O que é AESP?

Perguntado por: vcapelo . Última atualização: 19 de maio de 2023
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Criada pela Lei 14.629, de 26 de fevereiro 2010, e oficialmente inaugurada no dia 18 de maio de 2011, a Academia Estadual de Segurança Pública do Ceará (Aesp/CE) é um órgão vinculado à Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS) responsável pela formação inicial e continuada de todos os ...

Uma maneira muito prática de identificar qual é a causa da parada em AESP é através da análise simples do QRS. Nos distúrbios mecânicos, o coração até tenta funcionar bem, mas há algo impedindo. Nesses casos, esperamos encontrar um QRS estreito!

A parada cardíaca pode ser causada por quatro ritmos: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP), Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e Assistolia.

Tipos de PCR

  1. Fibrilação Ventricular. Na fibrilação ventricular, é quando o ritmo cardíaco é desequilibrado e irregular, fora do ritmo sinusal, resultando na incapacidade do coração em manter uma circulação sanguínea adequada.
  2. Taquicardia ventricular. ...
  3. Assistolia. ...
  4. Atividade elétrica sem pulso.

Se for ritmo não chocável (AESP ou assistolia) a prioridade é a administração precoce de adrenalina.

Durante a PCR, após a colocação das pás no tórax da vítima, a identificação de qualquer atividade elétrica regular e sustentada diferente de FV/TV sem pulso ou assistolia define uma PCR em atividade elétrica sem pulso (AESP).

1.345 alunos

“Ampliamos a capacidade formativa em 280 alunos. Assim a AESP tem condições de acolher aproximadamente 1.345 alunos, distribuídos em 35 salas de aula”, apontou.

A atropina não é mais recomendada como rotina para o tratamento de pacien- tes em atividade elétrica sem pulso (AESP) ou assistolia.

A assistolia e a AESP são os ritmos mais comuns em paradas cardíacas de crianças, tanto no ambiente fora do hospital quanto no intra-hospitalar . A assistolia pode ser precedida por uma bradicardia ou por uma atividade elétrica sem pulso, geralmente um ritmo anormal, com QRS largo.

Os sintomas mais comuns de uma parada cardiorrespiratória incluem dor no peito, falta de ar, suor frio, sensação de palpitação, tonturas, desmaios e vista turva ou embaçada. Além desses sintomas, a ausência de pulso ou a falta de respiração indicam que o coração parou de bater.

A definição da PCR em ritmo de AESP é aquela situação onde o ritmo demonstrado no monitor em condições normais deveria produzir pulso, mas, nesse caso, não o está fazendo efetivamente.

A principal causa de AESP é a hipovolemia, assim a prova de volume sempre será uma escolha. Além da hipovolemia, outras causas possivelmente corrigíveis da assistolia/AESP são o tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo, hipotermia e a hipóxia.

A ressuscitação cardiopulmonar (RCP) consiste em uma série de manobras realizadas por profissionais de saúde, ou por leigos, para reverter a parada cardiorrespiratória (PCR) e manter a oxigenação e perfusão tecidual adequadas.

Identificação. Na AESP existe atividade elétrica no monitor cardíaco, mas o paciente não reage, não respira e não se consegue sentir pulso carotídeo. Constitui um ritmo com complexos QRS que não produzem respostas de contração miocárdica suficiente e detectável.

A corrente de sobrevivência do adulto inclui: Acesso rápido, RCP precoce, Desfibrilação precoce, Suporte Avançado de Vida em Cardiologia precoce e Cuidados pós-ressuscitação (AMERICAN HEART ASSOCIATION, 2010).

Interrupção das trocas gasosas pulmonares durante > 5 minutos pode lesar irreversivelmente órgãos vitais, especialmente o encéfalo. Parada cardíaca quase sempre ocorre a seguir, a menos que a função respiratória seja rapidamente restaurada.

Os sinais clínicos considerados em uma PCR são:

  • Inconsciência.
  • Ausência de movimentos respiratórios.
  • Ausência de pulsos em grandes artérias (femoral e carótidas) ou ausência de sinais de circulação.

Depois, são seguidas estas etapas: 1) “Melting”ou desnaturação: consiste na separação da dupla fita do DNA a ser amplificado; 2) “Annealing” ou anelamento ou hibridização: ligação do iniciador ou “primer” ao DNA a ser amplificado; 3) “Extension” ou extensão: polimerização propriamente dita.

A epinefrina é uma das drogas vasoativas com maior aplicabilidade clínica, seja na PCR ou fora dela. Em 2020, a AHA enfatizou a importância do uso dessa droga no atendimento de PCR, mais ainda nos ritmos que não necessitam de desfibrilação.

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