Porque a fibrose dói?

Perguntado por: grodrigues2 . Última atualização: 18 de maio de 2023
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A fibrose se torna uma complicação, assumindo tamanhos maiores e gerando mais incômodo, quando a cirurgia causa lesões às células. Com isso, surgem nódulos, endurecimento da pele, desconforto, além de dificuldade no movimento. Quando há essas lesões às células, ocorre uma reação inflamatória, inchaço e roxo.

Os principais tratamentos para fibrose vai depender do estágio em que ele se encontra. Mas os mais usados são a drenagem linfática, ultrassom, laser, radiofrequência e carboxiterapia. O tratamento certo para cada caso consegue devolver a elasticidade da pele, dissolvendo o excesso de tecido cicatricial e nódulos.

A infusão de dióxido de carbono (terapia de CO2 ou carboxiterapia) na fibrose cicatricial pós-operatória sob a pele também ajuda na cura. Ao melhorar a circulação e alongar a fibrose, o dióxido de carbono permite a reabsorção e laceração da cicatriz.

Os tratamentos estéticos ajudam a reduzir a fibrose, tais como ultrassom, radiofrequência, laser, endermoterapia, drenagem linfática etc. A eficácia desses tratamentos é maior quando mais cedo é realizado o diagnóstico. Por isso, é importante seguir o pós-operatório.

Fibrose tem tratamento, independentemente do tempo. No entanto, quanto antes ela for tratada, mais fácil será o processo. Os tratamentos usados pela fisioterapia podem envolver aparelhos como laser e ultrassom, além de técnicas de liberação cicatrial manual.

Entre eles a exposição a toxinas nocivas, algumas condições médicas, medicamentos e até mesmo tratamentos, como a radioterapia. Alguns fatores ambientais e ocupacionais podem provocar danos aos pulmões. Por exemplo, sílica, asbesto, berílio, tungstênio entre outros.

Faça atividades regulares, como caminhada, alongamento e outros exercícios que não exijam muito da sua condição física. O objetivo é manter as funções dos músculos do seu corpo, que podem se comprometer por causa do sedentarismo e do efeito no uso de alguns medicamentos.

Se não houver uma intervenção rápida, os resultados desta complicação podem ser permanentes. Assim, o paciente fica com irregularidades visíveis sob a pele, retrações na área da cirurgia e enrugamento. Embora seja menos frequente, a pessoa também pode sentir dor e desenvolver nódulos endurecidos na região.

A fibrose faz parte desse processo natural de cicatrização interna e normalmente não causa problemas para as pacientes, desaparecendo após alguns meses.

Ao contrário da cirrose, a fibrose hepática é reversível, desde que se consiga interromper a agressão que a está a estimular. Essa regressão, contudo, pode demorar anos.

Devido à sua ação anti-inflamatória, o ultrassom é muito usado na fisioterapia dermato-funcional para recuperações de cirurgias plásticas, quando age na redução da formação de edema (inchaço), redução da fibrose (cicatriz interna) e, portanto, levando a uma recuperação melhor e mais rápida.

Outros tipos de fibroses
Alguns exemplos são: fibrose do fígado (cirrose), fibrose do mediastino (tecido mole do mediastino), mielofibrose (medula óssea), Doença de Crohn (intestino), quelóide (pele), artrofibrose (joelho, ombro, outras articulações), fibrose nos pés (ledderhose) e por aí vai.

O que é a Terapia Manual para Aderências e Fibroses? Esta Técnica oi desenvolvida com bases nas técnicas de terapias manuais da Fisioterapia para tratamento específico de fibroses e aderências decorrentes de traumas teciduais como as cirurgias plásticas.

A fibrose deve ser manipulada manualmente para que seja suavizada, geralmente após a aplicação do ultrassom, que auxilia no relaxamento das fibras de colágeno, pois aumenta a permeabilidade entre as células, ativando a circulação local.

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