Onde dói quando está com cirrose?

Perguntado por: alopes . Última atualização: 17 de maio de 2023
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Os sintomas mais comuns que aparecem como alertas no início do desenvolvimento da cirrose costumam ser a fadiga, perda de energia, perda de apetite e de peso, náuseas, dores abdominais e pequenos derrames na pele.

Quanto ao diagnóstico da cirrose, os médicos podem se valer de algumas opções diferentes. Além da biópsia do fígado e dos exames de sangue, que podem detectar anemia, baixo nível de leucócitos e plaquetas e outras anormalidades, fortes aliados são os exames de imagem.

Perda de cabelo; Aparecimento de nódulos amarelados pelo corpo (principalmente perto das pálpebras); Inchaço (principalmente nas pernas); Tosse e vômito com sangue.

Em um primeiro momento, os sinais costumam ser dor e inchaço abdominal. A pele e os olhos também podem ganhar um tom amarelado, característico das doenças hepáticas, sendo também o sintoma mais famoso, junto com a urina em tonalidade escura e as fezes esbranquiçadas, acompanhadas ou não por odor forte.

O fígado com cirrose é incapaz de produzir albumina e esta ao diminuir no sangue permite que a água dos vasos sanguíneos escape e infiltre os tecidos das pernas causando edema e se acumule na cavidade abdominal causando ascite ( barriga de água ).

Existem duas fases:

  • compensada – período da doença sem sintomas.
  • descompensada – fase de maior gravidade, em que surgem habitualmente os sintomas e complicações acima indicados.

Cirrose é a distorção disseminada da estrutura interna do fígado que ocorre quando uma grande quantidade de tecido hepático normal é permanentemente substituída por tecido cicatricial não funcional. O tecido cicatricial se desenvolve quando o fígado é danificado repetida ou continuamente.

Gama glutamil transferase (gama GT) ou transaminase GGT, exame que auxilia no diagnóstico de colestase hepatobiliar e detecta o consumo de álcool pelo paciente.

letargia e outros sinais de encefalopatia hepática; fezes e vômitos com sangue (por hemorragia) digestiva; câncer hepático.

Os exames de TGO (transaminase glutâmico-oxalacética) e TGP (transaminase glutâmico-pirúvica) medem a atividade dessas enzimas do fígado e permitem suspeitar de doenças, como cirrose e hepatite.

Cirrose é um fígado “doente terminal”. Quais as causas da cirrose hepática? Para que ocorra cirrose, deve haver algum fator “machucando” constantemente o fígado. O exemplo mais popularmente conhecido é o álcool: a cirrose alcoólica nada mais é do que a degeneração hepática em decorrência do consumo excessivo de álcool.

Grau 1 ou Esteatose hepática simples: o excesso de gordura é considerada inofensivo. Geralmente não existe qualquer sintoma e só se descobre o problema através de um exame de sangue de rotina; Grau 2 ou Esteatose hepática não alcoólica: além do excesso de gordura, o fígado fica inflamado.

CIRROSE – Uma vez com cirrose, é possível reverter os danos causados ao fígado sem a necessidade do transplante? DR. TÉRCIO GENZINI – Não, infelizmente, a única forma de reverter a cirrose é por meio do transplante de fígado.

A cirrose hepática consiste em uma condição em que o fígado é gradualmente substituído por cicatrizes. Isso ocorre devido à presença de uma inflamação crônica causada por fatores como consumo de álcool, infecções, gordura, entre outros. Essa doença pode levar a complicações graves.

A presença de gordura no fígado geralmente não causa sinais perceptíveis. Geralmente, não há sintomas nos estágios iniciais, então você provavelmente não saberá que tem, a menos que seja diagnosticado durante exames realizados por outros motivos.

Na hepatite alcoólica há icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas), sinais de mau funcionamento do fígado, além de febre e alterações nos exames de sangue. Ascite (barriga d'água), sangramento por rompimento de varizes (veias dilatadas) no esôfago e icterícia podem ser sinais da cirrose hepática.

Dor. Normalmente a dor surge na parte superior do abdômen e atrás do estômago, do lado esquerdo, debaixo da costela, e a sensação é de ardência. A dor pode ser mais forte depois do paciente ingerir algum alimento, e costuma ser mais intensa se é ingerido alto teor de gordura.

Por existir algumas formas de tratamento, muitos acreditam que a cirrose tem cura. Contudo, estamos falando de uma doença hepática e crônica e, por isso, não existe cura completa. Como dissemos inicialmente, ela afeta as funções do fígado e, se não identificada, pode evoluir para a falência do órgão.

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