O que tem no baú da Emília?

Perguntado por: abernardes . Última atualização: 25 de maio de 2023
4.4 / 5 17 votos

Lá dentro ela guarda todas as bugigangas que vai recolhendo nas suas travessuras e nas viagens ao redor do mundo. Tem escama de cauda de sereia, pena da asa do anjinho, conchas do Reino das Águas Claras e até a certidão de casamento com o Rabicó.

A personagem Emília, segundo Eduardo, simboliza a desobediência e a impertinência – ao falar sempre o que quer, sem se importar com nada – e, dessa forma, simboliza também a busca por liberdade.

Contando histórias e estimulando a criatividade e imaginação das crianças, Dona Benta alimenta a curiosidade de seus netos e da boneca Emília. Tia Nastácia: cozinheira de mão cheia, muito simpática e sempre assustada.

As memórias da Emília incluem a chegada de um anjinho no Sítio do Picapau Amarelo, as aventuras de Peter Pan e Capitão Gancho e até as confusões de Popeye!

7- EMÍLIA ADORA PULAR AMARELINHA COM SEUS AMIGOS! AMARELINHA É UMA BRINCADEIRA QUE MUITAS CRIANÇAS TAMBÉM ADORAM.

Narizinho é uma garota que mora no sítio, ela é a melhor amiga de Emília e fez sua primeira aparição em "Um Lugar Diferente".

Ela é capaz de andar e se movimentar livremente, porém muitas vezes é tratada por Narizinho como uma boneca comum e é "enfiada no bolso". Por ser uma boneca, embora evolua e vire gente, Emília pode cometer impunemente pecados infantis como birra, malcriação, egoísmo, teimosia e espertezas.

EMÍLIA. Boneca de pano feita por Tia Nastácia para Narizinho brincar. Em uma aventura pelo Reino das Águas Claras, a boneca Emília toma uma pílula e começa a falar.

Uma das personagens mais queridas do Sítio do Picapau Amarelo é a boneca, Emília. Ela foi feita por Tia Nastácia, os materiais eram simples: retalhos de pano e flor de macela, mas no mundo mágico de Monteiro Lobato isso é o bastante para dar vida a um ser encantado.

Rabicó

Rabicó é marido de Emília, que só se casou com ele por interesse em se tornar marquesa, e talvez algum dia princesa; isso se deve ao fato de que Narizinho enganou a boneca dizendo que o Rabicó na verdade era um marquês descendente da nobreza, e que uma bruxa havia o transformado em porco, e que só voltaria a ser gente ...

Vitória

Cansada de esconder a verdade, Emília confessa que é filha de Vitória. A doce "Mili" cresceu e virou uma mulher vingativa, tudo graças ao abandono da mãe.

Com sua sagacidade, Emília apresenta ao público o lugar onde mora: o Sítio do Picapau Amarelo.

8. Emília chegou a fazer um bico de repórter, quando visitou o País da Gramática. Ela entrevista o verbo ser para o jornal "O Grito do Picapau Amarelo".

de 1920

Por exemplo: Emília tem data e local de nascimento — e esse lugar não é o Sítio do Picapau Amarelo, onde ela foi confeccionada por Tia Nastácia. A boneca nasceu da pena de Monteiro Lobato em São Paulo, na Rua Boa Vista 52, em algum dia de 1920.

É neste contexto que Lobato cria a personagem Jeca Tatu, como símbolo do homem do interior, preguiçoso, pobre e doente, sendo um empecilho para produção agrícola e, portanto ele precisa ser “tocado” – Lobato declara: “ao caboclo tocá-se!”.

Na edição original, ele nos informou que Narizinho “era uma netinha (de Dona Benta) órfã de pai e mãe”. Depois disso, ele nunca mais tocou no assunto, nunca mais alguém citou de quem a menina era filha, se de um filho ou de uma filha de Dona Benta.

A última Emília de todas, desta vez em versão animada, foi dublada pela atriz Isabella Guarnieri. Ela dublou a personagem de 2012 a 2016. Com a exposição na televisão, Emília tornou-se um grande sucesso comercial. Toda criança queria uma boneca Emília para chamar de sua.

Emília educadora
Caramujo, que a deixou tagarelando por três horas, sem parar para tomar fôlego. Desde então, a “torneirinha de asneiras” se tornou a marca principal da boneca falante, criativa e ousada, responsável por trazer magia e peripé- cias às aventuras do Sitio do Picapau Amarelo.

Emília engoliu a pílula, muito bem engolida, e começou a falar no mesmo instante. A Emília falou, falou, fa- lou, falou mais de uma hora sem parar. Falou tanto que Narizinho, atordoada, disse ao doutor que era melhor fazê-la vomitar aquela pílula e engolir outra mais fraca. – Não é preciso – explicou o grande médico.

Formada pela Escola de Arte Dramática de São Paulo, Dirce Migliaccio – irmã do ator Flávio Migliaccio (1934-2020) – foi a primeira Emilia da série. Sua estreia na arte ocorreu em 1958, quando trabalhou na peça Eles não usam black tié.