Como saber se meu filho está tendo convulsão?

Perguntado por: idamasio . Última atualização: 24 de maio de 2023
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Em alguns casos, os membros se movem sem propósito, uma parte ou todo o corpo pode se agitar, se mover espasmodicamente ou se enrijecer. O olhar pode ficar fixo, a criança pode ter sensações estranhas como dormência ou formigamento ou ainda ter sentimentos estranhos como sentir muito medo.

Como já referido, o grau de febre associado às convulsões febris é variável e depende do limiar de cada criança. Na maioria das vezes, a temperatura precisa estar acima dos 39ºC, mas em cerca de 25% dos casos as convulsões surgem com febre entre 38 e 39ºC.

Episódios de convulsão podem se desencadear a partir dos 6 meses até mais ou menos os 6 anos de idade, sendo mais frequentes até os 3 primeiros anos da criança. Quanto mais cedo um episódio de ataque epiléptico acontece, maiores são as chances da criança voltar a convulsionar por febre.

Convulsões mioclónicas

  • Espasmos breves e bruscos de um músculo ou grupo muscular.
  • Sem perda de consciência.
  • Frequentemente ocorrem com convulsões atónicas.
  • Síndromes epiléticas associadas: Espasmos infantis. Síndrome de Lennox-Gastaut.

Emoções intensas, exercícios vigorosos, determinados ruídos, músicas, odores ou luzes fortes podem funcionar como gatilhos das crises. Outras condições – febre alta, falta de sono, menstruação e estresse – também podem facilitar a instalação de convulsões, mas não são consideradas gatilhos.

Os exames laboratoriais de sangue devem ser seguidos pelo EEG (eletroencefalograma), que é um exame eletrofisiológico. Portanto, o EEG vai analisar a função elétrica cortical cerebral e poderá detectar e localizar a área com atividade anormal capaz de provocar as crises convulsivas.

As convulsões sem febre se apresentam em 0,4% das crianças. Caso se tornem freqüentes, diz-se que a criança tem epilepsia. Ainda que as causas sejam muitas, a mais comum é uma pequena cicatriz no tecido cerebral, que desencadeia os ataques convulsivos.

Convulsões Durante o Sono
As convulsões do lobo frontal, geralmente, acontecem em 'grupos' (muitas convulsões próximas umas das outras), mas geralmente são breves. Elas podem incluir movimentos bruscos súbitos, posturas ou movimentos estranhos dos braços ou das pernas, gritos altos e vagar durante o sono.

A temperatura para febre acima de 39,4ºC pode indicar uma infecção bacteriana, principalmente se for acompanhada de calafrios. Além disso, a febre alta é capaz de desencadear convulsão febril em crianças de seis meses a três anos que tenham predisposição genética e febre repentina7.

Algumas crises convulsivas podem acontecer durante o sono.

Basta afastar objetos (para evitar que a criança se machuque). É importante tratar a causa da febre, que leva à convulsão, e investigar se a criança tem uma doença relacionada. Nunca dê por conta própria medicamentos para baixar a temperatura ou anticonvulsionantes. As convulsões febris tendem a cessar espontaneamente.

O corpo sofre contrações musculares intensas e involuntárias. A pessoa se debate, pode ficar arroxeada, lábios e dentes ficam cerrados e há salivação excessiva. Na maioria das vezes, ocorre perda de consciência. Essa é a descrição feita por quem já presenciou uma crise convulsiva, condição que ocorre repentinamente.

Caso você presencie uma crise convulsiva em público, também é importante ficar atento à duração do episódio; se este durar mais de 5 minutos, encaminhe a pessoa a uma emergência ou chame uma ambulância imediatamente.

Adotar hábitos mais saudáveis, como a prática de atividade física segura, alimentação saudável, aumento da ingestão de água, aumento das horas de sono e meditação, yoga ou relaxamento, podem ajudar a diminuir o impacto emocional de situações sobre as quais não temos controle.

Parece que está ouvindo, mas ele está inconsciente, não ouve e não vê nada. A pessoa retoma a consciência poucos segundos depois e dá continuidade à atividade que estava executando como se nada tivesse acontecido. Também pode acontecer várias vezes ao dia.

A convulsão em crianças é desencadeada, geralmente, por febre, sendo chamada de crise convulsiva febril. Essa convulsão é comum em crianças com idades entre 6 meses e 5 anos. Acredita-se que o fator desencadeante é o aumento muito rápido da temperatura do corpo, que pode acontecer em resposta a alguma infecção.