O que as pessoas comiam em 1920?

Perguntado por: landrade . Última atualização: 1 de junho de 2023
4.6 / 5 12 votos

Feijão e arroz bem cozidos. / Verduras e frutas maduras. / Pão de trigo, de centeio, de milho. / Carne, só uma vez por dia. / Leite, manteiga, ovos, queijo. / Peixe muito fresco. / Alimentos duros, que dêem trabalho aos dentes: crosta de pão, frutas, nozes.

Caçavam capivaras e porcos do mato. Pescavam diversos tipos de peixe e assavam as carnes em espetos ou folhas de bananeira. O milho era cultivado por algumas tribos, dele se fazia a pamonha, mas a mandioca foi um dos alimentos mais importantes da dieta indígena e portuguesa no Brasil.

A comida dos camponeses do século 12, quem diria, era nutritiva. Os pobres, que formavam 90% da população da Europa, tinham uma dieta muito mais balanceada que a dos nobres e religiosos. Ela incluía iguarias como carne de castor, mingau de trigo e água com vinagre.

O que comiam os nobres e os pobres na Idade Média? Na alimentação dos nobres havia mais carne, faisão, gado com cortes mais frescos. A nobreza contratava cozinheiros renomados entre as cortes para preparar os alimentos e focavam no aspecto qualitativo dos ingredientes.

As refeições eram ricas em carboidratos e pobres em proteínas, simulando o que as pessoas em guerra na Europa estavam comendo: batatas, nabos, macarrão e pão escuro, todos em quantidades escassas.

Segundo as evidencias, nossos antepassados começaram a consumir carne faz aproximadamente 2.5 milhões de anos, a traves de resíduos de mamíferos conseguidos inicialmente a partir da carniça e logo combinado com a caça.

Há cerca de 200 mil anos, nossos ancestrais, que eram nômades, se alimentavam de frutos e raízes, consumiam carne de caça, peixe e possivelmente moluscos in natura.

Alimento cultivado e consumido pelos índios, a mandioca foi o primeiro produto da terra que os portugueses conheceram. Essas tribos cultivavam mandioca e aprenderam a fazer pratos como tapioca e farofa. A mandioca também é moída e misturada com migalhas de pão, dando origem a farinha de rosca.

Há cerca de 200 mil anos, nossos ancestrais, que eram nômades, se alimentavam de frutos e raízes, consumiam carne de caça, peixe e possivelmente moluscos in natura. Como num drive-thru paleolítico, eles aproveitavam as ofertas alimentícias que encontravam pelo caminho.

Como era a alimentação no sul e sudeste do Brasil nos séculos 18 e 19? Abóbora caipira, farinha de milho (inclusive para doces e café da manhã — "sucrilhos"), banana — cozida e crua, carne, canja, arroz, arroz-doce. Mandioca (do tipo de fazer farinha, dura), inclusive com açúcar.

Devido à falta de banhos regulares, a nobreza e a alta classe social recorriam ao uso excessivo de perfumes e aromas fortes para mascarar os odores corporais. As pessoas usavam pomadas perfumadas, flores e ervas para disfarçar os cheiros desagradáveis.

De um modo geral, os três fenômenos encadeados ou não, falta, carestia e fome, compunham a crise de subsistência. A carestia, também, era um dos fatores que atingia a mandioca e todos os gêneros que pudessem substituí-la, como o milho e o feijão.

Os vikings só consumiam carne assada
As refeições cotidianas continham uma quantidade muito grande de vegetais — legumes, verduras e frutas —, cereais e peixes secos. A carne quando era consumida no cotidiano era em forma de ensopado sempre misturada com uma grande quantidade de vegetais.

Havia muitos alimentos e condimentos de origem árabe que circulavam nas cozinhas medievais, porém, alguns ganharam notoriedade entre os físicos e cozinheiros, especificamente o açúcar, as frutas cítricas, as especiarias, o arroz e a berinjela.

A máxima da dieta paleolítica é comer alimentos naturais de fonte animal e vegetal. O cardápio paleolítico inclui carne de qualquer tipo, legumes, verduras, tubérculos (como inhame e batata-doce, de preferência), frutas e nozes – estas com moderação.