Como saber todas as vacinas que já tomei na vida?

Perguntado por: aapolinario . Última atualização: 1 de junho de 2023
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Por meio do aplicativo Conecte SUS Cidadão (Android ou iOS) ou da versão web, o cidadão consegue acompanhar se o registro da vacina foi inserido no sistema de informação.

Para adultos, o Ministério da Saúde recomenda doses contra hepatite B, difteria e tétano, a tríplice viral e a da febre amarela. E, para os idosos, as vacinas contra hepatite B, difteria e tétano, pneumocócica 23-valente e influenza.

A vacina contra febre amarela está disponível na rede SUS, e você pode consultar a disponibilidade nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Caso você já tenha sido vacinado contra a febre amarela, é possível emitir este certificado online.

Acesse o Conecte SUS Cidadão e: Busque o ícone Vacinas >> Clique no ícone >> As doses administradas irão aparecer na tela, clique para abrir o detalhamento das doses administradas >> Escolha a opção “Certificado de Vacina Covid-19” >> Selecione um dos idiomas (português, inglês ou espanhol) >> aperte no ícone “PDF”.

Você pode ir até o posto de saúde que sempre se vacinou e pedir uma segunda via do documento. Mas se isso não for possível, você pode procurar qualquer posto de vacinação e relatar seu histórico.

“Ela [caderneta] é adquirida na rede pública de saúde, aqueles pacientes que nasceram em hospital público já saem com a caderneta. É importante falar também que no site do Ministério da Saúde tem a carteira de vacinação tanto para o sexo masculino quanto para o feminino.

Você pode ir até o posto de saúde que sempre se vacinou e pedir uma segunda via do documento. Mas se isso não for possível, você pode procurar qualquer posto de vacinação e relatar seu histórico. Mesmo que não saiba exatamente quais vacinas você já recebeu, não tem problema ser imunizado mais uma vez.

As 5 vacinas indispensáveis para cuidar da saúde da família

  • Febre amarela.
  • Gripe.
  • Hepatites A e B.
  • HPV.
  • Tríplice bacteriana.

Sabe aquela marquinha de cicatriz no braço que quase todo mundo tem? A famosa marca é resultante de uma reação do corpo à vacina BCG, administrada em recém-nascidos preferencialmente antes do bebê deixar a maternidade. É por causa dessa vacina que os casos graves de tuberculose são bem mais raros hoje em dia.

Para adultos, o Ministério da Saúde recomenda doses contra hepatite B, difteria e tétano, a tríplice viral e a da febre amarela. E, para os idosos, as vacinas contra hepatite B, difteria e tétano, pneumocócica 23-valente e influenza.

Quem já tomou a vacina precisa se vacinar? Pessoas que tomaram 2 (duas) doses antes dos 5 anos de idade ou 1 (uma) dose depois dos 5 anos de idade não precisam se vacinar novamente, pois a imunização dura por toda a vida!

Crianças, ao completarem 4 anos de idade, devem receber 1 (uma) dose de reforço; Pessoas de 5 a 59 anos de idade, não vacinadas ou sem comprovante de vacinação, devem receber 1 (uma) dose; Pessoas que receberam apenas 1 (uma) dose da vacina antes de completarem 5 anos de idade devem receber 1 (uma) dose de reforço.

Dose contra a febre amarela não precisa ser renovada e isso vale independentemente de quando você tomou a vacina. Quem já foi vacinado pelo menos uma vez contra a febre amarela (com a dose padrão/ não fracionada) não precisa fazer uma nova visita ao posto de saúde.

Para fazer um novo cartão de Vacina o usuário deverá entrar em contato com sua Unidade Básica de Saúde (UBS) e fornecer seus dados para a confecção da 2ª via do cartão: nome, CPF ou cartão SUS, data de nascimento, e se possível o local onde tomou as doses.

Pelos canais digitais – aplicativo Poupatempo Digital e portal www.poupatempo.sp.gov.br – o documento poderá ser acessado com o CPF do menor, após cadastro no LoginSP, o autenticador único para acesso aos serviços do Estado.

O cartão de vacinas é um documento com dupla função: permitir ao usuário do SUS saber quais vacinas já tomou e, ao mesmo tempo, possibilitar ao estado acompanhar o nível de imunização das pessoas.

O esquema vacinal completo recomendado pelo Ministério da Saúde é de 3 doses administradas no primeiro ano de vida com reforços aos 15 meses e 4 anos de idade. A partir dessa idade, um reforço a cada dez anos após a última dose administrada. reforço caso a última dose tenha sido há mais de 5 anos.

A partir da adolescência e durante toda a vida, serão necessários reforços da vacina a cada 10 anos para manter anticorpos circulantes em quantidade suficiente para neutralizar a toxina do tétano caso a pessoa tenha um ferimento e se contamine com o bacilo causador do tétano.

Trata-se da vacina DTP que deve ser aplicada aos 15 meses e aos 4 anos de idade e que pode ser administrada até os 7 anos, em caso de atraso na vacinação. O esquema vacinal contra o tétano inclui uma dose de reforço a cada dez anos após a última dose recebida.

Apesar de poder ser impressa pelo site do Ministério da Saúde. Logo na primeira página tem um aviso de que a venda é proibida. Por causa da falta do material, desde o ano passado, é cada vez mais comum a comercialização de cópias, pela internet e papelarias.

Em 2020, foi publicada a 2ª edição da Caderneta da Criança, mas somente na versão digital, trazendo apenas alguns ajustes de formatação e atualizações. Já em 2021 foi publicada a 3ª e mais recente edição.