O que fazer para o cachorro não ter convulsão?

Perguntado por: aribeiro . Última atualização: 27 de maio de 2023
4.6 / 5 18 votos

O que fazer em caso de convulsão em cachorro

  1. De início, tente deixar seu pet na posição mais confortável e em um local em que ele não corra o risco de cair, para reduzir os impactos da crise e as chances de sequelas;
  2. Evite ficar perto da boca do pet, porque involuntariamente ele pode te morder.

Lembrando que, o veterinário pós-graduado em neurologia é o profissional ideal para determinar o tratamento adequado para seu cão ou gato. Dois medicamentos são os mais utilizados na rotina para o tratamento da epilepsia primária em cães; o fenobarbital e o brometo de potássio.

Adotar hábitos mais saudáveis, como a prática de atividade física segura, alimentação saudável, aumento da ingestão de água, aumento das horas de sono e meditação, yoga ou relaxamento, podem ajudar a diminuir o impacto emocional de situações sobre as quais não temos controle.

Anticonvulsivante de escolha para tratamento prolongado

  • Lamotrigina.
  • Levetiracetam.
  • Topiramato.
  • Valproato.
  • Zonisamida.

Doenças que geralmente causam convulsão:

  • HIV;
  • AVC;
  • Tétano;
  • Diabete;
  • Epilepsia;
  • Meningite;
  • Tumor cerebral;
  • Distúrbio do sono.

A convulsão nos cães é mais comum do que parece. Não à toa, é uma situação que costuma causar desespero nos tutores. Por isso, na coluna de hoje vou falar um pouco melhor sobre as causas e a linha de tratamento. A convulsão em cachorro pode ser causada por diferentes motivos, mas com a mesma reação no organismo do pet.

Confira, abaixo, as dicas de primeiros socorros nesses casos.

  1. 1) Manter a calma. ...
  2. 2) Afastar objetos da vítima. ...
  3. 3) Proteger a cabeça da vítima. ...
  4. 4) Durante a crise, nunca coloque nada na boca da vítima. ...
  5. 5) Após a crise, se possível, lateralize a vítima. ...
  6. 6) Ligar para os serviços de emergência. ...
  7. Como identificar.

De acordo com a diretriz atual da Liga Internacional Contra a Epilepsia (ILAE), podemos considerar 3 grandes grupos de crise convulsiva:

  • Crises focais.
  • Crises generalizadas.
  • Crises de origem desconhecida.

Convulsão em cachorro pode ter cura de acordo com o diagnóstico, mas existem tratamentos que garantem a qualidade de vida para nossos amiguinhos, então não deixe de levá-lo ao seu veterinário de confiança para avaliar as possibilidades diagnósticas e terapêuticas.

A epilepsia em cães e gatos não tem cura. No entanto, existem tratamentos que tem como objetivo minimizar os danos à saúde e a qualidade de vida do animal. Portanto, pode ser necessário a utilização de medicamentos anticonvulsivantes, muitas vezes pelo resto da vida do animal.

Uma convulsão é, na verdade, uma atividade anormal do cérebro, e pode ser um episódio pontual. A epilepsia é quando um animal sofre convulsões frequentemente. Desta forma, um cão pode sofrer convulsões sem ser epilético, se ele sofrer um acidente ou se entrar em hipoglicemia, por exemplo.

“Existem duas formas de detectar uma convulsão. Em uma delas, é possível ler o sinal cerebral e perceber a assinatura elétrica que ocorre antes de ela acontecer. Outra forma é monitorar as convulsões por um determinado período e identificar um padrão.

Caso você presencie uma crise convulsiva em público, também é importante ficar atento à duração do episódio; se este durar mais de 5 minutos, encaminhe a pessoa a uma emergência ou chame uma ambulância imediatamente.

A convulsão é apenas um tipo mais intenso de ataque epilético², no qual a pessoa perde os sentidos e se debate, podendo morder a língua e urinar na roupa². No entanto, existem crises mais fracas, caracterizadas por breves desligamentos, formigamentos ou contrações restritas a alguns grupos musculares².

Fenobarbital União Química 100mg, caixa com 200 comprimidos (embalagem hospitalar)

A frequência das convulsões é geralmente controlada por meio de medicamentos. Mas, de acordo com a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), cerca de 30% dos casos é de difícil controle medicamentoso -- a chamada epilepsia farmacorresistente.

O tratamento deve ser contínuo e com medicamentos anticonvulsivantes. "Os casos mais difíceis de controlar com medicamentos podem requerer tratamentos cirúrgicos e implantes de neuroestimuladores", diz o médico.