O que não pode fazer quando está com cateter?

Perguntado por: ncunha . Última atualização: 24 de maio de 2023
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Além dos cuidados com a alimentação, quem está com um cateter duplo J deve evitar atividades físicas intensas. Apesar de não ser propriamente proibido, o esforço físico pode agravar o desconforto e provocar pequenos sangramentos na urina.

Devo evitar alguma posição para dormir? Sim. Nos primeiros 15 dias deve-se evitar dormir sobre o lado do implante do cateter até sua cicatrização pelo risco de se movimentar ou girar.

Não há uma proibição formal. O que pode ocorrer é certo incômodo passageiro. Em caso de sensação desagradável ou mesmo situação dolorosa é preciso procurar por avaliação médica para investigação de situações raras, mas possíveis de ocorrer como a migração do cateter Duplo-J.

Usar preparação alcoólica para as mãos (60 a 80%) quando as mesmas não estiverem visivelmente sujas. O uso de luvas não substitui a necessidade de higiene das mãos. No cuidado específico com cateteres intravasculares. A higiene das mãos deverá ser realizada antes e após tocar o sítio de inserção do cateter.

Em geral, recomendamos que o cateter não fique mais do que 3 a 6 meses, pois após isso ele pode começar a calcificar e isso dificulta sua retirada.

Em geral é permitido tomar banho ou duche quando não estiver a fazer a perfusão. Estão disponíveis pensos impermeáveis (Askina® soft impermeáveis, Askina® Derm) para todos os tipos de cateteres, para cobrir o ponto de saída do cateter (ponto de punção para cateteres com porta de acesso).

A retirada do cateter duplo J é feita de uma forma mais simples, em uma clínica especializada em urologia ou em um hospital. É introduzida uma microcâmera na uretra com uma pinça acoplada e assim o cateter é retirado. Para garantir um conforto maior para o paciente, é administrada uma sedação leve e anestesia local.

É normal ainda sentir dores após a retirada de pedras nos rins e com o cateter duplo J já no organismo? O médico esclarece que essas dores podem ser comuns em casos onde houve uma inflamação causada pelos cálculos. O cateter é colocado para manter livre a passagem de urina do rim até a bexiga.

Ao tomar banho
Tome banho diariamente; Proteja o local do cateter com plástico limpo ou filme plástico de PVC, o mesmo usado para cobrir alimentos, antes do banho.

Realizado o cateterismo, o paciente permanence em observação no hospital de 2 a 6 horas. Deverá evitar esforços nos próximos dois dias, principalmente com o membro por onde foi realizado o exame. É recomendado a ingestão de líquidos para ajudar a eliminação do contraste pelo organismo e alimentar-se normalmente.

Diagnóstico. Algumas alterações no local de inserção do cateter podem nos remeter ao diagnóstico: pele vermelhidão, edema (inchaço), dor local, aumento da sensibilidade, presença de pus. Mas muitas vezes não será possível observar nenhuma alteração.

Algumas pessoas sentem mais sintomas que outras e acabam ligando para os médicos especialistas achando que há algo de errado. Porém, isso é comum e o paciente precisa tomar vários remédios para minimizar os sintomas. O cateter pode durar alguns dias ou até um mês, dependendo do motivo pelo qual ele foi passado.

A retirada do catéter é feita sob sedação, com o paciente sendo posicionado afastando os joelhos com as pernas fletidas. Utilizamos um aparelho (cistoscópio) através do canal urinário (uretra) por onde introduzimos uma pinça interna. Sem cortes.

O cateter permite cerca de 3000 puncões e poderá ficar por vários anos implantado no paciente, porém ideal é que o cateter seja retirado após o término do tratamento. Se for necessário no futuro poderá ser colocado novamente, pois quanto mais tempo de cateter maiores os riscos de complicações.

O cateter serve para oferecer informações importantes, como pressão arterial e também para a introdução de contraste com iodo opaco para a realização de exames de imagem como o raio-X. Isso ajuda os especialistas a analisar o coração com riqueza de detalhes enquanto ele está batendo.

"Em média, em torno de duas a quatro semanas na maioria dos casos. Ficando mais do que quatro semanas, aumenta o risco de infecção, porque é um corpo estranho dentro do organismo e pode aumentar o risco de calcificar", explica.