda, essas mulheres se transformam em entidades espirituais que retornam para evoluir ajudando os outros.

Pombagira é mulher de Sete Maridos!

Art. 1º Fica incluída a efeméride Dia da Pomba-Gira Soberana Maria Padilha no Anexo da Lei nº 10.904, de 31 de maio de 2010 – Calendário de Datas Comemorativas e de Conscientização do Município de Porto Alegre –, e alterações posteriores, no dia 9 de março.

Graças a uma escrava fugida que viu o crime, escondida, foram reconhecidos assassino e vítima: a jovem era Ana Rosa, de 20 anos, e seu algoz era o próprio marido, Francisco Carvalho Bastos, conhecido como Chicuta, um influente carreiro com idade entre 40 e 45 anos.

Quando Maria engravidou de seu amado, seu ex-esposo, humilhado, mandou que a buscassem no vilarejo para ser trancada e torturada dentro de uma masmorra. Após o castigo, o então rei mandou a jogarem no depósito de entulhos do reino. Lá, ela morreu.

A Pomba-Gira é uma entidade do Candomblé e da Umbanda, representada por uma mulher independente, sensual e incorporada através de médiuns. Ela é conhecida como uma representação das forças da natureza, sendo assim, equivalente à figura feminina de Exu, o guardião do comportamento humano.

Tiveram três filhos: Ricardo (1375-1415), Conde de Cambridge; Constança e Eduardo Plantageneta (1373-1415); em 1390 Conde de Rutland.

Quem carrega Maria Padilha sabe que inimigo nenhum fica no caminho. Ela arrasta, destrói e desgasta. Maria Padilha tem um jeito sútil e meigo de falar, mais uma força gigantesca para defender os seus. Ela grita mais alto que o brado de um leão, mastiga osso por osso como uma onça faminta.

Essa entidade manifesta significados como altivez, sedução, sensualidade, vaidade, luxo e liberdade de expressão. Seus símbolos são o pássaro, o tridente, a lua, o sol, a chave e o coração. Sua guia, geralmente, é composta de contas pretas e vermelhas.

Maria Padilha Gonçalves (Rio de Janeiro RJ 1960). Atriz.