O que significa a sigla P no exame de sangue?

Perguntado por: oqueiroz . Última atualização: 29 de maio de 2023
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O fósforo é componente integrante do metabolismo intermediário de carboidratos, lipídeos e proteínas.

O CHCM (concentração de hemoglobina corpuscular média) ou CHGM (concentração de hemoglobina globular média) avalia a concentração de hemoglobina dentro da hemácia. O HCM (hemoglobina corpuscular média) ou HGM (hemoglobina globular média) é o peso da hemoglobina dentro das hemácias.

Entre as alterações nos exames de sangue podemos encontrar anemias, alterações da defesa do organismo, alterações do número das plaquetas, alterações da coagulação que levam o paciente a ter tromboses ou sangramentos abundantes e inexplicados.

Os exames mais utilizados na prática clínica para mensurar atividade inflamatória são a PCR e a VHS. Ambas têm alta sensibilidade, porém pouca especificidade. A queda dos valores de PCR durante o tratamento de uma infecção bacteriana mostra correlação com boa resposta clínica, pois seus níveis variam rapidamente.

O antígeno carcinoembrionário (CEA) pode contribuir no diagnóstico de diversos tipos de câncer, como câncer de intestino, pâncreas, pulmão, fígado, tireoide, entre outros.

Troponina - existem exames de sangue que detectam danos ao coração. Eles são chamados de marcadores cardíacos. O mais comum em uso hoje é a troponina. A troponina pode ser usada para diferenciar um ataque cardíaco de angina estável e angina instável.

Quando há presença de infecção no organismo, nota-se o aumento dos leucócitos. Quando há sinais de alergia, verifica-se o aumento dos eosinófilos. Mas é importante que a interpretação do exame seja realizada por um médico, pois somente ele poderá levar em consideração os sintomas que o indivíduo apresenta.

Para analisar seus exames com agilidade e segurança, basta seguir o passo a passo abaixo:

  1. Acesse o site do Laboratório Padrão.
  2. Na página inicial, clique em “Resultados de exames”.
  3. Digite o seu CPF e senha.
  4. Selecione o exame e o resultado.

O considerado normal é, os valores que ocorrem em 95% da população sadia. 5% das pessoas sem problemas médicos podem ter valores do hemograma fora da faixa de referência (2,5% um pouco abaixo e outros 2,5% um pouco acima). Portanto, pequenas variações para mais ou para menos não necessariamente indicam alguma doença.

Os principais exames para visualizar lesões de fígado são a ultrassonografia, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética do abdome. Outro exame útil é a dosagem da alfafetoproteína (AFP), proteína liberada no sangue pela maioria dos tumores hepáticos de natureza maligna.

Que doenças o hemograma pode detectar? O hemograma pode ajudar a detectar doenças como anemia, alguns tipos de câncer como leucemia, infecções e inflamações, problemas no sistema imunológico, entre outras.

O risco de hemorragia aumenta quando a contagem de plaquetas está abaixo do valor mínimo normal. Contudo, problemas graves de dificuldade na coagulação habitualmente só ocorrem quando a contagem é inferior a 80 mil a 100 mil por microlitro de sangue.

Não existe um valor que define um nível preocupante de leucócitos. Para se ter uma ideia, geralmente, o valor de referência do número de leucócitos pode estar entre 3.500 e 10.000/mm3. O que acontece, geralmente, são os valores estarem um pouco acima ou abaixo deste parâmetro.

O hemograma é considerado o exame mais importante para a confirmação da suspeita de câncer. Nos casos positivos de leucemia, o resultado do hemograma apresenta alterações na contagem de plaquetas e valores dos glóbulos brancos e vermelhos.

“O hemograma é um exame que avalia a contagem de células sanguíneas e a sua forma, como também a concentração de hemoglobina. As alterações ocorrem quando as células tumorais invadem a medula óssea – nossa “fábrica” de células sanguíneas – promovendo diminuição da produção das mesmas”, o Dr. Bellesso explica.

Para identificar o câncer podem ser solicitados pelo médico a realização da dosagem de marcadores tumorais, que são substâncias produzidas pelas células ou pelo próprio tumor, como o AFP e o PSA, que se encontram elevados no sangue na presença de determinados tipos de câncer.

A infecção no sangue corresponde à presença de microrganismos no sangue, principalmente fungos e bactérias, levando a sintomas como febre alta, diminuição da pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos e náuseas, por exemplo.

Cansaço, depressão, ganho de peso, entre outros sintomas são causados pela inflamação do corpo, mas nem sempre damos, atenção a isso. Um dos fatores que causam a inflamação do corpo é a alimentação.

Ou seja, o hemograma completo é fundamental para essa análise. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma quantidade muito baixa de hemácias, pode ser que esteja com anemia. Já um total de glóbulos brancos (leucócitos) acima do esperado, pode ser um indicativo de infecção.

Os exames de sangue podem mostrar os valores de diversos marcadores tumorais, ou seja, substâncias aumentadas em função da atividade de algum tumor. Apesar de não existir um marcador universal, que sirva para todos os tipos de câncer, há uma série de marcadores, associados a uma ou várias neoplasias.