O que acontece quando vou no dermatologista para retirar pinta?

Perguntado por: eresende . Última atualização: 23 de maio de 2023
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O processo envolve a raspagem do local de forma a eliminar a pinta. A operação pode ser feita com tesoura específica, cureta ou lâmina de bisturi. Não há a necessidade de fazer sutura neste tratamento e pode ser realizado no consultório do dermatologista.

Banho – Liberado no segundo dia após a cirurgia. Evite molhar as fitas de micropore; se necessário, secálas com secador de cabelo em temperatura morna; Ficar no domicílio – por 8 horas se foi usada apenas sedação para a cirurgia; Retirada de pontos – geralmente não existem pontos externos.

Como já dissemos, o dermatologista não considere necessário submeter a lesão a um exame histológico, as técnicas disponíveis são também o uso de produtos tópicos, se o médico especialista considerar que a mancha será removida com tratamento tópico. O valor está entre R$ 50,00 a R$ 150,00.

Quando é necessário remover uma pinta? Pintas que coçam, aumentaram de tamanho, mudam de tonalidade, apresentam manchas ou inflamação local devem ser avaliadas por um especialista e, eventualmente, removidas.

Você também pode sentir um pouco de pressão na pele ao longo do procedimento. A cirurgia pode levar de alguns minutos a uma hora, dependendo do tamanho da pinta e da técnica de remoção. O método cirúrgico varia de acordo com sua finalidade; cor, tamanho e onde a pinta está localizada.

Manchas que coçam, ardem, escamam ou sangram;Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor;Feridas que não cicatrizam em 4 semanas;Mudança na textura da pele ou dor.

Caso você tenha uma ou mais manchas na pele com características consideradas suspeitas, agende uma consulta com a dermatologista para avaliar a necessidade de realizar a cirurgia de remoção de pintas. Conheça a Dermatologista Dra.

De um modo geral, não requerem qualquer tipo de tratamento, a menos que passem a representar algum incômodo estético ou perigo para a saúde. Isso acontece quando há alteração na aparência da pinta, com aumento de tamanho, na coloração ou textura.

Atualmente, a técnica não cirúrgica mais utilizada para a remoção de sinais é o laser, cujo risco de infeção é muito reduzido, promove um processo de cicatrização rápido e muito pouco percetível. Tão importante como saber suspeitar da presença de um sinal atípico é saber prevenir o seu surgimento.

Tipos de pintas: Entenda quais existem

  • Pintas Simples. Os formatos são variados e a quantidade delas varia conforme a genética. ...
  • Sardas. As sardas aparecem geneticamente e aumentam conforme a exposição ao sol. ...
  • Micoses. ...
  • Fitofotomelanoses. ...
  • Ceratoses Actínicas. ...
  • Manchas Escuras.

Pintas com uma única cor costumam ser benignas, enquanto aquelas com duas ou mais cores ou que mudaram de cor devem ser investigadas por suspeita de malignidade. Pintas de tons escuros, variando entre preto e castanho, chamam mais atenção porque podem ser um sinal de melanoma.

Isso não significa que toda pinta diferente será câncer, mas é sempre indicado ir ao dermatologista para avaliar e acompanhar a lesão mais de perto.

O aparecimento está relacionado com a predisposição genética e a quantidade de exposição ao sol. É normal aparecem mais pintas até os 30-40 anos de idade. Muitas pintas podem tornar-se elevadas e apresentam pêlos na superfície. Na face é comum elas se tornarem cor-da-pele com o tempo.

Consulte um médico!
O médico dermatologista é o profissional indispensável para tratar problemas relacionados à pele, especialmente no caso de pintas que podem indicar questões de saúde.

Você saberia identificar sinais de perigo na sua pele?

  1. A - Assimetria. Assimétrico: maligno. ...
  2. B - Borda. Borda irregular: maligno. ...
  3. C - Cor. Dois tons ou mais: maligno. ...
  4. D - Dimensão. Superior a 6 mm: provavelmente maligno. ...
  5. E - Evolução. Cresce e muda de cor: provavelmente maligno. ...
  6. Veja também: Vem chegando o verão...

Se a pinta passar a coçar, ficar inflamada ou sangrar, vale também o alerta.

Em geral, as pintas surgem logo na infância, mas também podem aparecer na fase adulta. Apesar de não haver um consenso, acredita-se que seu surgimento possa acontecer por razões como, por exemplo, a exposição excessiva ao Sol.

Em alguns casos, o sinal pode, sim, voltar após a remoção. De uma forma geral, isso acontece porque o sinal pode ter sido incompletamente retirado. E aí, aquela pequena parte que restou na pele, acaba voltando.