Como será a Amazônia no futuro?

Perguntado por: umoraes . Última atualização: 17 de janeiro de 2023
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Em 2050, metade da floresta pode virar savana. Os pesquisadores envolvidos com o estudo não acreditam na primeira via de desenvolvimento da Amazônia. Foi o debate de décadas atrás, de tentar preservar tudo com unidades de conservação. “A ideia de colocar uma cerca na Amazônia era impossível”, diz Nobre.

Se as devastações continuarem daqui a 50 ou 100 anos não existirá mais floresta Amazônica e isso teria varias consequências como a extinção de milhares de espécies, aumentaria o aquecimento global e com isso mataria o resto do material orgânico, o Brasil seria "condenado" pelo resto do mundo pelo desmatamento, nosso ...

Compromisso com o futuro
A floresta garante as chuvas para boa parte da América do Sul e tem papel central no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas. Abriga imensa biodiversidade, com milhares de espécies de plantas e animais, algumas ainda desconhecidas ou pouco estudadas.

Foram 11,6 mil km2 de floresta derrubados, o segundo maior número dos últimos 13 anos. Monitoramento identifica dinâmica de aumento dos grandes polígonos de desmate, que têm mais de 100 hectares.

Estimativa de desmatamento na Amazônia Legal para 2022 é de 11.568 km2. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), unidade vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), concluiu a estimativa da taxa de desmatamento na Amazônia Legal Brasileira (ALB).

Expansão da fronteira agrícola, obras de infraestrutura, assentamentos humanos e apropriação de terras públicas são as principais causas da perda de cobertura florestal. Embora a região possua as maiores reservas de água doce do planeta, boa parte da população amazônica não dispõe de água própria para o consumo.

5 formas de acabar com o desmatamento da Amazônia

  1. Instituir o imposto rural. ...
  2. Ampliar a moratória da soja para o cerrado. ...
  3. Eliminar o mercado de carne ilegal. ...
  4. Aumentar a fiscalização do crédito para a agricultura. ...
  5. Definir novas medidas de combate ao desmatamento.

Você pode ajudar reduzindo o consumo de itens descartáveis (como guardanapos, papéis, pratos e canudos), digitalizando documentos e fazendo a reciclagem de produtos usados. Ao comprar móveis e itens de construção, dê preferência para as empresas que trabalham apenas com madeira de reflorestamento.

As principais ameaças à manutenção da biodiversidade amazônica são o avanço das atividades econômicas, como o garimpo, a extração ilegal de madeira, a mineração e o crescimento das áreas destinadas aos cultivos agrícolas e às pastagens inseridas no modelo de produção do agronegócio.

A área degradada passou de 1.137 km² em setembro de 2021 para 5.214 km² em setembro de 2022, uma alta de 359%. Além disso, em setembro, apenas dois estados concentraram 96% da área degradada na Amazônia: Mato Grosso, com 3.865 km² afetados (74%), e Pará, com 1.127 km² (22%).

Durante vários séculos a Amazônia permaneceu praticamente esquecida, uma vez que os colonizadores não encontraram quase nada de importante a ser explorado.

perda de biodiversidade tanto na fauna quanto na flora, além do aumento do número de espécies ameaçadas de extinção; desequilíbrio ecossistêmico; poluição atmosférica decorrente das queimadas; agravamento das mudanças climáticas em função da emissão de gases poluentes na atmosfera.

Amazônia

Recheada de biodiversidade e com características que são salvadoras para a qualidade de vida da população mundial, a Amazônia é considerada a principal floresta do mundo, mas por quê?

Conhecida como 'Pulmão do mundo', a Floresta Amazônica é a maior floresta do mundo, com aproximadamente 7 milhões de quilômetros quadrados.

A expectativa é que, se o desmatamento continuar no ritmo que está, a cifra para este ano chegue a 15 mil km² de destruição na Amazônia. Em relação ao mesmo periodo do ano passado (janeiro a maio de 2021), a área desmatada no acumulado de 2022 é 8% maior.

Uma área equivalente ao tamanho da cidade de São Paulo foi desmatada na Amazônia apenas em julho de 2022. Pará lidera o ranking mensal, no entanto, o acumulado do ano mostra liderança inédita do Amazonas. Estimativas apontam que a taxa anual de desmatamento no bioma será a maior desde 2006.

E isso terá um impacto significativo na biodiversidade da região e até mesmo nas mudanças climáticas em nível mundial. A boa notícia é que 80% da floresta amazônica original permanecem praticamente intactos, então ainda é possível cuidar desse patrimônio de imenso valor para toda a humanidade.

Queimadas já consumiram 3,7 milhões de hectares na Amazônia Legal em 2022.

Já o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que o desmatamento acumulado na Amazônia até agosto de 2022 atingiu 7.135km², cerca de 800km² a menos do que o registrado pelo Imazon.

Dom e Phillips foram vistos pela última vez em 5 de junho, um domingo, ao passar pela comunidade do Amazonas de São Rafael. De lá, partiram numa embarcação para uma viagem de cerca de duas horas, mas não foram mais vistos.