Porque Desinsuflar o Cuff?

Perguntado por: lmonteiro4 . Última atualização: 31 de maio de 2023
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A primeira questão do porquê precisamos desinsuflar o cuff é porque ele insuflado é sinônimo de dependência exclusiva de um traqueóstomo.

Após a instalação de um tubo oro traqueal ou traqueostomia, o balonete (cuff) deve ser insuflado com volume de ar correspondente e a pressão verificada com manômetro.

O cuff é um balonete interno que, quando insuflado (ou seja, cheio de ar) adquire o formato da traqueia e bloqueia a passagem de ar para a via aérea superior. É ele que também veda as vias aéreas inferiores, evitando episódios de broncoaspiração.

Conclusão: o fonoaudiólogo pode desinsuflar o cuff sim!
Porque nós trabalhamos com as funções de via aérea superior que envolve: deglutir, respirar, falar, sugar e mastigar; com as funções do sistema estomatognático. Assim, respiração e deglutição está muito envolvido no processo de retirada desse traqueóstomo.

Introdução: O cuff é um aparato utilizado na ventilação mecânica invasiva que encontra-se na cânula endotraqueal, é responsável por impedir o escape de ar assim como dificultar a passagem de líquidos e secreções para o trato respiratório inferior.

Insuflar cuff com seringa de 6 a 10 ml de ar (20mmHg);

Tal técnica utiliza-se de uma seringa de 20mL e consiste em insuflar 15mL de ar dentro do balonete.

Causa ligada a cânula de traqueostomia: É a chamada ROLHA, que ocorre quando há um entupimento da cânula de traqueostomia por secreções que vão endurecendo no interior da sua luz.

Inflar o balonete com 15-20 ml de água destilada e tracionar a sonda para verificar se está fixa na bexiga; 19.

Conectar balonete ao conector do Cuffômetro. Verificar pressão inicial. Regular a pressão entre 20 e 30 cm H2O. Verificar a presença de escape aéreo.

O processo para retirada da cânula de traqueostomia é conhecido como decanulação e pode ser realizado tanto nas UTIs quando nas enfermarias e ambulatórios( 14. Managing the weaning of a temporary tracheostomy.

De acordo com Balbino (2016), a sequência correta de aspiração é tubo ou traqueostomia, nariz e boca. Essa ordem se justifica pela utilização de uma mesma sonda para aspirar da área estéril para a área limpa.

As complicações precoces incluem sangramento, obstrução da cânula (por tampão de muco), erosão no estoma (na abertura da traqueostomia) e infecção no local da traqueostomia. A decanulação acidental também pode ocorrer, o que pode levar ao mal posicionamento da cânula ou à formação de um falso trajeto.

O primeiro exercício é pegar um iogurte, de qualquer consistência, e sugar com um canudinho.

  1. Exercício 1: iogurte no canudinho.
  2. Exercício 2: mordendo a maçã
  3. Exercício 3: mastigando alimentos duros.
  4. Exercício 4: bebendo água.

Esvaziar completamente o balonete – conectar uma seringa com êmbolo retraído e deixar o líquido drenar espontaneamente, sem aspirar – ele pode conter de 10 a 20 mL de solução, nos casos de procedimentos endourológicos podem chegar a 30 a 60 mL.

Após o fluxo de urina estiver estabelecido, insira a sonda mais alguns centímetros para evitar que o balonete seja inflado no canal uretral. Aspire a água destilada na seringa (com auxílio de um colega para segurar a ampola) e reserve na bandeja estéril. Infle o balonete com água estéril.

Compondo o tubo endotraqueal há um balonete distal. Sua função é vedar e proteger as vias aéreas, prevenindo a aspiração de secreções e possibilitando a ventilação pulmonar. Mas, ao ser insuflado, o balonete distal exerce determinada pressão na parede da traqueia.

Caso o cuidador não possua o aspirador de secreções, o paciente deve inalar ou receber 2 ml de soro fisiológico no interior da cânula externa. Esse produto ajuda a expelir a secreção por meio da tosse e, consequentemente, contribui para a limpeza da cânula.

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