Como usar a tabela de Linus Pauling?

Perguntado por: ioliveira . Última atualização: 19 de maio de 2023
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A leitura começa no subnível de menor energia (1s). Seguindo a ordem das setas, o próximo é o subnível 2s. Em seguida, vem o 2p e assim sucessivamente até chegar ao subnível p da camada 7. Os elétrons dos átomos são distribuídos de modo a preencher completamente cada subnível.

Para descobrir a família (coluna) basta saber quantos elétrons existem na camada de valência ou no subnível mais energético. A figura abaixo apresenta o subnível mais energético característico de cada coluna ou família da Tabela Periódica.

Para fazermos a distribuição eletrônica de um átomo devemos distribuir a sua quantidade total de elétrons em seus subníveis de energia, respeitando o diagrama de Linus Pauling, preenchendo os subníveis de menor energia primeiro e conforme os for completando em suas quantidades máximas seguir para os subníveis seguintes ...

Para determinar a camada de valência através da tabela periódica é preciso identificar o período e a família do elemento. Assim, enquanto a família 1A apresenta 1 elétron de valência, a 2A apresenta 2, e assim sucessivamente.

Para determinar o número de prótons e elétrons, basta lembrar que o número atômico é igual ao número de prótons e ao número de elétrons. Logo, o átomo de ferro apresenta 26 prótons e 26 elétrons. Obs.: Como o número de elétrons é igual ao número de prótons, esse átomo apresenta 18 elétrons.

O átomo apresenta 7 camadas eletrônicas: K, L, M, N, O, P e Q. A camada de valência é a camada ou nível eletrônico mais externo do átomo.

Para realizar a distribuição eletrônica de um elemento, através do Diagrama de Linus Pauling, o primeiro passo é identificar o número atômico na tabela periódica. Em seguida, percorrer as diagonais de acordo o modelo acima. Por fim, preencher os subníveis com a quantidade máxima de elétrons por camadas e subníveis.

A carga elétrica do íon corresponde à diferença entre o número de prótons (cargas positivas) e elétrons (cargas negativas). Por exemplo, se um cátion apresenta a carga 1+, quer dizer que ele perdeu um elétron. Sabemos disso porque ele ficou com um próton a mais, isto é, com uma carga positiva a mais.

No estado fundamental do átomo de hélio (Z = 2) os elétrons ocupam um orbital 1s, portanto sua configuração eletrônica é 1s2.

A relação que podemos estabelecer entre as famílias B e a distribuição eletrônica é a de que os subníveis d ou f são os possíveis subníveis mais energéticos para os elementos de transição, já que os subníveis s ou p são os subníveis mais energéticos dos elementos representativos (famílias A).

As famílias da tabela foram divididas em A (representativos) e B (transição), sendo identificadas por letras e números. Os elementos representativos correspondem as famílias 0, 1A, 2A, 3A, 4A, 5A, 6A e 7A. Os elementos de transição correspondem as famílias 1B, 2B, 3B, 4B, 5B, 6B, 7B e 8B.

A) Na Tabela Periódica, as famílias ou grupos correspondem às linhas horizontais. B) Em uma família, os elementos apresentam propriedades químicas bem distintas. C) Em uma família, os elementos apresentam geralmente o mesmo número de elétrons na última camada.

O Diagrama de Pauling, também conhecido como Diagrama de Energia, é a representação da distribuição eletrônica através de subníveis de energia. Através do esquema, o químico Linus Carl Pauling (1901-1994) sugeriu algo além do que já havia com relação à distribuição de elétrons dos átomos de elementos químicos.

Número de prótons: Z = A - n ou P = A - n. Número de nêutrons: n = A - Z.

Existe uma letra do alfabeto que não aparece em nenhuma abreviação ou nome de elemento químico da tabela periódica (atual). Qual seria esta letra? A letra que não aparece é o J. Já foram propostos nomes (e símbolos) de elementos com a letra J.