O que é uma pessoa estérica?

Perguntado por: lpereira . Última atualização: 17 de maio de 2023
4.8 / 5 6 votos

[Figurado] Quem expressa insensatez, desequilíbrio emocional; desequilibrado.

Na segunda edição do DSM, de orientação mais psicanalítica, a histeria retornou como neuroses e neuroses histéricas, sendo subdividida em tipos conversivo e dissociativo.

A histeria, nesse sentido, estaria marcada pela contrariedade, pela insatifação e pela tristeza. No entanto, a idéia de contrariedade e sua relação com a depressão não se limitaria a conflitos histéricos discutidos na clínica, mas pensamos tratar-se de algo mais amplo, algo do âmbito da própria civilização.

A histeria vem sendo objeto de estudo desde os primórdios da medicina, na Grécia Antiga com Hipócrates. O diagnóstico para a pessoa histérica era conhecido como neurose histérica ou histeria de conversão. Hoje o diagnóstico é nomeado como transtorno dissociativo ou conversivo.

O tratamento destas mulheres consistia em colocar substâncias aromáticas na vulva, de modo a que o útero se sentisse “atraído” e regressasse ao seu local habitual.

Ou seja, na neurose obsessiva a pessoa conhece o trauma, embora não esteja ciente de sua significação. Em suma, o que parece haver é que o neurótico obsessivo tem a sensação de sempre ter conhecido essa causa, enquanto para o histérico, ela parece ter sido esquecida há muito tempo.

Para ser classificado como “portadora” de um transtorno histriônico, os sintomas mais comuns a ser apresentado são a procura por aprovação ou reafirmação, comportamento dramático com expressões exageradas de emoção, excesso de sensitividade a criticas ou desapontamentos, comportamento provocativo sexualmente, ...

A neurose é uma estrutura psíquica caracterizada por sintomas de origem infantil a partir de um conflito psíquico recalcado. A histeria é uma neurose que tem como característica a conversão somática como peculiar na formação de seus sintomas.

Segundo Laplanche e Pontalis (1995), a Histeria de Angústia é um tipo de histeria em que a angústia é fixada de modo mais ou menos estável em algum objeto específico, que seriam entendidos como fobias.

Chamada antes de “histeria coletiva” – esse nome caiu em desuso -, a condição é caracterizada pela rápida propagação de sintomas em um determinado grupo sem uma causa orgânica definida.

Freud já dizia que a histeria está associada à sexualidade, não só das mulheres, como ele próprio demonstrou, mas também dos homens, que não estão livres dos conflitos inconscientes”, comenta Mara Lucia.

Em 1895, em Estudos sobre a Histeria, em coautoria com Breuer, Freud sugeriu que a “histeria traumática” seria causada por eventos traumáticos vividos precocemente, exercendo uma ação remota na vida do indivíduo, formulando a famosa fra- se: “o histérico sofre de reminiscências”24.

O termo tem origem no termo médico grego hysterikos, que se referia a uma suposta condição médica peculiar a mulheres, causada por perturbações no útero, hysteron, em grego. O termo histeria foi utilizado por Hipócrates, que pensava que a causa da histeria fosse um movimento irregular de sangue do útero para o cérebro.

Histeria é um tipo de neurose que se caracteriza predominantemente, pela transformação da ansiedade subjacente para um estado físico. A palavra vem do termo grego “hystéra”, que significa útero. A própria palavra nos revela o caráter feminino da doença, já que era atribuída a uma disfunção uterina.

Isso porque Freud reconheceu que os elementos mentais, como os fisiológicos, eles próprios mantém relações entre si, isto é, relações entre eventos físicos e entre cadeias de representações. Por conta disso, resultam dois tipos de relações, uma interna às cada série e outra entre ambas.

O amor obsessivo ocorre quando o sentimento de carinho é substituído pela dependência emocional e pelo sentimento de posse. Essa condição emocional é evidenciada através de comportamentos.

Perturbação mental na qual pode surgir um estreitamento do campo da consciência ou alterações motoras ou sensoriais. O sujeito raramente tem consciência de tais alterações. Elas parecem ter um valor simbólico, muitas vezes explicitado num ganho secundário.

Dentro do campo das neuroses há basicamente três grupos de categorias pelas quais os processos de defesa se desenvolvem: a histeria, a obsessão e a fobia.

Psicose – Refere-se a uma categoria específica de estados mentais anormais. Neurose – Não é um termo clínico e pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes. Pode ser difícil dizer onde está a linha entre os dois termos. A principal diferença entre psicose e neurose está na perspectiva.

A causa da psicose é um desequilíbrio químico cerebral. A doença pode estar relacionada a diversos fatores. São exemplos: genética, depressão profunda, uso de substâncias alucinógenas e doenças que afetam o sistema nervoso central, como Alzheimer, AVC, AIDS e Parkinson.