O que leva à necrose pulpar?

Perguntado por: sramires . Última atualização: 18 de maio de 2023
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A profissional destaca possíveis causas para isso: “Cáries extensas de evolução lenta, traumas, toque prematuro, restaurações profundas realizadas há mais tempo ou coroas unitárias executadas sem tratamento endodôntico prévio são algumas delas”.

O que pode causar a exposição da polpa? A polpa dentária pode ficar exposta devido a fraturas, cáries ou desmineralização do dente. Dentre as fraturas, quedas e pancadas podem ser os motivos causadores de trauma, levando a uma lesão da polpa. Além disso, bruxismo e mastigação incorreta podem levar a esses traumas.

Um dente com polpa necrosada pode ou não apresentar manifestações periapicais e, estas, podem ser do tipo agudo ou crônico.

Necrose indica morte celular ou de tecidos no organismo. Sabe-se que o processo de necrose envolve também o processo inflamatório no local. Várias são as causas de necrose, entre elas, diminuição do aporte de sangue ou falta de oxigenação com a presença de toxinas e enzimas que levam à morte celular.

Um exame comum que muitos profissionais utilizam é submeter um dente a testes de excesso ou falta de calor – dessa maneira, se o paciente tiver dores durante o processo, ou nenhuma resposta, estamos lidando, sim, com um caso de necrose pulpar.

Quando a polpa é necrosada, um tecido putrefato (podre) começa a surgir dentro do dente, assim, pela falta de circulação sanguínea surgem bactérias mais potentes, que no início contaminam o osso e a região mais próxima do dente envolvido.

Ainda é necessário fazer testes térmicos com gelo. Se o paciente não sentir dor alguma, é sinal de que a polpa está necrosada. Se bater no dente e o paciente ainda sentir dor, é sinal de que a polpa ainda está viva e houve uma regressão. Portanto, é necessário testes térmicos para analisar a vitalidade da polpa.

Há várias causas para este problema: cárie, restauração insatisfatória ou uma rachadura no dente. Pode haver dano à polpa. Vá ao dentista para uma avaliação. Caso o problema seja no tecido pulpar, seu dentista pode enviá-lo a um endodontista para um tratamento de canal.

Do ponto de vista das sensações, ao entender o que é necrose da polpa, saiba que a pessoa acometida pela doença irá perceber dificuldade para mastigar e sensibilidade extrema ao contato, com um único dente sendo afetado. Casos mais graves podem trazer sintomas como edemas, fístulas e até mesmo quadro de febre.

Os principais fatores etiológicos das patologias pulpares e periapicais são cárie dentária, como causa principal; restaurações desajustadas, traumatismo dentário, doença periodontal, iatrogenia e fatores idiopáticos (HONDA; OHSHIMA, 2022).

Quando o dano chega à dentina, que é a camada abaixo do esmalte, o paciente pode começar a sentir sensibilidade e dor ao mastigar ou em contato com alimentos e bebidas quentes, frias ou doces. Quando a infecção chega à polpa, que é interior do dente, onde ficam os nervos, a dor é intensa e pode ser contínua.

Hidróxido de cálcio como medicação intracanal em casos de necrose pulpar com lesão periapical.

Desta feita, durante o processo de mortificação ou desvitalização pulpar, é possível verificar três (3) fases teciduais da coroa para o ápice: tecido gangrenado, tecido necrosado e tecido vital inflamado (LEONARDO, 2008).

O tratamento endodôntico é indicado pelo profissional, caso o paciente apresente ter pulpite irreversível. As técnicas utilizadas neste tratamento são: Tratamento expectante: o dentista remove o tecido afetado, fazendo uma proteção na dentina, cemento e polpa.

. A pele pode ter um aspecto pálido no início, mas rapidamente se torna vermelha ou bronze, quente ao tato e, por vezes, inchada. Depois, fica violeta, frequentemente com o desenvolvimento de grandes bolhas cheias de líquido.

Tipos de necrose

  • Necrose de coagulação. A principal causa é a hipóxia, como ocorre nas isquemias arteriais ou venosas, exceto no cérebro. ...
  • Necrose liquefativa. ...
  • Necrose caseosa. ...
  • Necrose gordurosa ou esteatonecrose. ...
  • Necrose gangrenosa. ...
  • Necrose fibrinóide. ...
  • Veja também: ...
  • Referências bibliográficas:

Devemos sempre evitar o “peso” dos produtos sobre os vasos, o que pode levar a uma condição de isquemia prodrômica à necrose. A compressão exofídica ou endofídica depende da técnica utilizada e do excesso de produto no local mas em ambas a evolução é sempre desastrosa: necrose.

A necrose pulpar pode ter alterações radiográficas dependendo do tempo de evolução do quadro. Sendo assim, pode variar de um aumento do espaço do ligamento periodontal ou aparência de lesão radiolúcida periapical, sugerindo a presença de lesão periapical.