O que quer dizer útero fino?

Perguntado por: ealmeida . Última atualização: 25 de maio de 2023
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Atrofia Endometrial é uma condição uterina também chamada de “endométrio fino”, pois é caracterizada por provocar que o tecido endometrial tenha uma espessura inferior a 6 mm, podendo levar a infertilidade.

Ter o endométrio fino pode dificultar a gravidez, pois o embrião irá se desenvolver a partir dos substratos desta camada interna do útero, considerada a mais importante para a reprodução. Nesse sentido, quanto mais fino for o endométrio, mais dificuldade a paciente vai ter para engravidar.

Sintomas

  • escassez ou ausência de menstruação;
  • dores no período menstrual sem a presença de sangue;
  • abortamentos;
  • infertilidade.

Várias estratégias têm sido desenvolvidas para a tratamento de endométrio fino, incluindo o uso de altas doses de estrogênio exógeno , doses baixas de aspirina, vitamina E,arginina, citrato de sildenafil vaginal (Viagra), acupuntura, aplicação do fator de crescimento de colônias de granulócitos (G-CSF) e injúria ...

O ultrassom é o método mais fiel para avaliar se o colo do útero está curto ou aberto. Pode ser realizado em qualquer idade gestacional pela via transvaginal.

O colo do útero tem forma cilíndrica, com comprimento variável entre 2,5 e 3 cm. A sua consistência em uma mulher não gestante é cartilaginosa, semelhante a nossa cartilagem do nariz. Durante a gestação o colo torna-se mais amolecido, ficando com uma consistência mais próxima do nosso lábio.

Ela aumenta as defesas do organismo e diminui os riscos de aborto, pois favorece as condições do endométrio, a membrana que reveste o útero e que receberá o embrião. Ela também ajuda a induzir a ovulação e melhora a qualidade do sêmen.

Colo do útero macio e aberto: pode indicar que a ovulação está ocorrendo, ou, se isso for no final do ciclo, pode significar que a menstruação virá em breve. O colo do útero fica aberto pois, para engravidar no período fértil, ele deve se abrir para os espermatozoides passarem e, no final do ciclo, para o sangue sair.

Para o equilíbrio de fibras e estrogênio, vegetais crucíferos como brócolis, couve-flor e repolho devem ser os alimentos a serem consumidos após a transferência do embrião. A progesterona aquece os vasos sanguíneos e as glândulas do útero e ajuda a engrossar o revestimento uterino ou endométrio.

Um endométrio com menos de 6 mm na fase secretora é incapaz de sustentar um embrião e as principais causas dessa alteração são a falta de progesterona, uso de anticoncepcionais e lesões por aborto ou curetagem. Após a menopausa, a espessura do endométrio geralmente é de 5 mm.

ENDOMÉTRIO ADEQUADO
Para que se tenha sucesso no processo de implantação do óvulo fecundado no endométrio, é necessário que este tenha uma espessura mínima de 7 mm e máxima entre 12-14 mm durante a ovulação. A espessura do endométrio pode ser medida através do exame de ultrassonografia transvaginal.

O endométrio pode não crescer por diversos motivos: tecido escasso devido a procedimentos prévios (ex.: curetagem uterina), falta de estimulação hormonal (ex.: baixa absorção, baixa dose de estradiol), o estradiol circulante não chega adequadamente ao endométrio por alterações vasculares, entre outros.

A indicação da investigação ultrassonográfica endometrial na rotina está relacionada a sintomas genitais como sangramentos irregulares na pré, durante ou após a instalação da menopausa. A espessura endometrial normal pelo exame de ultrassonografia da pelve em mulheres menopausadas é de até 4mm.

Na menopausa, o endométrio deve ter espessura menor que 5mm. Já nas mulheres que fazem reposição hormonal, a espessura do endométrio pode atingir até 8mm. Quando são identificados no ultrassom valores acima destes limites, é diagnosticado o espessamento endometrial.

A camada interna do útero é chamada de endométrio. É nela que o embrião se implantará e se desenvolverá durante a gravidez. O seu funcionamento e as diversas alterações morfológicas estão intimamente ligados aos hormônios sexuais.

Sintomas que precisam ser investigados:
Sangramento e secreção vaginal anormal; Dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais; Sangramento menstrual mais prolongado; Sangramento após a relação sexual e dores durante a relação.

Qual o resultado do preventivo é preocupante? Papanicolau classe I – ausência de células anormais. Papanicolau classe II – alterações celulares benignas, geralmente causadas por processos inflamatórios. Papanicolau classe III – Presença de células anormais (incluindo NIC 1, NIC 2 e NIC 3).