Por que segundo Caminha a aparência dos índios revela sua índole boa?

Perguntado por: vcampos . Última atualização: 19 de maio de 2023
4.4 / 5 15 votos

b) Por que, segundo Caminha, a aparência dos índios revela sua índole boa? Caminha atribui a Deus a aparência dos índios. Portanto, se receberam de Deus “bons corpos e bons rostos”, devem ser “homens bons”.

Resposta comentada:
O empecilho apontado por Caminha se relaciona ao elemento de comunicação “código” e, portanto, à função de linguagem metalinguística. Este texto gerador, assim como a Carta de Caminha, pertence à categoria dos textos in- formativos.

Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver senão terra com arvoredos, que nos parecia muito longa. Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos.

A carta de Pero Vaz de Caminha permite entender o projeto colonizador para a nova terra. Nesse trecho, o relato enfatiza o seguinte objetivo: A Valorizar a catequese a ser realizada sobre os povos nativos.

O motivo da carta
A missão dada pelo rei Manoel a Caminha era simples e ao mesmo tempo importantíssima: relatar o que havia nas novas terras descobertas – principalmente se havia metais preciosos. É importante ressaltar que D.

Resposta verificada por especialistas
Pero Vaz de Caminha descreve a terra ao rei Dom Manoel, como graciosa, fértil, onde de tudo nasce, ou seja, trata-se de uma descrição positiva, visto que as qualidades do novo espaço são narradas frente ao potencial produtivo do país tropical.

O documento permite um primeiro contato das crianças com a formação do Brasil. Contribui, ainda, para iniciar um processo de aprendizagem com base em inferências sobre documentos e outras fontes. Aqui, vale um esclarecimento: todo vestígio do passado é uma fonte histórica em potencial.

Pero Vaz de Caminha foi um nobre português que ficou marcado na história brasileira como o responsável por escrever o primeiro documento escrito sobre o nosso país. Pero Vaz de Caminha foi o escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral, por meio da qual os portugueses chegaram ao Brasil em 22 de abril de 1500.

O trecho é o seguinte: "Parece-me gente de tal inocência que, se nós entendêssemos a sua fala e eles a nossa, seriam logo cristãos, visto que não têm nem entendem crença alguma."

Resposta verificada por especialistas
No relato de Pero Vaz de Caminha em estudo, não há uma expressão de superioridade, ele se limita a falar sobre a aparência dos povos nativos encontrados, suas pinturas corporais e enfeites.

O primeiro contato entre portugueses e índios foi marcado pelo espanto diante do novo, do diferente. Inicialmente, não houve violência, mas sim um contato amistoso e movido por boa disposição.

O escrivão da frota de Cabral faz elogios a natureza Brasílica, diz ele: “em tal maneira é tão graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-ia nela tudo”. Esta célebre frase, aponta para as potencialidades da nova terra, formando imagem da exuberância da natureza enaltecida em outros trechos.

Em primeiro de maio de 1500, ancorado em Porto Seguro, o escrivão Pero Vaz de Caminha dirigiu ao monarca de Portugal, D. Manuel I, um relato de tudo o que vira na terra recém-descoberta, logo denominada pelos navegadores Vera Cruz.

Povos aparentemente dóceis, q andavam nus sem cobrir as "vergonhas", não carregavam ouro nem metais preciosos, eram amigáveis e não tinham armas de fogo.

Resposta. Resposta: Ensinar aos indios a fé católica.

Conteúdo da Carta
Ele documenta a composição física à primeira vista do território. Além disso, narra o episódio do desembarque dos portugueses na praia, o primeiro encontro entre os índios e os colonizadores, e a primeira missa realizada no Brasil.