O que é uma vértebra de transição?

Perguntado por: emoreira . Última atualização: 20 de maio de 2023
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Introdução: a vértebra de transição lombar é uma das anomalias congênitas da coluna lombo-sacra mais comuns. O seu reconhecimento possui relevância clínica, pois pode estar associada à alterações degenerativas da coluna lombo-sacra e dor lombar.

Às vezes a pessoa tem uma vértebra lombar a mais. Às vezes, existe uma sacralização de vértebra lombar. Muitas vezes a pessoa tem aquilo que chamamos de mega-apófise transversa, que é uma protuberância óssea que(anormalmente) une a última vértebra lombar com o osso sacro.

A cura pode levar até três meses. Após este período, a cinta não deve ser usada, pois pode enfraquecer os músculos do tronco. Os pacientes geralmente são incentivados a praticar exercícios leves, como nadar ou caminhar, assim que puderem tolerar os movimentos.

5 Doenças da Coluna que geram Aposentadoria por Invalidez no INSS

  • Osteofitose. A osteofitose é a doença em que aparecem osteófitos ao redor do disco da coluna vertebral. ...
  • Discopatia degenerativa. ...
  • Protusão discal. ...
  • Cervicalgia.

“As doenças degenerativas da coluna são doenças que decorrem de processos de desgaste dessas estruturas. Os acometimentos mais comuns são degeneração dos discos intervertebrais, protusões e hérnias de disco, artrose facetária ou artrose da coluna, estenose do canal vertebral e escoliose degenerativa”, afirma.

A megapófise transversa é uma variação anatômica da coluna vertebral. É importante você entender que as vértebras são os ossos que compõe a sua coluna. A variação que estamos falando aqui é quando há um aumento transverso da região lateral da vértebra, ou seja, é a famosa vértebra de transição.

A discopatia degenerativa é uma condição progressiva que afeta os discos intervertebrais. Apesar de ser mais comum na região lombar, também pode afetar as outras partes da coluna e causar dor, formigamento, rigidez e até dificuldade para mover as costas.

Quando a lesão ocorre abaixo da sexta vértebra cervical, a pessoa para de mexer as pernas. Isso se chama paraplegia.

Atlas

Atlas: Primeira vértebra cervical, o Atlas tem o mesmo nome do titã da mitologia grega por ser responsável por sustentar a coluna.

Lesões na coluna cervical um pouco acima da sexta vértebra deixam o indivíduo tetraplégico e acima de C4 interrompem o controle da respiração e ele para de respirar instantaneamente.

Durante a recuperação, deve-se ficar de repouso relativo durante a primeira semana e iniciar lentamente as atividades diárias mais leves, como caminhar e sentar, evitando exercícios pesados, como correr, nadar ou levantar pesos, respeitando todas as indicações do médico.

As fraturas isoladas do tipo I devem ser tratadas apenas com colar cervical por um período de seis a oito semanas. Após a consolidação da fratura, a estabilidade deve ser avaliada por meio de radiografias dinâmicas antes da liberação do paciente(22,28).

De modo geral, a recuperação dura dois meses e deve incluir pequenas caminhadas (5 a 15 minutos) diariamente, a partir do quarto dia de cirurgia. Evite levantar objetos pesados por dois meses, relações sexuais, ficar sentado por mais de uma hora e dirigir. O retorno ao trabalho geralmente se dá após 45 a 90 dias.

A região lombar é composta de cinco vértebras denominadas L1 a L5. Abaixo da coluna lombar, nove vértebras crescem juntas da base da coluna e cinco formam o osso triangular chamado sacro.

Interpretação das imagens do exame de RM
As mais comuns na coluna são o T1, T2 e o STIR. Nestas imagens identificamos as estruturas anatômicas através de áreas de hipossinal (escuras) ou hipersinal (brancas). Alterações na distribuição normal do sinal em cada sequência podem identificar diferentes tipos de lesões.