Por que o Egito e considerado o pai da medicina?

Perguntado por: oferreira . Última atualização: 21 de maio de 2023
4.7 / 5 4 votos

No Egito, existia a Biblioteca Faraônica Imhotep, que armazenava todos os seus tratados de medicina e cirurgia. Atribui-se a ele os primeiros tratados médicos escritos. Imhotep diagnosticou e tratou mais de 200 doenças: 15 doenças do abdômen, 11 da bexiga, 10 do reto, 29 dos olhos e 18 da pele, cabelo, unhas e língua.

É comum, por exemplo, atribuir à medicina egípcia o título de mais antiga do mundo. Nesse sentido, o primeiro médico da história seria Imhotep (2655 a.C. – 2600 a.C.), que deixou um tratado com 48 casos médicos, organizados em secções, como diagnóstico e possibilidade de tratamento, no papiro de Edwim Smith.

Hipócrates

Uma curiosidade muito comum é sobre quem seria o pai da Medicina, aquele responsável pelas primeiras grandes contribuições científicas. Há um consenso entre historiadores e profissionais da Medicina que essa pessoa seria Hipócrates.

Mais Médicos é um programa lançado em 8 de julho de 2013 pelo Governo Dilma, cujo objetivo é suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades do Brasil. O programa levou 15 mil médicos para as áreas onde faltam profissionais.

bastão de Esculápio

O bastão de Esculápio com uma serpente enrolada sempre foi o símbolo da atividade médica. A American Medical Association, em 1919 e a World Medical Association, em 1956, o adotaram como seus símbolos. O caduceu é mais antigo que o bastão de Esculápio e sempre esteve relacionado ao comércio.

Quais são os principais avanços da Medicina? Alguns avanços da Medicina que marcaram a história recente são: prontuário eletrônico, telemedicina, cirurgia robótica assistida, dispositivos vestíveis e impressões 3D.

Ciências na civilização egípcia
Eles desenvolveram também conhecimentos na área de anatomia humana que foram fundamentais para feitos na medicina como realização de cirurgias, o tratamento de doenças do estômago, do coração e de fraturas.

A ciência que se dedica aos estudos do Egito Antigo é chamada Egiptologia. Por se tratar de uma região rica em manifestações culturais e de importância histórica, o território egípcio desperta o interesse de pesquisadores desde a antiguidade.

Amon-Ra

No Egito, o sol, fecundante das cheias do Nilo, é Amon-Ra, deus também da medicina.

O sistema de saúde no Egito é ligeiramente subdesenvolvido em comparação com o resto do mundo. Provavelmente o indicador mais importante que pode ser usado para resumir a eficiência de todas as medidas é a expectativa de vida geral. Em outras palavras, a era teórica que um recém-nascido hoje poderá atingir.

A Faculdade de Medicina de Montpellier é a mais antiga em atividade do mundo (a de Salerno deixou de existir em princípios do século XIX). O ensino médico em Montpellier nasceu na prática, fora de todo marco institucional, a princípios do século XII.

A atividade médica surgiu há milhares de anos. No Egito Antigo já eram realizadas cirurgias bastante complexas. Mas foi na Grécia Antiga que a medicina se desenvolveu, onde surgiram as primeiras técnicas na arte de identificar os sintomas das doenças. Também na Grécia nasceu Hipócrates, considerado o Pai da Medicina.

A gaúcha Rita Lobato Velho Lopes é considerada a primeira mulher a se formar e a exercer a Medicina no Brasil, ainda no século 19. Com excepcional dedicação, Rita concluiu os estudos primários aos 9 anos de idade.

No dia 1º de agosto, o Presidente da República, Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, anunciaram o programa Médicos Pelo Brasil.

A cor verde, desde a Idade Média, está relacionada com a Medicina. Por representar a esperança, essa é a tonalidade utilizada até hoje nas faixas de colação de grau e nos anéis de formatura.

Ainda de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o símbolo de Asclépio tem no bastão a interpretação como reinado do espírito sobre o corpo; e a serpente tem o sentido de renovação (pela troca de pele), adivinhação (segundo a antiga crença) e morte ou remédio (após atenuado o veneno).

Muita gente usa um outro símbolo para representar a Medicina: o caduceu de Hermes. Esse logo, na verdade, possui duas serpentes entrelaçadas no bastão e duas asas na parte superior do cajado. Este símbolo foi representativo para os romanos como forma de equilíbrio moral e boa conduta.

O atual índice brasileiro de 2,56 médicos por mil habitantes já é compatível com o de países como Estados Unidos (2,6), Canadá (2,7), Japão (2,5) e Coreia do Sul (2,5), além de ser maior que o do Chile (2,2), da China (2) e da África do Sul (0,8).

A medicina do futuro terá como foco a prevenção. Estamos deixando para trás um modelo convencional e compartimentalizado para um modelo conectado. Tratamentos reativos e episódicos darão espaço para os cuidados contínuos, proativos e individualizados. O cerne disso é o processamento de dados e outras inovações.