O que Galatas 5 nos ensina?

Perguntado por: epinheiro . Última atualização: 21 de maio de 2023
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Nesses versículos, que princípio aprendemos quanto a ajudar as pessoas que não estejam aproveitando as bênçãos do evangelho? (Ainda que em outras palavras, os alunos precisam expressar este princípio: Se formos diligentes em fazer o bem, colheremos as bênçãos referentes a nossos atos.)

Mas ela traz um perigo: confundir essa liberdade com o retorno à prática das coisas próprias da natureza humana, aquelas que nos afastam de Deus. São os chamados desejos da carne. Por isso Paulo adverte que não devemos usar a liberdade como desculpa para permitir que a nossa natureza pecaminosa nos domine.

“Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei" (Gl 5:23). Os frutos do Espírito Santo de Deus estão mencionados no livro de Gálatas, parte do Novo Testamento.

Em 278 a.C. os denominados Gálatas vieram à Ásia Menor a convite de Nicomedes, rei da Bitínia, e fixaram-se em Ancyra; cerca de dez mil guerreiros, que traziam consigo mulheres, crianças, viúvas e idosos. Era uma espécie de nação em busca de um lugar para morar 1.

Qualquer dos gálatas era demonstração do cumprimento das promessas de Deus quanto à natureza de continuar fora da lei, que invalidariam o poder de Cristo introduzindo a lei na sua comunidade. Paulo apresentava seu próprio comportamento, não como um mo- delo a seguir, mas, como uma manifestação da vida no Espírito.

É preciso orar com fé para receber a companhia do Espírito Santo. Temos de acreditar com fé que Deus, o Pai, o Criador de todas as coisas, vive e quer que tenhamos o Espírito Santo, que Ele quer enviar-nos o Consolador.

A promessa do Senhor é de que Ele sempre derramaria o seu Espírito sobre toda carne. É imperativo que escolhamos viver no Espírito e produzamos os seus frutos, porque somente por meio deles podemos ter santidade e honrar o nome de Jesus. O Espírito Santo não é um sentimento, mas a terceira pessoa da Trindade.

19 Quando seguem os desejos da natureza humana, os resultados são extremamente claros: imoralidade sexual, impureza, sensualidade, 20 idolatria, feitiçaria, hostilidade, discórdias, ciúmes, acessos de raiva, ambições egoístas, dissensões, divisões, 21 inveja, bebedeiras, festanças desregradas e outros pecados ...

Gálatas 5:22-26 NAA
Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos.

2 Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. 3 E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. 4 Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.

Paulo estabelece uma relação de sua ética do amor com a lei. Porque toda a lei – em toda a sua amplitude assim como em sua profundidade – se cumpre em um só preceito, a saber (citação de Lv 19.18): Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Deus quer o fruto. E que fruto é este? Em Gálatas, capítulo 5, versos 22 e 23, encontramos este fruto: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”.

Esclareça que os frutos do Espírito estão à disposição de todas as pessoas que vivem o evangelho de Jesus Cristo. Mas cada um de nós também recebeu dons específicos do Espírito, que consistem em aptidões especiais que podemos desenvolver seguindo a Jesus.

Ele pode guiar-nos em nossas decisões e proteger-nos de perigos físicos e espirituais. Ele é conhecido como o Consolador, Ele pode acalmar nossos temores e encher-nos de esperança. Por meio de Seu poder, seremos santificados se nos arrependermos, recebermos as ordenanças salvadoras e guardarmos nossos convênios.

1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos alibertou, e não torneis a bcolocar-vos debaixo do cjugo da servidão. 2 Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. 3 E de novo testifico a todo homem que se deixa acircuncidar que está obrigado a guardar a lei.