Como usar regência verbal?

Perguntado por: rAvila . Última atualização: 20 de maio de 2023
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Regência verbal é a relação existente entre o verbo e os seus complementos, ou seja, é a forma como o verbo se liga ao objeto direto e ao objeto indireto. Essa ligação entre o verbo e os complementos verbais pode ser feita através do uso de uma preposição ou sem a presença de uma preposição.

Chamamos de regência verbal a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam (objetos diretos e objetos indiretos) ou caracterizam (adjuntos adverbiais). Os verbos podem ser intransitivos e transitivos.

O termo regente é aquele que exige um complemento para ter determinado sentido. Quando a regência é nominal, o termo regente é um nome (adjetivo, advérbio ou substantivo) e o termo regido é um complemento preposicionado, subordinado a esse nome. Exemplo: Tenho medo de escuro.

A regência do verbo começar pode ser, segundo o Dicionário dos Verbos Portugueses, da Porto Editora: «Começar a: começar a florir; começar com: começou com as suas conversas; começar por: começar pelo princípio.» A que eu `acrescento´ (f. verbal): começar em/'em o ou no': começar em primeiro/começar no primeiro lugar.

Os verbos transitivos diretos são aqueles em que o complemento verbal não é regido por preposição. Os verbos transitivos indiretos são aqueles em que o complemento verbal é regido por preposição.

Regência é a relação que se estabelece entre uma palavra e seus complementos. Há dois tipos de regência na gramática da língua portuguesa: a verbal e a nominal. A regência verbal trata da relação de um verbo com seus complementos. A regência nominal trata da relação de um nome com seus complementos.

verbo transitivo direto Entrar na posse de; passar a possuir: receber uma herança. [Jurídico] Recolher o que lhe é devido: receber uma herança, indenização. Fazer cobranças; cobrar: mandei receber a conta. Acolher como visita, hóspede; hospedar: receber em casa um amigo.

Vale lembrar que a contração “à” antecede sempre uma palavra feminina. A junção da preposição “a” ao artigo “o”, torna-se “ao” (a+o=ao). – Vou chegar ao trabalho atrasada hoje. Sempre que indicamos tempo futuro, usamos a preposição “a” sem contração com o artigo definido feminino “a”, ou seja, sem crase.

As duas formas estão corretas. Pode ser dito atender o telefone e atender o cliente, bem como atender ao telefone e atender ao cliente, sendo facultativo o uso da preposição a. Há, contudo, uma preferência para a regência com preposição quando indica uma coisa e para a regência sem preposição quando indica uma pessoa.

Verbos transitivos diretos (VTD) são os verbos que precisam de um complemento para fazer sentido. Esse complemento, chamado de objeto direto, se liga ao verbo sem preposição obrigatória: O povo ama o prefeito. (VTD: ama.

Como quem gosta, gosta de alguém ou de alguma coisa, o verbo pede a preposição de. Se o objeto é precedido de uma preposição, ele é indireto e o verbo, consequentemente, transitivo indireto. Veremos mais alguns exemplos de verbo transitivo indireto a seguir.

o filhinho. b) No sentido de contentar, satisfazer o empregamos como transitivo indireto (exige-se objeto indireto com a preposição a).

Erro mais comum de regência nominal: Certeza que: Por exemplo: Nós temos certeza que seu amigo não esteve aqui hoje. OBS: Ainda que seja comum na Norma Culta — entre os grupos de pessoas mais escolarizadas —, “certeza que” não é a regência que a Norma Padrão prescreve.

Estudar regência envolve vários outros tópicos, como transitividade verbal e uso de pronomes oblíquos que exercem função de objeto. Procure estar atento à matéria, inclusive quando estiver lendo sobre outros temas. Você vai perceber como a regência constrói uma linha coerente entre as palavras no texto.

verbo transitivo direto Chegar ao fim; finalizar: o atleta acabou a prova em primeiro. Estar no fim: no latim o verbo acaba a frase. verbo transitivo indireto Ser a conclusão de; concluir: esta discussão vai acabar em problema.