O que pode agravar a obesidade?

Perguntado por: amesquita . Última atualização: 18 de maio de 2023
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A obesidade, inclusive, é um fator de risco para problemas como a Covid-19, de modo que os sintomas de pacientes obesos têm grandes chances de serem mais graves. Neste artigo, vamos trazer informações sobre as consequências da obesidade e apresentar formas de contornar esse problema. Acompanhe e saiba mais!

Muitos fatores contribuem para o ganho de peso excessivo, sendo os principais: o estilo e hábitos de vida, o padrão alimentar, a prática de atividade física e a rotina de sono. Outros fatores que predispõem ao ganho de peso são: genéticos, o uso de determinados medicamentos e algumas doenças.

O acúmulo de gordura no organismo aumenta o risco de doenças, como:

  • Hipertensão arterial;
  • Aumento do colesterol e triglicérides;
  • Diabetes;
  • Apneia do sono;
  • Acúmulo de gordura no fígado;
  • Infarto do miocárdio;
  • Acidente vascular cerebral;

“Sem dúvida, os maiores vilões do ganho de peso são a farinha refinada (branca) e o açúcar refinado”, afirma a nutricionista Daniella Chein. Estes componentes estão presentes em doces, tortas, refrigerantes, pão branco, salgados, batata frita, purê, arroz branco, pizza, macarrão, biscoito, dentre outros.

de 25 a 29,9: acima do peso; de 30 a 34,9: obesidade I; de 35 a 39,9:obesidade II (severa); superior a 40: obesidade III (mórbida).

Os estudos mostram que a obesidade não aparece somente por uma questão de comer muito e ser sedentário. Há fatores psíquicos, hormonais e genéticos que contribuem para o aumento do peso. O uso de algumas medicações também pode interferir no peso, como esteroides e alguns antidepressivos.

Idade, renda e falta de atividade física são os fatores mais associados à obesidade no Brasil, aponta estudo da FGV. Seis a cada dez brasileiros estão com excesso de peso no Brasil e cerca de 600 milhões de pessoas no mundo são consideradas obesas, conforme o IBGE e a OMS.

A obesidade, apesar de ter diversas causas, pode ser prevenida com uma alimentação adequada e a realização de atividades físicas. No que diz respeito à alimentação, o indivíduo deve ter em mente a necessidade de ingerir vegetais, como frutas e legumes. Além disso, é importante reduzir o consumo de gorduras e açúcares.

Sedentarismo e excesso de ingestão calórica são as principais condições que levam à presente epidemia de excesso de peso e obesidade.

Sintomas de excesso de peso
Um excesso de gordura localizado na barriga, quadris, coxas, nádegas, pescoço, rosto; Falta de ar durante o exercício; Às vezes apneia do sono; Dor mais frequente nas articulações (joelhos, costas, etc.);

O que difere os dois conceitos é a quantidade desse excesso e, consequentemente, a gravidade. O sobrepeso está relacionado a um percentual menor quando comparado à obesidade, que tem a quantidade de gordura maior e maior probabilidade de impactar na saúde como um todo.

A obesidade é o acúmulo de gordura no corpo causado quase sempre por um consumo de energia na alimentação, superior àquela usada pelo organismo para sua manutenção e realização das atividades do dia-a-dia. Ou seja: a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente.

Os fatores por trás da obesidade. A obesidade é uma doença multifatorial, com estilo de vida e fatores genéticos que influenciam a composição corporal. Falta de exercício físico, hábitos alimentares pouco saudáveis, sono insuficiente e estresse podem aumentar o Índice de Massa Corpórea (IMC).

No dia-a-dia, consumir frutas, verduras, legumes, grãos integrais, castanhas, carnes magras, leites e derivados magros. Doces, frituras e guloseimas também podem fazer parte desta alimentação, desde que consumidos com moderação.

A obesidade é caracterizada como uma doença crônica quando há um excesso de tecido adiposo, principalmente na região abdominal, explica a responsável pelo setor de endocrinologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF/ EBSERH), Danielle Ezequiel.

Qual o peso ideal para 1,60 m? O peso ideal para 1,60 m deve ser entre 47,4 kg e 63,7 kg, isso de acordo com o índice de massa corporal. Essa é a faixa de peso ideal para 1,60 feminino, ou seja, com IMC entre 18,6 e 24,9 kg/m². Uma mulher com resultado menor ou maior que esse é considerada fora do peso saudável.

A cirurgia bariátrica é recomendada para indivíduos obesos com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40, por exemplo, uma pessoa de 1,70 metro e 116 quilos ou pessoas que tenham IMC acima de 35, por exemplo, uma pessoa de 1,70 metro e 102 quilos que tenha doenças associadas, como diabetes, colesterol alto, ...

A obesidade é uma doença evitável e mudanças no estilo de vida, ter uma alimentação saudável , praticar exercícios físicos e cuidar da saúde mental são ações muito importantes que ajudam na sua prevenção.

Após 12 semanas, foi observado que houve redução de adiposidade em adultos com excesso de gordura em todos os grupos. No entanto, o treinamento de maior intensidade foi considerado o regime mais eficaz, conferindo os melhores benefícios à composição corporal em adultos com obesidade ou sedentários.

A obesidade é dividida em 5 graus, são eles: peso correto, sobrepeso, obesidade grau 1, obesidade grau 2 e obesidade grau 3.