O que é um paciente com instabilidade hemodinâmica?

Perguntado por: esantos . Última atualização: 29 de maio de 2023
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O paciente instável é aquele cujo estado hemodinâmico apresenta-se fora da adequação e depende de medidas de suporte cardiovascular como, por exemplo, o uso de drogas vasoativas em doses altas e/ou crescentes. O paciente crítico é aquele que apresenta risco de descompensação e/ou estado fisiologicamente instável.

A hemodinâmica é uma área de atuação que se propõe a diagnosticar e tratar disfunções neurológicas, endovasculares e cardiológicas, como obstruções, aneurismas e tromboses. As técnicas de hemodinâmica utilizam cateteres para analisar os vasos sanguíneos, o que a torna um procedimento seguro e minimamente invasivo.

Pacientes instáveis são aqueles que apresentam disfunção de órgãos e/ou sistemas vitais. Assim, um paciente grave/crítico poderá, ou não, se tornar um paciente instável.

Os parâmetros da monitorização hemodinâmica básica, incluem: Frequência cardíaca (FC), Eletrocardiograma (ECG) contínuo, Saturação de pulso de O2 (SpO2), frequência respiratória, Diurese, Pressão arterial não invasiva, Temperatura, Pressão Arterial Invasiva (PAI) e Pressão Venosa Central (PVC).

Nesse sentido, diz respeito à pressão arterial, frequência cardíaca, fluxo sanguíneo, entre outros.

A doença estável é caracterizada pela ausência de alteração significativa do tamanho das lesões pré-existentes e também pelo não surgimento de novas lesões tumorais.

Os pacientes em estado grave são priorizados, geralmente atendidos na sala vermelha, emergência com procedimentos especiais e invasivos – respiração artificial, desfibrilador, entre outros procedimentos e equipamentos que são deslocados até o local.

Com a monitorização hemodinâmica básica, é possível obter facilmente à beira do leito e de forma contínua dados diretos e indiretos do status fisiológico / hemodinâmico. O paciente é monitorizado por meio de eletrodos e dispositivos específicos e os dados são transmitidos para um monitor.

Objetivo: O principal objetivo do exame de hemodinâmica é diagnosticar e avaliar doenças cardiovasculares, como doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, obstrução arterial, anormalidades valvulares e anomalias congênitas.

O que é hemodinâmica?

  • Infarto;
  • Angina: dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo para o coração;
  • Aneurismas;
  • Malformações Congênitas.
  • Arritmias graves e disfunções valvares (mau funcionamento das válvulas do coração).

Nesse contexto, “instável” refere-se a algo sem estabilidade, que pode cair ou tombar. Por sua vez, “estável” refere-se a algo sem variações ou alterações, algo que está em equilíbrio.

Apesar disso, existem algumas situações clínicas que classificam o paciente imediatamente como grave: a alteração aguda do sensório, a insuficiência respiratória aguda e o choque. Cada uma dessas é uma afecção de um dos grandes sistemas responsáveis pela manutenção da vida: nervoso central, respiratório e circulatório.

Quanto aos motivos que levaram ao internamento dos pacientes na UTI, os mais frequentes foram às causas neurológicas (32%), por trauma (25%), pós-operatório (21%) e respiratórias (12%) (Figura 1).

Os procedimentos de hemodinâmica realizados em regime ambulatorial compreendem os cateterismos de câmaras cardíacas, aortografias, cineangiografias, cineangiocoronariografias e estudos de metabolismo miocárdio. Esses procedimentos variaram positivamente no período de 1995 a 2001.

Os principais cuidados de enfermagem na PIC são: Avaliar padrão e frequência respiratória; Monitorar continuamente a oximetria de pulso e gasometria arterial; Avaliar o estado neurológico e sinais vitais frequentemente; Manter a cabeceira elevada a 30° se não houver contraindicação; Avaliar a agitação do paciente em ...

As unidades de terapia intensiva (UTI) são para pacientes que estão gravemente doentes.

O tratamento hemodinâmico
A Hemodinâmica faz, simultaneamente, o diagnóstico e a intervenção terapêutica em diversas doenças através de técnicas minimamente invasivas (punção em uma artéria para acesso ao local lesionado). É altamente recomendada para procedimentos como: Cateterismo. Angioplastia.