Em que se baseava a economia germânica?

Perguntado por: emonteiro6 . Última atualização: 18 de maio de 2023
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Do ponto de vista econômico, os germânicos estabeleciam uma economia agrícola de natureza itinerante que promovia o uso das terras até o seu completo esgotamento. Paralelamente, a caça e a pesca eram outras atividades que também exerciam um relativo destaque.

Os germânicos habitavam o norte da Europa e tinham origem indo-europeia, portanto, eram povos originários da Ásia Central e do planalto iraniano que, no Período Neolítico, começaram a migrar e estabelecer-se em terras europeias e indianas.

Resumidamente, os germânicos eram povos seminômades que sobreviviam da pecuária e agricultura. Mantinham contatos comerciais com os romanos e organizavam-se em tribos patriarcais lideradas por um chefe militar, em geral o guerreiro mais poderoso.

Entre as principais atividades econômicas, destacavam-se a agricultura (trigo, cevada, centeio, legumes, etc.) e a pecuária (bois, carneiros). A princípio, a propriedade da terra pertencia a todo o clã, sendo que seus membros tinham o direito de usufruir determinadas áreas.

A estrutura social que se erigiu nessa civilização teve como base principal os patrícios e os plebeus. Além desses, havia ainda os clientes, os escravos e os proletários. Os patrícios formavam a elite social e política romana.

Os germânicos foram rotulados como bárbaros no mundo romano.
Eram povos que habitavam o norte da Europa, em uma região conhecida como Germânia. Os germânicos eram formados por diversos povos que, a partir do século III d.C., começaram a migrar e invadir as terras do Império Romano do Ocidente.

A contribuição dos povos germânicos para a formação do feudalismo se deu principalmente ao nível dos costumes. A sociedade feudal, assim como a germânica, organizou-se economicamente sobre atividades agropastoris. A descentralização do poder é herança da cultura germânica.

Os romanos chamavam de bárbaros os povos que viviam além das suas fronteiras e cujas culturas estranhavam profundamente.

Além da fidelidade ao chefe, os germanos valorizavam também a coragem nos campos de batalha. Quando um guerreiro era vencido, se matava no campo de batalha ou se escondia na floresta, esperando nova oportunidade de guerrear.

Entre todos os reinos bárbaros o reino Franco foi aquele de maior duração e, consequentemente, maior importância para a história européia. Formado a partir da ocupação do território da atual Bélgica pela dinastia merovíngia durante o reinado de Clóvis.

Um dos motivos era a pressão que essas tribos vinham recebendo do oriente, com os avanços dos hunos para o Ocidente. Saqueando e devastando as tribos que encontravam pelo caminho, os hunos fizeram com que os germanos adentrassem as fronteiras romanas, agindo também com violência contra os civilizados.

Assim como outros povos que não tinham os costumes nem falavam a língua dos romanos, os germânicos eram chamados de bárbaros.

Entre o século V e o século VI, os povos germânicos adotam o cristianismo, e, no seio da sua civilização, fundem-no com a cultura germânica e com a cultura greco-latina, lançando as bases da cultura europeia ocidental.

No que se refere às origens étnicas do povo germanico, existem evidências coletadas por arqueólogos e lingüistas que levam a crer que, entre 1000 a.C. e 500 a.C., havia um povo ou um conjunto de povos que compartilhava uma cultura e uma estrutura social comum e que habitava a região que vai do sul da Escandinávia até o ...

A principal atividade econômica dos bárbaros era o cultivo de trigo, feijão, cevada, ervilha e a criação de gado para obtenção de couro, carne e leite, entretanto, os bárbaros utilizavam a guerra e a pilhagem como forma de adquirir bens.

Como elementos de influência germânica, podemos citar o Comitatus e o Beneficium.

Resposta: Os servos (camponeses), cultivavão o alimento, a maior parte do que era cultivado era dado ao senhor, alem de pagar pedagios e empostos, eles so ficavam com a menor parte do cultivo. E outra forma de se conseguir o alimento era atravéz das caças (que eram fornecidas pelos cavaleiros).

O mundo romano era pré-industrial. Sua economia era baseada fundamentalmente na agricultura e sua população na maioria rural. A expectativa de vida era baixa (entre 20 e 30 anos), havia muita insuficiência nutricional (OSBOURNE, 2006). Renda e propriedade eram distribuídas de forma bastante desigual.