Porque não pode comer carne de porco durante cicatrização?

Perguntado por: vamorim . Última atualização: 18 de maio de 2023
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- Carne de porco: Ela também inflama a cútis, o que pode elevar além da conta a produção de colágeno e gerar uma supercicatrização – o queloide. - Soja: As isoflavonas da leguminosa estimulam a liberação de substâncias do corpo que rendem mais e mais inflamação na ferida.

Não existem restrições com relação à ingesta de carne de porco, a menos que esteja relacionado a pratos pesados e gordurosos, que possam resultar em náuseas ou vômitos.

a carne de porco não é remosa. e ela não atrapalha. a cicatrização tanto das cirurgias de otorrino como qualquer outra cirurgia Tá certo ao contado a carne de porco Ela é Rica em vitaminas do complexo B Tá certo agora o que eu sempre falo né pessoal você que vai fazer uma cirurgia tem que seguir as orientações.

Alguns deles (como a carne suína, por exemplo) prejudicam o estágio final da cicatrização, pois estimulam a formação de colágeno em excesso e de forma desordenada, o que causa uma “supercicatrização”, levando a queloides.

A carne oferece aminoácidos que são necessários para a formação do colágeno, mas cortes bovinos muito gordurosos e a carne suína em geral têm um potencial inflamatório muito elevado, produzindo os mesmos efeitos de agravamento da lesão e favorecimento de uma supercicatrização.

Além de favorecer inflamações, são alimentos com muito sódio, que causa inchaço e atrapalha a cicatrização. Congelados, sorvetes, biscoitos e salgadinhos. Causa inflamação na pele e pode levar à produção exacerbada de colágeno e causar uma “supercicatrização” que resulta em queloide.

Você conhece o termo 'alimentos remosos'? São os que podem dificultar o bom funcionamento do corpo e podem provocar inflamação alérgica.

Isso, em conjunto com a alta concentração de gordura e proteínas, faz com que essas carnes sejam alimentos remosos, que podem causar problemas inflamatórios. As carnes de origem animal que constituem essa categoria são: capivara, peixes de pele e cascudo, patos, carne de porco, caranguejo e camarão.

Mito. Não há nenhuma evidência científica que ateste que alimentos gordurosos prejudiquem a cicatrização. No entanto, é preciso que se faça um alerta: alimentos gordurosos devem ser evitados na primeira semana após a cirurgia, pois em conjunto com os medicamentos prescritos, podem causar mal-estar e diarreia.

A resposta é sim, a carne de porco é um dos alimentos que devem ser evitados durante qualquer tipo de cicatrização, já que seu consumo aumenta o risco de processos inflamatórios no organismo e prejudica a cura.

Além de favorecer inflamações, são alimentos com muito sódio, que causa inchaço e atrapalha a cicatrização. Congelados, sorvetes, biscoitos e salgadinhos. Causa inflamação na pele e pode levar à produção exacerbada de colágeno e causar uma “supercicatrização” que resulta em queloide. Carnes de porco de maneira geral.

Por outro lado, alguns alimentos do nosso cotidiano não são indicados. Alguns deles (como a carne suína, por exemplo) prejudicam o estágio final da cicatrização, pois estimulam a formação de colágeno em excesso e de forma desordenada, o que causa uma “supercicatrização”, levando a queloides.

Os alimentos embutidos sofrem um processo de fermentação e adição de sal que aumentam a retenção de líquido, agravando inflamações e dificultando a cicatrização. Assim, é necessário que se evite bacon, presunto, mortadela, salame, peito de peru, salame, rosbife, bacon, linguiça e salsicha.

Como dissemos, o ovo pode ser um alimento utilizado no processo de cicatrização, pois contém propriedades essenciais para a regeneração dos tecidos. A proteína do ovo, por exemplo, é de alto valor biológico, sendo quase totalmente aproveitada pelo organismo.