Por que a rainha foi condenada à morte?

Perguntado por: mramos8 . Última atualização: 23 de maio de 2023
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16 de outubro de 1793 - Acusada de traição, Maria Antonieta é condenada à guilhotina.

Em 16 de outubro de 1793, em pleno período do Terror jacobino, durante a Revolução Francesa, a rainha Maria Antonieta foi guilhotinada. Estava, então, com 38 anos de idade. Ela havia sido presa no ano anterior junto com Luís XVI, seus dois filhos (Maria Tereza, 14 anos, e o Delfim, 7 anos) e sua cunhada, irmã do rei.

Com a aprovação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, o rei teve o seu poder limitado, tentou fugir do país, foi pego e teve o pouco poder que ainda lhe restava tomado. Com isso, Luís XVI foi considerado um traidor da revolução, sendo condenado à guilhotina, fato que foi consumado em janeiro de 1793.

A guilhotina foi utilizada pela primeira vez na França revolucionária, no ano de 1792, durante a Revolução Francesa. O médico inventor defendia o direito dos condenados a uma morte rápida e sem dor – segundo ele, a guilhotina propiciava esse tipo de morte.

O julgamento foi entendido como de fachada e condenou Maria Antonieta à morte na guilhotina por alta traição à França, sendo guilhotinada no dia 16 de outubro de 1793, mais precisamente às 12h15min.

Napoleão Bonaparte

Após a Queda da Bastilha, o processo revolucionário espalhou-se pelo país e estendeu-se por um período de dez anos. A revolução só foi encerrada na França quando Napoleão Bonaparte tomou o poder do país por meio do Golpe do 18 de Brumário.

Tinham passado sete anos desde a boda, mas o casamento ainda não fora consumado em virtude da fimose e do medo de ser operado do seu marido. Mas a falta de herdeiros era considerada uma ameaça para uma monarquia em torno da qual começavam a soprar os ventos revolucionários.

Em 14 de julho de 1789, a população parisiense rebelada atacou a Bastilha, antiga prisão e símbolo do absolutismo francês. A Revolução Francesa, como o próprio nome sugere, foi um ciclo revolucionário que aconteceu na França entre 1789 e 1799.

Em 14 de julho de 1789, a Bastilha foi tomada pela população parisiense insatisfeita com a crise socioeconômica que a França atravessava no final do século XIX. Durante a invasão, a prisão tinha apenas sete presos, porém servia de depósito de armas e pólvoras.

Jean-Paul Marat

Segundo vários historiadores, Lavoisier foi denunciado pelo político revolucionário Jean-Paul Marat. Marat nasceu no mesmo ano que o químico, estudou medicina e viajou pela Europa.

Basílica de Saint-Denis, Saint-Denis, França

Durante a Revolução Francesa, os jacobinos defendiam reformas sociais e, na Assembleia Nacional, sentavam-se do lado esquerdo da sala de reuniões. No Brasil, os clubes republicanos radicais do fim da monarquia se diziam jacobinos por defender as mesmas idéias dos franceses um século antes.

Calculam-se 40 mil vítimas da guilhotina entre 1792 e 1799. No período do Terror, entre 1793 e 1795, constataram-se 15 mil mortes na guilhotina.

A família real tentou fugir em 1791, mas foram reconhecidos e detidos perto da fronteira com o Império Austríaco, e enviados de volta ao Palácio das Tulherias. A essa altura, o sistema feudal tinha sido abolido e a Igreja, submetida ao Estado.

O Rei tinha o direito de receber os impostos de todas províncias dominadas. Estes impostos poderiam ser pagos em dinheiro ou em produtos, frutas e alimentos. O Rei também era o juiz que decidia as disputas judiciárias do povo.

Na monarquia, forma de governo vigente no Brasil antes da proclamação da república, o país é governado pelo rei, ou monarca, que exerce a função de chefe de Estado sem limites de poder ou tempo.

Gente, a guilhotina é um equipamento prático que serve pra cortar uma quantidade grande de papéis ao mesmo tempo. E isso ajuda o trabalho a ficar mais rápido, seja em casa ou na gráfica, na hora de encadernar e plastificar!

10 de setembro de 1977

Em 10 de setembro de 1977, a última pessoa a ser guilhotinada foi executada na França: Hamida Djandoubi, condenado à morte por tortura e estupro seguidos de morte, foi decapitado na prisão de Baumettes, em Marselha. A pena de morte seria abolida na França em 30 de setembro de 1981.

Nessa época, a sociedade francesa estava dividida em três ordens ou estados. O primeiro estado, constituído pelo clero, proprietário de 10% das terras da França, não pagava impostos. O baixo clero, porém, vivia na miséria. O segundo estado era formado pela nobreza, proprietária de mais de 20% das terras do país.