O que é PDIC?

Perguntado por: itavares . Última atualização: 20 de maio de 2023
4.4 / 5 13 votos

Polirradiculoneuropatia desmielinizante inflamatória crônica (PDIC) é uma neuropatia periférica desmielinizante adquirida de etiologia autoimune presumida. A evolução geralmente é progressiva e crônica (ao longo de >8 semanas) ou recidivante e remitente.

Em alguns casos, pode haver perda de movimentos, de função ou de sensibilidade, total ou parcial, que resultam em incapacidade. O paciente também sofre com dores incômodas e persistentes durante um período prolongado. Em casos mais severos a polineuropatia pode provocar graves sintomas que causam risco de morte.

A neuropatia em si não tem cura, mas é possível tratá-la fazendo com que os sintomas sejam minimizados. Como dito anteriormente, às vezes, diminuir ou parar a quimio já é o suficiente.

A polineuropatia é a disfunção simultânea de vários nervos periféricos por todo o organismo. Infecções, toxinas, medicamentos, câncer, deficiências nutricionais, diabetes, doenças autoimunes e outras doenças podem fazer muitos nervos periféricos funcionarem incorretamente.

Segundo o Dr. Marcus, as principais causas de piora de uma neuropatia periférica são o consumo de álcool e a carência de vitaminas do complexo B.

Por outro lado, existem também as neuropatias congênitas (existentes desde o nascimento), essas costumam ser mais graves e não existe tratamento.

O neurologista é o especialista responsável pela avaliação diagnóstica das polineuropatias e avaliação de possíveis tratamentos. Polineuropatia é a doença de vários nervos juntos. Tipicamente os nervos mais distais como os dos pé e/ou das mãos.

O segurado portador de enfermidade que o incapacita parcialmente - sendo a incapacidade total e definitiva para o exercício de sua atividade laboral habitual - com possibilidade de eventual reabilitação para outra função, tem direito à concessão do benefício de auxílio-doença.

A polineuropatia sensitiva é a que apresenta a perda da sensibilidade e de tato na ponta dos dedos ou dos pés ou das mãos, além de sintomas como formigamento, dor, choque e queimação, nessa mesma região. A doença pode evoluir de polineuropatia sensitiva ou dolorosa para uma polineuropatia com atrofia muscular.

Não se conhece a causa específica da síndrome. No entanto, na maioria dos casos, duas ou três semanas antes, os portadores manifestaram uma doença aguda provocada por vírus (citomegalovírus, Epstein Barr, da gripe e da hepatite, por exemplo) ou bactérias (especialmenteCampylobacter jejuni ).

Algumas sugestões indicadas por profissionais da área: caminhada, dança, pilates, ioga, alongamento e até a musculação! Todas essas atividades podem ser realizadas, de maneira moderada, no intuito de ajudar os que sofrem com dor neuropática.

“Recomendamos a natação, a hidroginástica, a bicicleta ergométrica com intensidade adequada e os exercícios com membros superiores”, completa. Além disso, a boa e velha caminhada também é uma opção para essas pessoas.

Polineuropatia - quando vários nervos estão alterados ou danificados, a dor aparece de forma generalizada, podendo, por exemplo, surgir no tronco, braços e pernas ao mesmo tempo.

Tempo de doença: Aguda - até 1 mês; Subaguda - 1 a 2 meses; Crônica - mais de 2 meses.

Algumas drogas potencialmente tóxicas para os nervos periféricos e que devem ser evitadas (se possível) naqueles pacientes que têm diagnóstico de neuropatia: Antibióticos: izoniazida, metronidazol, etambutol, nitrofurantoina, colistina, dapsona antimitóticos: vincristina, ciplastina, taxol, vinblastina, doxorrubicina.

A grande preocupação é que essa condição pode evoluir, causando uma piora dos sintomas. Consequentemente, a pessoa corre mais risco de sofrer quedas, ter dificuldade para ficar em pé ou andar e pode até mesmo sentir dor nos membros.

A causa mais comum é diabetes mellitus. Várias doenças sistêmicas e metabólicas, como deficiências nutricionais, insuficiência renal crônica, doenças malignas, intoxicações exógenas por medicamentos, álcool ou agentes químicos podem resultar nesse tipo de polineuropatia.

Ureia e creatinina - Para avaliar a função renal. Vitamina B12 e outras vitaminas - Para detectar deficiências.

Nos casos de inflamação nos nervos, a terapia imunossupressora, à base de corticoide e imunoglobulina, pode reverter completamente o quadro e praticamente promover a cura do paciente.

O paciente deve adquirir o hábito de dormir com a cabeça elevada e utilizar meias elásticas para ajudar no tratamento da baixa pressão arterial e de eventuais desmaios decorrentes da neuropatia. Um fator importante é a organização da casa, visto que o há aumento em risco de quedas e lesões.

Se não cuidada, além da dor intensa, a neuropatia periférica pode causar a perda da sensibilidade, debilidade e atrofia muscular.

Continuar lendo