Por que eu levo susto?

Perguntado por: acustodio . Última atualização: 18 de maio de 2023
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O susto acontece por ser um mecanismo de defesa, é como se fosse um acionamento do modo alerta de forma ultra repentina. Ao sermos assustados, nosso corpo deduz que estamos em perigo e “liga todos os motores” para enfrentar os perigos e garantir a sobrevivência.

Chamada de mioclonia do sono, essa condição envolve pequenos espasmos e tremedeiras repentinas que acontecem enquanto a pessoa dorme. É um sintoma involuntário, que pode ocorrer afetando músculos menores e causando movimentos principalmente dos braços ou das pernas, assemelhando-se a espasmos musculares.

Elas se assustam facilmente com novas sensações corporais. Algumas pessoas com transtorno de ansiedade por doença procuram assistência médica frequentemente. Outras sentem muita ansiedade em ter que buscar tratamento. A doença tem um papel central em suas vidas e monopoliza suas conversas com outros.

O conceito de preocupação está diretamente associado ao medo. Na maioria das vezes, o que sentimos, na verdade, é medo das coisas que podem nos acontecer. É por causa disso que, quando preocupados, podemos nos sentir angustiados, agitados emocionalmente, inquietos e assustados frente a um risco previsível ou iminente.

É o medo provocado por uma circunstância imprevista e intimidadora como, por exemplo, um barulho intenso, uma visão horrenda, uma notícia ruim e inesperada. É constituído por uma reação fisiológica e comportamental do corpo humano contra possíveis ameaças, que resulta no lançamento de adrenalina na corrente sanguínea.

Ele é um dos hormônios produzido pelo par de glândulas localizadas acima dos rins – conhecidas como adrenais, ou suprarrenais. Com o cérebro, o cortisol controla estresse físico ou emocional, humor, motivação e medo.

Medos reais e medos emocionais
Esses medos são agentes protetores, e não geram insegurança, pois não são capazes de interferir no sentimento de capacidade individual e são reais e concretos no risco oferecido. São esses medos que nos fazem pensar antes de agir, de tomar uma decisão ou de fazer uma escolha.

Quando estamos ansiosos, o nosso corpo se prepara para lidar com o causador da apreensão demasiada. Para enfrentar o aparente perigo, nossos membros se preparam para agir, resultando em uma sensação de tremor ou espasmo.

Ninguém sabe exatamente por que o corpo se contrai ao adormecer, mas os especialistas acreditam que a ingestão excessiva de cafeína e o estresse físico ou emocional podem aumentar sua frequência. “Eles também podem ser facilitados por fadiga ou privação de sono”, disse Dasgupta.

A ansiedade intermediária perturba ao longo da noite. Após despertar abruptamente em algum momento da noite, o indivíduo possui dificuldade para voltar a dormir. Ele tem pequenos cochilos, mas não consegue voltar a dormir profundamente. O restante do sono também não é reparador.

Quem sofre de distúrbio de ansiedade cria uma série de suposições que nem sempre são racionais. É como se a mente produzisse fake news sobre o futuro – e acreditasse nelas. O corpo reage ao perigo iminente com sinais bem desconfortáveis.

Os pensamentos de pessoas ansiosas costumam ser muito focados em si, na tentativa de controlar situações. Logo, elas sentem dificuldade de compreender a realidade dos outros, o que afeta relações sociais e até profissionais. Afinal, é como se o indivíduo se mantivesse constantemente na defensiva.

Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso. "Pessoas com transtornos de ansiedade são pessimistas. Elas acreditam que algo ruim está prestes a acontecer, mesmo que não haja nenhuma evidência que aponte para isso.

Em geral, quando uma pessoa está assustada, tende a realizar movimentos curtos, rápidos e erráticos. E quando a pessoa está verdadeiramente apavorada, acontece o contrário: fica paralisada. No primeiro caso, a pessoa não fica quieta. No segundo, ela se mantém estática, com o corpo encolhido e inclinado para trás.