O que pode causar trombose no fígado?

Perguntado por: eribeiro . Última atualização: 20 de maio de 2023
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Dentre os fatores de risco para trombose de veia porta, existe os fatores de risco locais (30% dos casos): cânceres em órgãos abdominais, lesões inflamatórias, (diverticulite, apendicite, pancreatite, doença de Crohn, úlcera duodenal, colecistite, entre outros), lesão inadvertida do sistema venoso portal em casos de ...

Para o tratamento da trombose aguda da veia porta, geralmente recomenda-se medicamentos trombolíticos. Esses medicamentos devem dissolver os coágulos sanguíneos formados. Para interromper o crescimento gradual do coágulo, os pacientes podem receber medicamentos anticoagulantes , como a heparina.

O Doppler Vascular é o exame indicado para a busca dos perigosos coágulos de sangue. Esses coágulos, quando se fixam em uma artéria formam os trombos, que causam as tromboses.

A trombose da veia porta pode ter resolução espontaneamente em algumas semanas. Em paciente em que a trombose aguda não se resolve, pode acontecer a transformação cavernomatosa da veia porta, que é caracterizada por novos vasos ao redor que levam sangue para o interior do fígado.

Trombose tem cura. Na maior parte dos casos, os pacientes voltam à vida normal após seis meses de tratamento com restituição de suas condições clinicas habituais.

A trombose de veia porta (TVP) é uma doença na qual ocorre trombose desde os ramos intra-hepáticos da veia porta, podendo se estender até a veia esplênica e/ou veia mesentérica superior, estando associada, na maioria das vezes, à cirrose hepática.

Alguns fatores como predisposição genética, idade mais avançada, colesterol elevado, cirurgias e hospitalizações prolongadas, obesidade, uso de anticoncepcionais, consumo de álcool, fumo, falta de movimentação, aumentam o risco de desenvolver trombose.

Sensação de peso nas pernas, especialmente no fim do dia, pode não ser apenas uma simples manifestação de cansaço. Este é um dos sinais da trombose venosa profunda, uma doença grave potencialmente causada pela formação de coágulos, em geral, nas pernas – na região da panturrilha e até nas coxas.

Entre as opções estão: Diluidores do sangue, como anticoagulantes, que diminuem as chances de haver coagulação do sangue. Uso de medicamentos para casos mais graves de tromboses e também de embolia pulmonar, conhecidos como heparina.

O principal tratamento da trombose é feito com anticoagulantes que, apesar do nome, não visam dissolver o coágulo que está obstruindo a veia: isso vai ser feito pelo próprio organismo.

A Síndrome de Budd-Chiari é causada por coágulos de sangue que obstruem completamente ou parcialmente o fluxo de sangue do fígado. A obstrução pode ocorrer em qualquer lugar das veias pequenas e grandes que transportam o sangue do fígado (veias hepáticas) para a veia cava inferior.

Inchaço na região em que se formou o coágulo; Vermelhidão e calor no local afetado; Dor ou sensação de peso; Rigidez da musculatura.

A trombose arterial costuma ser mais grave do que a venosa, pois impede a chegada do oxigênio às células provocando nelas o infarto com necrose (morte tecidual).

Durante o processo de dissolução do coágulo, podem ficar sequelas no interior das veias que destroem a estrutura das válvulas venosas (que favorecem o fluxo sanguíneo para cima). Essas alterações prejudicam o retorno do sangue e causam inchaço, varizes, endurecimento da pele, feridas e outras complicações.

Esse coágulo bloqueia o retorno do fluxo sanguíneo e causa edema e dor na região afetada, podendo se desprender parcialmente, se movimentar pela corrente sanguínea e, ao bloquear a artéria pulmonar, restringir o fluxo de sangue nos pulmões, provocando a embolia pulmonar – problema grave, que pode ser fatal.

Na trombose profunda, existe o risco do desprendimento de um fragmento do coágulo, que pode seguir pela circulação venosa até os pulmões, coração ou cérebro, causando embolia pulmonar, infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), com risco de morte.

Incapacidade temporária para trabalho ou atividade habitual
Para ter direito aos benefícios para trombose, o indivíduo deve estar incapaz de trabalhar por mais de 15 dias corridos. No entanto, a incapacidade também pode ser em dias intercalados, nos últimos 60 dias, desde que sejam pela mesma doença.

O tratamento médio da trombose é de três a seis meses, sendo que a internação hospitalar pode ser curta ou evitada, conforme o caso de cada paciente. Alguns pacientes necessitam de um tempo maior de anticoagulação, como pacientes oncológicos e pacientes acamados.

Nas artérias, sangue e oxigênio fluem mais rápido do que nas veias, sendo assim, tem menos chance de coagular, o que torna a trombose arterial menos comum que a trombose venosa. Porém, não é porque a trombose arterial seja mais difícil de acontecer que ela é menos perigosa.

Trombose arterial
Nessas situações, o sangue não chega à região e o corpo pode sofrer um infarto cerebral fatal.

Relação entre Câncer e Tromboembolismo
O tipo e as características do tumor influenciam de forma variada o sistema de coagulação e a predisposição à trombose. Alguns tipos de câncer, como os de pâncreas e tumores no cérebro, acarretam maior risco. Já tumores como os de próstata e de mama têm risco menos acentuado.