O que é Chiador sibilante?

Perguntado por: lconceicao . Última atualização: 29 de maio de 2023
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A síndrome do bebê chiador, também conhecida como lactente sibilante, é uma condição que acontece em crianças de até dois anos. Consiste em episódios frequentes de tosse e chiado no peito causados por alterações nos pulmões.

O que é o Bebê Chiador? O bebê chiador é quando o bebê apresenta um chiado (como chiado de gato) e não simplesmente secreção em excesso. Isso significa que os brônquios estão mais contraídos e quando o ar vai sair do pulmão, encontra uma resistência maior que leva a esse barulho.

Nos casos de chiado de origem pulmonar, costuma-se prescrever medicamentos à base de corticoides inaláveis para reduzir a inflamação e a hiper-reatividade das vias respiratórias. Também podem ser utilizados broncodilatadores inalatórios para tratar os chiados.

Sintomas. , corrimento nasal e dificuldades de alimentação (causadas por insuficiência cardíaca ou dificuldade em deglutir). Um som agudo sibilante é ouvido quando a criança expira.

Dificuldade para respirar, chiado no peito, tosse e respiração encurtada são sinais que podem indicar um quadro de asma. Porém, trata-se de uma condição de difícil diagnóstico e que pode surgir sem aviso, sendo uma das doenças crônicas mais comuns em crianças.

Bronquiolite é uma inflamação nas vias respiratórias inferiores, popularmente percebidas como “chiado no peito” (broncoespasmo) pelo barulho agudo ao final da expiração, semelhante a “miados de gato”.

A bronquite é uma inflamação dos brônquios (canais que levam o ar até os pulmões), cujos principais sintomas são tosse, sibilância (chiado no peito) e excesso de muco (broncoconstrição). Essa produção exagerada objetiva fechar os brônquios, para impedir a entrada de agentes irritantes no organismo.

Barulho bem fino como se fossem gatos miando, devido ao estreitamento do brônquio. Dessa forma, quando o ar passa pela resistência aumentada, se transforma em som do chiado. Outro sintoma bastante comum é a tosse, que pode ser seca ou, mais comumente, produtiva (com muco).

O diagnóstico radiológico é eficaz para observar a inflamação dos pulmões, porém em muitos casos o médico consegue identificar a doença no consultório, ao escutar, com o auxílio de um estetoscópio, ruídos característicos da pneumonia, os estertores crepitantes, que parecem um barulho de velcro sendo aberto.

Normalmente, o diagnóstico é realizado por meio do exame de raio-x do tórax, que permite identificar a presença de secreções no pulmão. A verificação da frequência respiratória do bebê é uma outra forma muito comum de diagnosticar a doença. O aumento dessa frequência possibilita a confirmação do quadro.

O sinal mais grave é quando o bebê fica com a pele ou os lábios azulados, parando de respirar por mais de 20 segundos, o que pode caracterizar um quadro de apneia, ou outras ocorrências mais sérias. A pele azul significa que o oxigênio não está chegando à corrente sanguínea.

Em muitos casos, apenas a limpeza com soro fisiológico e inalação já resolvem. Mas há quadros em que a secreção se acumula e acaba obstruindo as vias aéreas e, consequentemente, dificultando a respiração das crianças. Para estes casos, a fisioterapia respiratória pode ser uma grande aliada.

Os casos mais graves desenvolvem, ao longo do tempo, doença pulmonar obstrutiva crônica e complicações cardíacas.

A principal delas é que a asma normalmente se dá em situações pontuais e as crises têm um período curto de incidência. Já a bronquite é caracterizada por uma tosse contínua e duradoura com eliminação de muco. Ela pode durar mais de três meses no ano, sendo possível ocorrer em mais de dois anos consecutivos.

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