O que a sífilis faz com os ossos?

Perguntado por: dpimenta . Última atualização: 26 de maio de 2023
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A disseminação hematogênica do Treponema, aliada a alta afinidade da bactéria pelo tecido ósseo possibilita a progressão da doença para alterações osteolitícas ou osteoblásticas nos ossos, com predileção pelos ossos superficiais.

A sífilis manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida nos órgãos sexuais (cancro duro) e com ínguas (caroços) nas virilhas, que surgem entre a 2ª ou 3ª semana após a relação sexual desprotegida com pessoa infectada.

Pode ocorrer febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo. Não aparecem sinais ou sintomas. É dividida em sífilis latente recente (menos de dois anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de dois anos de infecção).

Na sífilis em atividade a doença apresenta, habitualmente, altos títulos de VDRL (maiores ou iguais a 1/16). Esta condição ou a elevação de títulos do VDRL em quatro vezes ou mais, comparativamente ao último exame realizado, justificariam um novo tratamento para indivíduos previamente tratados.

A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST), curável e de caráter sistêmico. É silenciosa e, se não for tratada adequadamente, perigosa. Após contato inicial com a bactéria, esta pode permanecer no corpo da pessoa por décadas para só depois manifestar-se novamente.

A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode causar vários sintomas e ter diferentes fases. Se não tratada, a longo prazo, pode atingir órgãos vitais e levar a sequelas irreversíveis.

Sífilis terciária
O estágio mais perigoso da doença, mas também o mais demorado, já que pode surgir depois de décadas do contágio, se o paciente não se submeter ao tratamento. As manifestações são em forma de lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, que podem ser graves a ponto de levá-lo a óbito.

Sífilis terciária: pode surgir de 2 a 40 anos depois do início da infecção. Costuma apresentar sintomas como lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

As lesões causadas por sífilis benigna tardia podem ser facilmente confundidas com outros processos granulomatosos como tuberculose, sarcoide, infecção fúngica e, ocasionalmente, com doença neoplásica. A penicilina ainda é o agente antimicrobiano de escolha em todos os estágios de sífilis.

“A vantagem do uso da benzilpenicilina é o seu rápido efeito, com início de 15 a 30 minutos após a aplicação. A ação se prolonga por um período de, em média, 21 dias.

O acompanhamento das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal previne a sífilis congênita e é fundamental. Em formas mais graves da doença, como no caso da Sífilis Terciária, se não houver o tratamento adequado pode levar a pessoa à morte.

A fase secundária da sífilis pode causar febre, cansaço, perda de apetite e perda de peso. (a pele e a parte branca dos olhos ficam amarelados) e a urina se torna escura. Algumas têm dores de cabeça ou problemas de audição, equilíbrio ou visão, porque o cérebro, os ouvidos internos ou os olhos são infectados.

Tratamento mais indicado: Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em 3 doses por via intramuscular, com uma semana de intervalo entre cada. Pacientes alérgicos à penicilina: Doxiciclina 100 mg de 12/12 horas por via oral, por 28 dias.

A sífilis, por ser uma doença causada por bactéria, é tratada com antibióticos. O tratamento, que varia entre 1 a 14 dias, dependendo da avaliação clínica e do estágio da doença, é feito à base de penicilina benzatina, sendo altamente eficiente, principalmente nas fases iniciais.

A sífilis, quando bem tratada, tem cura. Como é uma infecção bacteriana, o tratamento consiste em injeções do antibiótico Penicilina Benzatina, conhecido popularmente como Benzetacil.

“Para o diagnóstico de sífilis e HIV, deve-se aguardar um intervalo de 30 dias após a exposição para realizar a testagem.

São obtidos títulos elevados (>1/32) nas fases primárias ou secundárias da doença, tendendo a se normalizar após o tratamento. Títulos baixos (1/1, 1/4) podem permanecer após o tratamento, caracterizando uma cicatriz sorológica.

O tratamento é feito com antibióticos e deve ser acompanhado com exames clínicos e laboratoriais para avaliar a evolução da doença. A terapia precisa ser estendida aos parceiros sexuais. A sífilis é uma infecção curável, com tratamento relativamente simples, mas pegar a doença uma vez não promove imunidade.

Primeiro vem uma ferida 'inocente' na região genital masculina ou feminina, geralmente mais aparente no pênis do que na vagina. Às vezes, também pode aparecer na boca ou no ânus. “É apenas uma ferida, vai sarar logo”, e é ignorada. De fato, a ferida pode sumir, mas vai reaparecer, em poucos ou muitos anos.

Indivíduos que já tiveram sífilis permanecem com anticorpos contra a doença durante um tempo, mesmo depois de já estarem curados. Se ainda tiverem anticorpos no sangue, o teste dá positivo.

6. A sífilis pode ser mortal. Verdadeiro. Quando não diagnosticada e tratada precocemente, a sífilis evolui para formas tardias com envolvimento potencial de órgãos vitais (como o coração e o sistema nervoso central) podendo causar complicações graves e, até mesmo, a morte.