O que é a felicidade para Epicteto?

Perguntado por: earruda . Última atualização: 22 de maio de 2023
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– Em que consiste a felicidade? “A felicidade costuma ser confundida com prazer ou lazer experimentados passivamente. Esse conceito de felicidade só é bom até certo ponto. O único e precioso objetivo de todos os nossos esforços é uma vida em expansão no caminho da plenitude”.

O foco da filosofia estoica é a conquista da felicidade por meio da ataraxia, um ideal de tranquilidade em que é possível viver serenamente e com paz de espírito. Para os estoicos, o indivíduo apenas poderia conseguir essa felicidade através das suas próprias virtudes, ou seja, dos seus conhecimentos.

Epicuro nos ensina que é preciso pouco para ser feliz. Para ele, a felicidade está alicerçada em três palavras gregas: aponia, ataraxia e philia. Aponia é estar bem fisicamente, sem dores, com o corpo em perfeito funcionamento. Ataraxia é a ausência de perturbações na alma, ou seja, estar bem mentalmente.

Epicurismo é uma corrente filosófica baseada na busca pela felicidade. A felicidade para os epicuristas consiste em uma vida pautada pelo autoconhecimento, pela amizade e pela prudência.

Nesse sentido, Epicuro enfatiza que uma das maneiras de alcançar a tão sonhada felicidade é por meio do prazer, porém não é o prazer apenas por prazer, e sim aquele prazer que traz serenidade de espírito, que é livre de dor e de qualquer espécie de sofrimento corporal, ou seja, a saúde da alma.

Para Friedrich Nietzsche a felicidade é frágil e volátil. E complementava, a melhor maneira de começar o dia é, ao acordar, imaginar se nesse dia não podemos dar alegria a pelo menos uma pessoa.

Epicurismo é uma Escola Filosófica criada por Epicuro de Samos em meados do século IV a.C., no período pós-socrático, que afirma que, para atingir um estado de plena liberdade, tranquilidade e libertação do medo, o indivíduo deve manter-se em busca de prazeres moderados.

O epicurismo é uma corrente filosófica surgida na Grécia Antiga no século IV a.C. Segundo o pensamento pregado por seus adeptos, o estado individual de plenitude - em que o sujeito tem total liberdade, tranquilidade e está livre dos medos - está diretamente ligado com a busca pelos prazeres moderados.

Fora as partes já mencionadas em At 17, pouco a Bíblia fala diretamente acerca do estoicismo. Contudo, era uma filosofia pervasiva no mundo do Novo Testamento. Os fariseus praticamente assimilaram, traduziram e adaptaram o estoicismo para sua doutrina. Sua concepção de Torá passa a ser congruente com Logos e Physis.

Por exemplo, Kant caracterizou-as como antitéticas na Crítica da Razão Prática: o epicurismo susten- taria que a vida feliz, prazerosa, é o supremo bem e que a virtude seria apenas um meio para atingi-la; o estoicismo, ao contrário, sustentaria que a virtude é o bem supremo e que a felicidade seria apenas a consciência ...

O estoicismo propunha que os homens vivessem em harmonia com a natureza - o que, para eles, significava viver em harmonia consigo próprios, com a humanidade e com o universo. Para os estóicos, o universo era governado pela razão, ou logos, um princípio divino que permeava tudo.

a) alcançar o prazer moderado e a felicidade. b) valorizar os deveres e as obrigações sociais. c) aceitar o sofrimento e o rigorismo da vida com resignação. d) refletir sobre os valores e as normas dadas pela divindade.

Enquanto alegria é um sentimento momentâneo de contentamento, felicidade é um estado de espírito constante construído por atitudes. Nem sempre o que nos causa alegria também trará felicidade a longo prazo. A busca por alegrias passageiras pode estar te distanciando de ser uma pessoa realmente feliz.

A felicidade para Sócrates é a obtenção do maior prazer possível e disponível ao ser humano; este agiria de forma a obter o máximo prazer.