O que são íntrons e exons?

Perguntado por: ldias . Última atualização: 25 de maio de 2023
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Os éxons são seqüências de bases transcritas e traduzidas, enquanto os íntrons são seqüências transcritas e não traduzidas (ver esquema a seguir). Assim, nesses organismos, as partes traduzidas do gene é que correspondem à informação genética que realmente codifica a seqüência de aminoácidos da proteína.

Os íntrons estão entre os éxons, sendo regiões do DNA que não codificam as proteínas e são retirados da sequência durante o processo de formação das proteínas. Todo o conjunto de éxons do DNA é chamado de exoma.

Em outras áreas como Biologia molecular, upstream determina as posições relativas no DNA; em rede de computadores, o termo designa a direção na qual é feita a transferência de dados entre cliente e servidor.

Os éxons são seqüências de bases transcritas e traduzidas, enquanto os íntrons são seqüências transcritas e não traduzidas (ver esquema a seguir). Assim, nesses organismos, as partes traduzidas do gene é que correspondem à informação genética que realmente codifica a seqüência de aminoácidos da proteína.

No splicing do RNA, partes específicas do pré-RNAm, chamadas íntrons são reconhecidas e removidas por complexos proteína-e-RNA chamados de spliceossomos.

O gene é um segmento de uma molécula de DNA (ácido desoxirribonucleico), responsável pelas características herdadas geneticamente. Cada gene é composto por uma sequência específica de DNA que contém um código (instruções) para produzir uma proteína que desempenha uma função específica no corpo.

O splicing é um tipo de processamento de RNA no qual as seqüências denominadas introns são removidas, enquanto as seqüêcias remanescentes (exons) são unidas formando um RNA maduro, que pode ser mensageiro ou não- codificante.

Íntrons e éxons são transcritos em RNA mensageiro (mRNA) primário ou pré-mRNA. Após a transcrição, o mRNA passa pelo processo de remoção dos íntrons, originando o mRNA maduro, que será traduzido em proteína.

O splicing pode ocorrer durante e/ou após a transcrição do pré-mRNA. Quando este está completamente processado, o mRNA é exportado para o citoplasma para ser traduzido. Ou seja, o Splicing consiste na retirada dos íntrons de um RNA precursor, de forma a produzir um mRNA maduro funcional.

De códons a aminoácidos
Cada RNAt possui um anticódon, um conjunto de três nucleotídeos que se liga ao códon correspondente no RNAm através do pareamento de bases. A outra extremidade do RNAt traz o aminoácido especificado pelo códon.

Esse processamento do RNA é chamado de splicing (que ocorre no núcleo e consiste na remoção dos íntrons e união dos éxons imediatamente após a transcrição do RNA) e é bastante complexo, já que a molécula de RNA deve ser clivada em locais exatos e os éxons devem ser unidos também de maneira correta.

O upstream são as etapas do fluxo de trabalho e tem como objetivo amadurecer e validar as ideias antes de aplicá-las ao mundo real, o que chamamos de Discovery, isso porque tem como objetivo descobrir o que o cliente quer e em qual ordem de prioridade essas atividades devem ser estruturadas.

Para aqueles que dividem a cadeia de suprimento de petróleo em três segmentos, a divisão é feita do seguinte modo: upstream se relaciona à produção de petróleo, midstream se relaciona ao processamento de petróleo e o downstream compreende a logística de vendas dos derivados acabados.

Pois bem, na fita de DNA estas ligações acontecem sempre entre a hidroxila do carbono 3' de uma fita com a hidroxila do carbono 5' e este é o sentido da “leitura” e síntese de novas moléculas. Por isso, o sentido da vida é 5'- – ->3' (lê-se 'cinco linha – três linha'), como já nos ensinou a Mafalda muito tempo atrás.

O Splicing é um processo que remove os íntrons e junta os éxons depois da transcrição do RNA.

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