É tipo o gato de Schrödinger?

Perguntado por: agouveia . Última atualização: 19 de maio de 2023
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Trata-se de uma experiência imaginária, na qual um gato, no papel de cobaia, está vivo e morto ao mesmo tempo! E não estamos falando de espiritismo, mas de mecânica quântica, o ramo da física que estuda o estranhíssimo mundo das partículas subatômicas (menores que os átomos).

Descrita usualmente como uma experiência mental, a teoria do gato de Shrödinger é um experimento que procura mostrar a aplicação de noções da mecânica quântica, mais especificamente do princípio da incerteza, em objetos do dia-a-dia.

Segundo a psicoterapeuta junguiana Simone Berno (2017), o gato representa um instinto ligado ao lar e a dimensão interior daquele que sonha. Ao contrário do cachorro, companheiro masculino, o gato é um animal simbólico do polo feminino da pessoa. O gato é uma imagem dos desejos que habitam aquele que sonha.

A mente felina
Eles são tão independentes que, por vezes, são estereotipados como frios e calculistas. De fato, a inteligência desses bichos permite que desenvolvam autossuficiência cedo em suas vidas, o que pode transmitir a ideia de que repelem a companhia humana.

Gato de Cheshire (ou Gato Risonho)
Mantendo uma postura confiante, o Gato faz parte da ação, mas age como se estivesse de fora, se tornando quase um observador daquele mundo.

O Gato de Schrödinger, foi uma situação paradoxal desenvolvida pelo físico austríaco Erwin Schrödinger em 1935 e é usado para ilustrar o conceito de superposição, que contesta a possibilidade de duas situações opostas acontecerem ao mesmo tempo.

Todos os gatos domésticos são descendentes dos gatos selvagens do Oriente Médio (Felis silvestris), o "gato-do-mato".

É um experimento mental (que só precisa ser imaginado para chegar a conclusões) inventado pelo físico austríaco Erwin Schrödinger em 1935.

A ideia é que um gato seja colocado numa caixa selada com uma fonte radioativa e um veneno que será ativado se um átomo da substância radioativa se desintegrar. A teoria da superposição da física quântica sugere que, até que alguém abra a caixa, o gato está vivo e morto, uma superposição de estados.

Enquanto o cão é frequentemente mencionado na Bíblia, para o bem ou para o mal, o gato nunca é mencionado. Isto porque os gatos não tinham outra função que não fosse puramente estética, e portanto tinham pouco lugar no mundo pragmático da época.

Principalmente, porque os pets podem apresentar manifestações comportamentais semelhantes aos sintomas comuns em pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista).

E mesmo agora, em pleno século 21, rituais de magia usam os gatos pretos para sacrifícios a fim de conquistar algo ou alguém.

Embora os gatos vejam, sintam o cheiro e o toque dos humanos, os felinos podem reconhecer o tutor apenas pela voz! Apesar de o olfato também ser um sensor que identifica o tutor de longe, nesse caso, a audição é o mais importante, pois o olfato dos felinos não é tão potente quanto o dos cachorros.

Os gatos possuem uma visão noturna excepcional que lhes permite enxergar no escuro de forma impressionante. Eles têm uma quantidade maior de bastonetes, que são células sensíveis à luz, em comparação aos humanos. Essas células os ajudam a captar até mesmo pequenas quantidades de luz disponível no ambiente.

As pessoas costumam ver este comportamento como um gesto de afeto do animal, quando, na verdade, o gato está apenas a marcar território com o seu cheiro. Durante o ritual, ocorre uma importante troca de odores que serve para criar um cheiro comum e familiar entre todos os indivíduos que partilham o território.

O nome de Cheshire deriva da antiga forma do nome "Chester" e foi registrado pela primeira vez como Legeceasterscir, na Anglo-Saxon Chronicle, significando "o condado da cidade de legiões".

No filme de animação da Disney de 1951, Alice no País das Maravilhas, o Gato de Cheshire é retratado como uma personagem inteligente e manhosa, que às vezes ajuda Alice e outras vezes a coloca em apuros. Ele canta frequentemente o primeiro verso do poema de Jabberwocky.

Todos os cães do mundo evoluíram a partir de um único grupo de lobos, afirmam cientistas. Um novo estudo argumenta que os cães podem ter evoluído de uma população de lobos de único local por volta de 20 mil a 40 mil anos atrás.