É locura ou loucura?

Perguntado por: lgoncalves9 . Última atualização: 19 de maio de 2023
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substantivo feminino Qualidade de louco, desprovido de razão. [Medicina] Distúrbio mental grave que impede alguém de viver em sociedade, definido pela incapacidade mental de agir, de sentir ou de pensar como o suposto; insanidade mental.

As causas ou fatores de risco dos transtornos podem ser desde a predisposição genética e evento traumático até o abuso de drogas. São diversos transtornos mentais, como ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade, entre outros.

Origem etimológica:latim praecolendus, -a, -um, que deve ser respeitado, gerundivo de latim praecolo, -ere, respeitar antecipadamente, afeiçoar-se a.

nos fins da Idade Média ao século XVI o conceito de loucura começa a divergir com o que se pensava na Grécia Antiga. Inicia-se nesse período a ruptura entre razão e desrazão. A desrazão criaria, de certa forma, a própria razão.

A loucura deixa de ser vista como desrazão e passa a ser compreendida definitivamente como doença mental. Assim, abrem-se as portas para a sua escuta, sobretudo, quando no século XIX efetivam-se os entrecruzamentos entre Psiquiatria e Psicanálise.

As doenças psiquiátricas são conceituadas como uma condição de anormalidade na ordem psíquica, mental ou cognitiva, e podem ter causas determinadas ou não. Além de provocar comorbidades em diversos órgãos do corpo — devido à redução da defesa imunológica — elas também afetam a vida pessoal, profissional e social.

"Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes." - Albert Einstein Foi exatamente por querer resultados diferentes que o NOVO surgiu e tem mostrado que é possível sim fazer as coisas de forma diferente na política.

Os Transtornos Mentais mais comuns no Brasil

  • Ansiedade. ...
  • Depressão. ...
  • Transtornos Alimentares. ...
  • Transtorno Bipolar. ...
  • Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC) ...
  • Esquizofrenia. ...
  • Estresse pós-traumático. ...
  • Transtorno de personalidade Borderline.

Já a Psiquiatria entende a loucura como uma doença orgânica, que recebe um nome esquizofrenia como método de identificá-la e estabelecer, então, um tratamento farmacológico que a elimine do comportamento e do pensamento do indivíduo.

Nesse caminho, é possível pensar em um ponto de loucura inerente ao ser falante. Isto é, considerar uma dimensão da loucura que é ao mesmo única e concernente a todos, significa também retirar a loucura do senso patológico e incorporá-la a uma dimensão do ser falante.

A forma correta de escrita da palavra é louco, sempre que quisermos referir algo ou alguém que seja doido, maluco, insensato, furioso, alucinado, desatinado, brincalhão, irracional ou imprudente.

1 alienado, anormal, demente, desequilibrado, doido, insano, maluco, mentecapto, perturbado, orate.

Não há nenhuma diferença, eles têm o mesmo significado e podem ser usados em qualquer frase.

Tais dicas são muito importantes tanto para a pessoa que ajuda quanto para quem possui estes problemas.

  1. Conheça os problemas psicológicos. ...
  2. Nunca duvide dos transtornos. ...
  3. Estimule e converse com sua família. ...
  4. Não se sobrecarregue. ...
  5. Mantenha sua independência. ...
  6. Não julgue ou estigmatize. ...
  7. Seja assertivo. ...
  8. Evite o isolamento.

Quer dizer, para Foucault a loucura, além de figura histórica, é também e fundamentalmente uma experiência originária, essencial, que a razão, ao invés de descobrir, encobriu, mascarou, dominou, embora não a tenha destruído totalmente, por ela ter-se mostrado perigosa.

A psiquiatria e a enfermagem psiquiátrica surgiram no hospício. O hospício era instituição disciplinar para reeducação do paciente: louco, o alienado; por meio da atuação de um profissional: o médico – alienista, a figura de autoridade a ser respeitada e imitada nesse projeto pedagógico.

A loucura, ao contrário da psicose, não é uma condição estrutural, mas uma possibilidade do ser. Neste sentido, qualquer estrutura pode se apresentar em estado de loucura.

Para ele, a manifestação da doença se dividia em quatro fases sucessivas: a aura, estado que precede a crise, quando o doente começa a se agitar sem, no entanto, perder a consciência; a fase epileptóide, manifestada por gritos, palidez e perda de consciência; o período de contorções, também chamado “clownesco”, ...

A loucura é a “virtualidade permanente de uma falha aberta em sua essência” (LACAN, [1950] 1998, p. 177.