Quais as causas da Síndrome de Prader Willi?

Perguntado por: ateixeira . Última atualização: 20 de maio de 2023
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A principal causa da Síndrome de Prader-Willi é um erro genético aleatório e não hereditário, que acontece no momento da formação dos gametas. Essa síndrome é a principal causa genética da obesidade infantil e os portadores têm a cópia do cromossomo materno mantida, enquanto a do cromossomo paterno é apagada.

As principais causas das anomalias são os transtornos congênitos e perinatais, muitas vezes associados a agentes infecciosos deletérios à organogênese fetal, tais como os vírus da rubéola, da imunodeficiência humana (HIV), o vírus Zika, o citomegalovírus; o Treponema pallidum e o Toxoplasma gondii.

O diagnóstico de síndrome de Prader-Willi pode ser suspeitado antes do nascimento da criança ou através de características físicas após o nascimento. O diagnóstico pode ser confirmado por testes cromossômicos. (Consulte também Tecnologias de sequenciamento de próxima geração. (Consulte também Genes e cromossomos).

Bebês com Síndrome de Prader Willi (PWS) apresentam baixo Apgar ao nascer, dificuldade de sugar, choro fraco e são muito pouco ativos, dormindo a maior parte do tempo. Raramente conseguem ser amamentados. Seu desenvolvimento neuro-motor é lento, tardam a sentar, engatinhar e caminhar.

O portador também é incapaz de ter filhos. Cerca de 70% dos casos ocorrem quando parte do cromossomo 15 do pai é apagada. Em 25% dos casos, a pessoa tem duas cópias do cromossomo 15 da mãe e nenhuma do pai.

Descrição. A síndrome de Prader-Willi é uma doença congênita, que afeta o sistema nervoso central, causando um atraso leve ou moderado no desenvolvimento físico e mental, distúrbios de aprendizagem, alteração no comportamento, no desenvolvimento sexual e uma necessidade involuntária e constante de comer.

Descrita pela primeira vez, em 1956, pelos médicos suíços Andrea Prader, Heinrich Willi e Alexis Labhart, a síndrome de Prader Willi está inserida na categoria de doenças raras, aquelas que apresentam incidência menor do que um a cada 15 mil nascimentos.

A Síndrome de Prader-Willi (SPW) é uma doença neurogenética causada pela perda de função dos genes de origem paterna no segmento 15q11-q13, do cromossomo 15.

Alteração cromossômica ocorre por falha na divisão celular do óvulo. Três são os fatores que podem representar maior chance de uma gestante ter um bebê com Síndrome de Down: idade avançada (mais de 35 anos), fertilização in vitro e o chamado mosaico genético.

Causas e principais tipos malformações fetais
As anomalias congênitas ocorrem nos primeiros 3 meses de gravidez, quando os órgãos do bebê estão se formando. Sua origem pode ser genética, infecciosa, ambiental ou nutricional, embora em muitos casos não seja possível identificar sua causa.

A fibrose cística atinge cerca de 70 mil pessoas em todo mundo, e é a doença genética grave mais comum da infância. No Brasil, estimativas do Ministério da Saúde apontam que uma em cada 25 pessoas carregam o gene da doença.

O teste de FISH (hibridização in situ por fluorescência) detecta a microdeleção cromossômica com sonda de PCR (teste genético), e deve ser solicitado por médico geneticista que conclui o diagnóstico através de critérios clínicos e evidências.

O síndrome de Prader-Willi (SPW) e o síndrome de Angelman (SA) são ambos doenças genéticas autossómicas raras do neurodesenvolvimento, ligadas a uma região específica do cromossoma 15, atribuídas ao "imprinting" genómico. Isto significa que o fenótipo depende do sexo dos pais que doam os genes.

Síndrome de Noé
Esta síndrome traduz-se na acumulação de uma quantidade exagerada de animais domésticos, nas suas habitações, onde as condições mínimas de higiene e segurança não são garantidas.

Tratamento da síndrome de Williams
“Do ponto de vista neurológico, o tratamento é de suporte que objetiva a melhoria da qualidade de vida e otimização das competências cognitivas e sociais. A musicoterapia é excelente para ajudar na estimulação cognitiva”, aponta Mariana.

Síndrome de Williams designa uma alteração genética que se apresenta como fácies típicas e aparência diferenciada, nariz arrebitado e pequeno, lábios cheios e cabelos encaracolados, o chamado "rosto de gnomo" ou "rosto de fadinha".

Não foi provado até hoje que estilo de vida, ações durante a gestação, fumo, bebidas, medicamentos, fatores ambientais ou parentesco entre o casal possam influenciar essa ocorrência. Ela também não é contagiosa. A probabilidade de alguém ter a síndrome é de aproximadamente 1 para 600 nascimentos.

Chances de ter um filho com Síndrome de Down (SD)
Antes de tudo, cabe ressaltar que quanto mais tardia a decisão de se tornar mãe, maior a chance de ter um filho com a condição. Isto por conta do avanço da idade aumentar a chance de uma mulher facilitar que ocorra alterações genéticas, chamadas de aneuploidias.

Entre os problemas femininos mais comuns que podem afetar a fertilidade da mulher estão a endometriose, síndrome dos ovários policísticos, infecções por doenças sexualmente transmissíveis e as doenças tubárias. A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma das doenças mais frequentes entre as mulheres de idade reprodutiva.