É grave disfunção diastólica?

Perguntado por: aAvila . Última atualização: 20 de maio de 2023
4.5 / 5 17 votos

Uma investigação desenvolvida na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) concluiu que as pessoas com disfunção diastólica, uma perturbação do relaxamento cardíaco, apresentam um risco três vezes superior de desenvolver patologias cardiovasculares e risco de morte.

O tratamento da disfunção diastólica do ventrículo esquerdo fundamentase em medidas que reduzem os sintomas congestivos, como os diuréticos e nitratos.

Grau 1 (um)
Quando a relação E/A do fluxo mitral é menor que 0,8 e a velocidade da onda E é menor que 50 cm/s, temos o grau 1 de disfunção diastólica, porque, neste caso, a pressão média do átrio esquerdo é normal ou baixa.

Portanto, quem tem problema no coração deve, sim, praticar atividades físicas. Mas, é importante ter um acompanhamento médico constante, para avaliar as condições de saúde de cada paciente.

Estudos mais aprofundados sobre a disfunção diastólica
Independentemente da forma, os sintomas podem incluir inchaço nos pés e tornozelos, falta de ar não relacionada ao exercício e dificuldade em respirar enquanto está deitado.

Ela divide a disfunção diastóli- ca em quatro graus: I - déficit de relaxamento; II - padrão pseudo-normal; III - padrão restritivo re- versível e IV – restritivo irreversível.

Alterações com o envelhecimento
O colágeno intersticial no miocárdio aumenta, o miocárdio endurece e o relaxamento miocárdico é prolongado. Essas alterações levam a redução significativa da função diastólica ventricular esquerda, mesmo em pessoas idosas saudáveis.

Sua pressão arterial diastólica é o número mais baixo em sua leitura. Ele mede a força do sangue contra as paredes das artérias enquanto o coração relaxa e os ventrículos podem se encher de sangue.

A Disfunção Diastólica (DD) consiste no conjunto de alterações do relaxamento ventricular associado a rigidez e baixa complacência, levando a elevações nas pressões de enchimento. Alguns estudos retrospectivos correlacionaram essa disfunção a um pior prognóstico evolutivo em pacientes com Estenose Aórtica (EAo).

Losartana (dose recomendada entre 50 a 100 mg por dia, em dose única diária). Olmesartana (dose recomendada entre 20 a 40 mg por dia, em dose única diária). Telmisartana (dose recomendada entre 20 a 80 mg por dia, em dose única diária). Valsartana (dose recomendada entre 80 a 320 mg por dia, em dose única diária).

Os sintomas
Dessa forma, o paciente pode sentir cansaço extremo; falta de ar; dor no peito; sensação de batimentos cardíacos acelerados; e até sofrer com desmaios.

O tratamento da disfunção diastólica do ventrículo esquerdo fundamentase em medidas que reduzem os sintomas congestivos, como os diuréticos e nitratos.

O tratamento depende da causa subjacente e pode envolver medicamentos ou cirurgia. A hipertrofia ventricular esquerda causada por estenose da válvula aórtica pode exigir cirurgia para reparar a válvula estreitada ou para substituí-la por uma válvula artificial.

O relaxamento do ventrículo esquerdo anormal e/ou diminuição de sua complacência, promovem alterações na hemodinâmica cardíaca, de tal forma, que o débito cardíaco normal somente é obtido através do aumento das pressões de enchimento do ventrículo esquerdo.

Se a arritmia for de baixo risco, a prática das atividades podem ser realizadas sem restrições. Pessoas com arritmia de riscos um pouco maior necessitam de recomendação médica para realizar as atividades mais leves, como caminhada com duração de 20 a 40 minutos que pode ser feita três ou quatro vezes por semana.

De modo geral, os exercícios físicos mais recomendados para quem tem problema no coração são os exercícios aeróbicos. É o caso, por exemplo, de fazer uma caminhada ou andar de bicicleta, corridas leves, entre outros.

“Neste caso, o ideal é fazer atividades de bem baixa intensidade, como jogar sinuca, boliche, golf, bocha, pesca e tiro ao alvo. A pessoa não pode praticar atividades competitivas, como vôlei, futebol e natação.

No caso da pressão diastólica, a normalidade é de 80 mmHg e não é bom que ultrapasse os 90 mmHg. Se ultrapassadas essas médias, o coração acaba se esforçando mais para que o sangue chegue até todo o corpo, provocado a doença.

Insuficiência sistólica: a câmara esquerda não tem força para empurrar sangue suficiente para a circulação. Insuficiência diastólica: a câmara esquerda não relaxa normalmente, porque o músculo se tornou mais rígido e o enchimento é reduzido.